-
Nova York fecha 12 sites de pornografia "deepfake" com imagens de celebridades e políticos
-
Venezuela é convidada para reuniões do G20 nos EUA sobre 'abundância energética'
-
Maior refinaria da África abre seu capital na bolsa
-
Trump diz que há uma 'conspiração doentia' contra a IA
-
Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, encurta nome para 'Novo'
-
Kennedy Center enfrenta risco de falência e fechamento, afirma Washington Post
-
Indonésia retoma busca de desaparecidos após naufrágio de balsa
-
Resultado indefinido nas eleições da Suécia; extrema direita perde terreno
-
Claro lança serviço de filtro de telemarketing e entra na disputa com Vivo
-
Como os semáforos inteligentes com IA estão reduzindo o trânsito em grandes cidades
-
Autonomia de carros elétricos após oito anos: perda média e fatores
-
نوشا آوبل دم از مسئولیت میزند؛ خرابی خیابانهای پوتسدام گواه ضعف مدیریت اوست
-
Esquerda social-democrata lidera eleições na Suécia e extrema direita perde terreno
-
Seis mortos e 129 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Polônia denuncia 'escalada' de Moscou após ataque a trem na fronteira com Ucrânia
-
Governo dos EUA reluta em regulamentar IA
-
Restringir IA em excesso pode beneficiar China, diz presidente da Câmara dos EUA
-
Diretor da Casa Argentina em Paris renuncia ao cargo
-
Suécia vota em eleições acirradas com extrema direita em busca do governo
-
'Segunda chance': sobrevivente do Nepal relata sua odisseia preso em um túnel
-
OpenAI anuncia que não abrirá seu capital este ano
-
iPhone 18預購後出現可疑扣款 四間銀行調查未授權交易
-
Seis mortos e mais de 100 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Enel é autuada por Procon após falha de energia no Shopping Plaza
-
Galaxy Tab S12系列效果圖曝光 Ultra擬配雙鏡頭及瀏海螢幕
-
اليورو يستقر في البنوك المصرية وأعلى سعر للبيع 59.85 جنيه
-
الأرصاد السعودية تتوقع سيولاً وأمطاراً رعدية في خمس مناطق
-
ستاندرد آند بورز تثبت تصنيف السعودية عند A+
-
França minimiza hipótese de ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Gigantes da IA concordam em frear seu desenvolvimento
-
Incêndio em balsa nas Filipinas deixa 76 mortos
-
'O Segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' chegam como favoritos ao Emmy
-
França investiga possível ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Conselho de Supervisão da Meta pede que verificação não seja substituída por 'Notas da Comunidade'
-
Matemáticos alertam para 'efeito destrutivo' da IA em sua disciplina
-
Venezuela assina com Suriname acordo de cooperação em hidrocarbonetos
-
Deputados britânicos rejeitam legalização da morte assistida
-
Economia da França 'perde fôlego' antes de ano eleitoral incerto
-
Inflação dos EUA se mantém estável em agosto, a 3,4%
-
Reconstrução após desastre no Himalaia tem custo estimado de US$ 4,78 bilhões, diz Nepal
-
Nova York recorda os atentados de 11 de setembro sem Donald Trump
-
Putin chega à Índia para cúpula do Brics marcada por tensões geopolíticas
-
Carney diz que Canadá está pronta para acordo comercial "justo" com EUA
-
Rede de verificadores da América Latina pede à Meta que não substitua a checagem de fatos profissional
-
Família real de Uganda em 'prisão domiciliar' em meio à disputa por sucessão
-
'Vestido da vingança' da princesa Diana será leiloado em Nova York
-
BCE eleva taxas de juros para 2,5% devido à inflação pela guerra no Oriente Médio
-
Incêndio em navio de carga na China deixa ao menos 25 mortos
-
Céline Dion, o retorno de uma diva incansável
-
Estreito de Bab el-Mandeb, a outra passagem marítima ameaçada no Oriente Médio
Cais temporário dos EUA em Gaza sofre com sequência de reveses
O cais provisório construído em maio pelos Estados Unidos em Gaza tinha como objetivo facilitar a entrega de ajuda humanitária a esse território palestino cercado por Israel. Mas desde sua instalação, há um mês, tem sofrido um revés após o outro.
