-
Decreto de Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem mensagens de ódio contra Argentina
-
População japonesa fica abaixo dos 120 milhões pela 1ª vez em décadas
-
'Emergência humanitária' no enclave espanhol de Ceuta após entrada em massa de migrantes do Marrocos
-
Economia americana cresce 1,5% no segundo trimestre, menos do que o esperado
-
George e Amal Clooney deixam sua residência no sul da França por incêndio
-
Zona do euro retoma o crescimento apesar do conflito no Oriente Médio
-
Singapura multa jovem francês por incidente com canudo
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra CEO do Telegram
-
Meta tem lucro menor do que o esperado e mantém gastos com IA
-
Infantino defende seu projeto: 'É uma oportunidade, mas não uma obrigação'
-
Jair Bolsonaro nega ter autorizado "deepfake" no qual apoia campanha de Flávio
-
Ator Jared Leto nega novas acusações de agressão sexual
-
Em decisão dividida, Federal Reserve mantém taxas de juros nos EUA
-
De postos de gasolina a farmácias: Cuba abre economia à iniciativa privada
-
BTS se recusa a participar do Grammy após criação de categoria para o pop asiático
-
Ataque de agente de IA descontrolado atingiu outras plataformas, diz OpenAI
-
STF questiona uso de 'deepfake' de Jair Bolsonaro em campanha presidencial de Flávio
-
OpenAI afirma que seu agente de IA invadiu outras plataformas
-
Após incêndios, milhares de pessoas retornam para casa na Espanha e na França
-
Maior universidade do México investiga suspeita de fraude com IA em vestibular
-
Garimpo ilegal com mercúrio polui floresta entre Suriname e Guiana francesa
-
Cinco bebês são encontrados mortos em residência na França
-
Empresas tentaram barrar documentário sobre últimos anos de Stan Lee, afirma diretor
-
Começa em Pequim o julgamento de recurso contra a Malaysia Airlines pelo voo desaparecido
-
A metamorfose das mulheres tatuadas à força nos Países Baixos
-
Por que as ações de tecnologia estão caindo?
-
UE exige que empresas incluam rótulo em conteúdos feitos com IA
-
Bombeiros avançam na luta contra incêndios florestais na Espanha
-
BitMart تحت الضغط: لم يتم الإفراج عن 22,000 USDT و930,000 SNC بعد مرور 48 ساعة – هل تعاني BitMart من نقص في الأموال؟
-
BitMart 面臨壓力:22,000 USDT 和 930,000 SNC 在 48 小時後仍未解凍——難道 BitMart 資金不足?
-
BitMart под давлением: 22 000 USDT и 930 000 SNC не разблокированы по истечении 48 часов — у BitMart не хватает средств?
-
BitMart sob pressão: 22 000 USDT e 930 000 SNC não foram libertados após 48 horas – será que a BitMart não tem fundos suficientes?
-
Rapper D4vd será julgado por homicidio de adolescente
-
ONU teme repique da aids com queda de financiamento no combate ao HIV
-
Nvidia lidera aliança global para desenvolver IA aberta de cibersegurança
-
Diretora do FMI visita Argentina em demonstração de apoio a Milei
-
Grande incêndio na França dá uma trégua antes de nova onda de calor
-
Polícia mata suspeito de ataque 'islamista' perto da marcha do Orgulho em Berlim
-
Milei detalha projeto de reforma do BC, fundamental para a disciplina monetária
-
Praias do Dia D na Normandia e Monte Olimpo, novos Patrimônios Mundiais da Unesco
-
Polícia busca suspeito do ataque mortal perto da Marcha do Orgulho em Berlim
-
Governo Trump enfrenta pressões diante do auge da IA chinesa
-
Huthis reivindicam ataque na Arábia Saudita, a nova frente da guerra no Oriente Médio
-
SpaceX realiza com sucesso voo de teste da Starship, o primeiro desde sua estreia na bolsa
-
UE poderá pagar 'preço muito alto' por multa ao Google, ameaça Trump
-
Tribunal dos EUA considera ilegais barreiras contra pílula abortiva
-
Brasil proíbe produção e venda de foie gras
-
Incêndios colocam Espanha em 'situação dramática' e obrigam a deslocamentos na França
-
EUA ameaça punir Irã após ataques de rebeldes do Iêmen
-
TotalEnergies avalia sair de projeto russo de GNL
Trump ameaça com tarifas países que venderem petróleo a Cuba
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na quinta-feira (29) uma ordem executiva que ameaça impor tarifas aos países que vendem petróleo a Cuba, medida que considera necessária para a "segurança nacional", mas que Havana classificou como um "ato brutal de agressão".
A decisão aumenta a pressão sobre o regime cubano, que mal consegue suprir metade de suas necessidades de energia elétrica.
A ordem executiva é apresentada pela Casa Branca como uma resposta a "uma emergência nacional", o que permite iniciar "um processo para impor tarifas às mercadorias de países que vendem ou, de outra forma, fornecem petróleo para Cuba, protegendo assim a segurança nacional e a política externa dos Estados Unidos".
O texto não menciona os países que poderiam ser afetados, nem o percentual das eventuais tarifas.
"Poderá ser imposta uma tarifa adicional 'ad valorem' (de acordo com o valor) sobre as importações de bens que sejam produtos de um país estrangeiro que venda ou forneça, direta ou indiretamente, qualquer tipo de petróleo a Cuba", indica o texto publicado pela Casa Branca.
"O presidente pode modificar a ordem se Cuba ou os países afetados adotarem passos significativos para enfrentar a ameaça ou se alinharem aos objetivos de segurança nacional e política externa dos Estados Unidos", acrescenta a nota.
Na noite de quinta-feira, o governo cubano classificou a ordem executiva do republicano como um "ato brutal de agressão".
"Denunciamos ao mundo este ato brutal de agressão contra Cuba e seu povo, que há mais de 65 anos são submetidos ao mais prolongado e cruel bloqueio econômico jamais aplicado contra uma nação inteira", escreveu na rede social X o chanceler Bruno Rodríguez.
Ele acrescentou que o documento apresentado pela Casa Branca inclui "uma longa lista de mentiras que pretendem apresentar Cuba como uma ameaça que não é".
Após a operação militar que derrubou o presidente venezuelano Nicolás Maduro, Trump advertiu que Cuba deveria negociar "antes que seja tarde demais".
Washington relembra as críticas que apresenta contra Havana há décadas: "Alinhar-se e apoiar vários países, organizações terroristas internacionais e atores hostis aos Estados Unidos", entre eles Rússia, China, Irã, Hamas e Hezbollah.
Cuba também é acusada na ordem executiva de "desestabilizar a região por meio da imigração e da violência", ao mesmo tempo em que "propaga suas ideias, seus programas e suas práticas comunistas".
Após a captura de Maduro, Trump colocou sob controle dos Estados Unidos o setor petrolífero da Venezuela, que desde os anos 2000 era o principal fornecedor de petróleo de Cuba.
A nova ameaça do dirigente republicano surge no momento em que a ilha já enfrenta uma situação energética precária.
Cuba, submetida a um embargo dos Estados Unidos desde 1962, registra há três anos escassez de combustível, com impacto direto sobre sua produção de energia elétrica.
O México também fornece atualmente petróleo bruto vital para a ilha. Entre janeiro e setembro do ano passado, a empresa mexicana Pemex exportou para a ilha 17.200 barris de petróleo bruto por dia e 2.000 de derivados, por um total de 400 milhões de dólares, segundo dados oficiais.
A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, reiterou na quinta-feira que seu governo continuaria sendo "solidário" com Cuba.
St.Ch.Baker--CPN