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Kendrick Lamar, Bad Bunny e Lady Gaga lideram a disputa pelo Grammy
As superestrelas Kendrick Lamar, Lady Gaga e Bad Bunny buscam fazer história neste domingo (1º), na 68ª edição do Grammy, que reunirá a elite da música em Los Angeles.
O rapper Lamar, que no ano passado dominou a premiação ao vencer cinco categorias, retorna com nove indicações e a expectativa de levar, pela primeira vez, o cobiçado troféu de Álbum do Ano.
Um feito que também representaria um marco para o porto-riquenho Bad Bunny e para a camaleônica Lady Gaga, ambos à frente da lista de favoritos.
Com seu bem-sucedido álbum "GNX" e o single "Luther", com participação de SZA, Lamar, de 38 anos, concorre nas três principais categorias da cerimônia: Gravação do Ano, Canção do Ano e Álbum do Ano.
É justamente este último prêmio que ainda falta na prateleira do rapper vencedor do Pulitzer, que soma, até agora, 22 estatuetas.
Em 2025, Lamar foi homenageado pela Academia da Gravação por seu viral "Not like us", eleito Canção do Ano. Desta vez, a disputa está acirrada.
- A boa fase de Bad Bunny -
A boa fase de Benito Antonio Martínez Ocasio, o "Bad Bunny" responsável pela globalização do reggeaton, parece imbatível.
Bad Bunny fez de "Un verano sin ti" (2022) o primeiro álbum inteiramente em espanhol indicado a Álbum do Ano pela Academia da Gravação. Agora, chega forte às três grandes categorias da noite com o aclamado "DeBÍ TiRAR MáS FOToS", do qual se destaca o nostálgico single "DtMF".
"Foi um álbum muito emocionante", afirmou à AFP a musicóloga Lauron Kehrer.
"Ele trabalha intensamente as temáticas e a música", destacou ao elogiar "a forma como aborda a descolonização (…) e como se aprofunda em músicas porto-riquenhas mais tradicionais, levando-as ao grande público".
Bad Bunny está no meio de uma turnê internacional, iniciada no ano passado após uma residência que moveu multidões em sua ilha natal.
O intérprete de "Tití me preguntó" também faz contagem regressiva para seu aguardado show de intervalo do Super Bowl, em 8 de fevereiro, na Califórnia — apresentação que inflama emoções em um Estados Unidos dividido em relação à política migratória.
Kehrer não acredita que as tensões políticas influenciem a votação da Academia, mas ressalta que uma vitória de Bad Bunny pode ser lida como "um sinal de que estamos enfrentando a crescente influência das culturas latinas nos Estados Unidos".
Logo atrás aparece Lady Gaga, que com "Mayhem" fez um retorno triunfal à cena musical e garantiu sete indicações a um Grammy que lhe é familiar: são 45 nomeações e 14 vitórias ao longo da carreira.
Embora seu contagiante "Abracadabra" seja outro forte candidato a Canção do Ano, a disputa é apertada em uma categoria que inclui também o veranil "Manchild", de Sabrina Carpenter, e "Golden", da bem-sucedida animação da Netflix "As Guerreiras do K-pop", apontada como a grande favorita pelos especialistas.
- "Reacionário" -
Com o reggeaton, o hip-hop e o K-pop desafiando o pop nas categorias gerais, Kehrer observa que as indicações refletem mudanças na composição demográfica do corpo votante da Academia da Gravação.
Mais de 3.800 novos membros foram admitidos. Metade tem menos de 39 anos e 58% são pessoas não brancas, segundo a instituição.
As indicações também evidenciam transformações na forma de consumir música, impulsionadas pelo avanço das plataformas de streaming.
A musicóloga afirmou que o Grammy costuma ser "mais reacionário".
"O fato de os artistas ganharem esses prêmios é mais um indicativo do clima existente do que uma tentativa de mudá-lo", comentou.
Nesse contexto, Kehrer também aponta um retorno e expansão do R&B, cujos representantes Olivia Dean e Leon Thomas despontam como candidatos a Artista Revelação.
A 68ª edição do Grammy terá novamente a apresentação do comediante Trevor Noah.
A parte televisionada da cerimônia começa às 17h00, no horário local (22h00 no horário de Brasília).
A.Levy--CPN