Por esse cais foram transportadas mais de 4.100 toneladas de ajuda humanitária até a Faixa de Gaza com um custo de 230 milhões de dólares (1,25 bilhão de reais), bem longe do "aumento considerável" das entregas prometido pelo presidente americano, Joe Biden.
Os Estados Unidos, tradicional e principal apoio militar de Israel, decidiu instalar esse cais por causa das severas restrições à entrega de ajuda por via terrestre ao território palestino, devastado por oito meses de conflito.
"O cais de Gaza, infelizmente, não representa mais que uma distração extremamente cara do que é verdadeiramente necessário, mas também legalmente requerido", considerou Michelle Strucke, diretora de Assuntos Humanitários do grupo de especialistas CSIS em Washington.
Segundo ela, isso implica em "acesso seguro e sem obstáculos para que as organizações humanitárias proporcionem ajuda a uma população que sofre níveis históricos de privações".
Os Estados Unidos e outros países também efetuaram o lançamento a partir do ar de rações de alimentos, mas esses, junto com as entregas através do cais, "nunca tiveram a intenção de substituir o acesso à escala e à sustentabilidade através dos pontos de passagem terrestres", estimou Michelle Strucke.
De acordo com ela, ao se concentrar em operações portuárias e lançamentos aéreos, os EUA "desperdiçaram o tempo e a energia dos tomadores de decisão e desperdiçaram mais de 200 milhões de dólares (1 bilhão de reais) do dinheiro dos contribuintes americanos".
- Clima terrível -
Em março, Biden anunciou a construção desse cais pelas tropas americanas em frente ao litoral de Gaza. A obra foi finalizada no início de maio, mas as condições climáticas impediram que entrasse em operação até 17 de maio.
Uma semana depois, o mar agitado fez com que quatro navios americanos envolvidos na operação fossem desatracados. Três dias depois, o píer foi danificado pelo mau tempo e teve de ser transportado para o porto israelense de Ashdod para reparos.
A estrutura voltou a funcionar em 7 de junho, mas teve de ser levada de volta a Ashdod uma semana depois devido ao mar agitado. As entregas de ajuda finalmente foram retomadas durante a noite de quarta para quinta-feira, anunciou o Pentágono.
Raphael Cohen, cientista político da organização de pesquisa americana RAND, disse que "o projeto do cais ainda não produziu os resultados que o governo Biden esperava".
"Além dos problemas meteorológicos, o projeto foi bastante caro e não resolveu os desafios operacionais de levar ajuda a Gaza", disse ele.
Apesar desses problemas, o cais flutuante oferece outro ponto para a passagem de ajuda e permite a entrega quando as passagens terrestres estão fechadas, disse Raphael Cohen.
- Suspensão -
Mas a empresa enfrenta outras dificuldades, principalmente o anúncio feito em 10 de junho pelo Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA) de que está suspendendo suas entregas de ajuda por meio do cais "até que as condições de segurança" para os funcionários sejam avaliadas.
Questionado sobre os motivos dessa interrupção, o porta-voz do secretário-geral da ONU mencionou a operação militar que Israel lançou dois dias antes para libertar quatro reféns em Gaza, o que, de acordo com o grupo islamista palestino Hamas, que governa o território, deixou mais de 270 pessoas mortas.
Dez dias após a suspensão, as entregas do PMA ainda não foram retomadas.
A ONU disse que todos os projetos destinados a aumentar o fluxo de ajuda para Gaza são bem-vindos, mas que o mais importante ainda é permitir a entrega por vias terrestres.
De acordo com Michelle Strucke, "os habitantes de Gaza não precisam da aparência de ajuda; eles precisam que a ajuda real chegue até eles".
Para a especialista, os EUA devem ter "cuidado para não apoiar medidas que parecem boas no papel", mas que, no final das contas, "não resultam em ajuda significativa para os palestinos".
X.Cheung--CPN