-
IA ameaça aumentar desigualdades de gênero no mercado de trabalho, segundo relatório
-
Seca causada pelo El Niño assola a América Central
-
Renault investirá mais € 319 milhões no Brasil com a chinesa Geely
-
CEO da Meta rejeita apelos para desacelerar o desenvolvimento da IA
-
Helen Mirren mergulha na psicologia de Patricia Highsmith em 'A Talent For Murder'
-
Empresa de IA Mistral critica atores que buscam 'fortalecer sua posição no mercado'
-
Morre aos 85 anos, em Paris, documentarista chileno Patricio Guzmán
-
OpenAI, Anthropic e Google buscam criar órgão de supervisão de riscos da IA
-
Volta às aulas marcada pelo medo em região devastada por terremotos na Venezuela
-
Ex-funcionário do Google afirma que 'a IA tem o potencial de nos matar'
-
Justiça francesa condena auxiliar escolar por abusos sexuais de crianças
-
'Está nos deixando mais burros', população mundial divide opiniões sobre a IA
-
Comércio varejista desacelera em agosto na China
-
Japão tem mais de 100.000 pessoas com mais de 100 anos pela primeira vez
-
Começa o Emmy nos EUA com "O Segredo de Widow's Bay" e "The Pitt" como favoritos
-
Nova York fecha 12 sites de pornografia "deepfake" com imagens de celebridades e políticos
-
Venezuela é convidada para reuniões do G20 nos EUA sobre 'abundância energética'
-
Maior refinaria da África abre seu capital na bolsa
-
Trump diz que há uma 'conspiração doentia' contra a IA
-
Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, encurta nome para 'Novo'
-
Kennedy Center enfrenta risco de falência e fechamento, afirma Washington Post
-
Indonésia retoma busca de desaparecidos após naufrágio de balsa
-
Resultado indefinido nas eleições da Suécia; extrema direita perde terreno
-
Claro lança serviço de filtro de telemarketing e entra na disputa com Vivo
-
Como os semáforos inteligentes com IA estão reduzindo o trânsito em grandes cidades
-
Autonomia de carros elétricos após oito anos: perda média e fatores
-
نوشا آوبل دم از مسئولیت میزند؛ خرابی خیابانهای پوتسدام گواه ضعف مدیریت اوست
-
Esquerda social-democrata lidera eleições na Suécia e extrema direita perde terreno
-
Seis mortos e 129 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Polônia denuncia 'escalada' de Moscou após ataque a trem na fronteira com Ucrânia
-
Governo dos EUA reluta em regulamentar IA
-
Restringir IA em excesso pode beneficiar China, diz presidente da Câmara dos EUA
-
Diretor da Casa Argentina em Paris renuncia ao cargo
-
Suécia vota em eleições acirradas com extrema direita em busca do governo
-
'Segunda chance': sobrevivente do Nepal relata sua odisseia preso em um túnel
-
OpenAI anuncia que não abrirá seu capital este ano
-
iPhone 18預購後出現可疑扣款 四間銀行調查未授權交易
-
Seis mortos e mais de 100 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Enel é autuada por Procon após falha de energia no Shopping Plaza
-
Galaxy Tab S12系列效果圖曝光 Ultra擬配雙鏡頭及瀏海螢幕
-
اليورو يستقر في البنوك المصرية وأعلى سعر للبيع 59.85 جنيه
-
ستاندرد آند بورز تثبت تصنيف السعودية عند A+
-
الأرصاد السعودية تتوقع سيولاً وأمطاراً رعدية في خمس مناطق
-
França minimiza hipótese de ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Gigantes da IA concordam em frear seu desenvolvimento
-
Incêndio em balsa nas Filipinas deixa 76 mortos
-
'O Segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' chegam como favoritos ao Emmy
-
França investiga possível ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Conselho de Supervisão da Meta pede que verificação não seja substituída por 'Notas da Comunidade'
-
Matemáticos alertam para 'efeito destrutivo' da IA em sua disciplina
Países ocidentais apresentam resolução contra o programa nuclear do Irã
Os países europeus e os Estados Unidos apresentaram uma resolução condenando a falta de cooperação do Irã em questões nucleares, apesar de uma advertência de Teerã, no início de uma reunião da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) nesta quarta-feira (20).
Alemanha, França e Reino Unido (E3) e Estados Unidos apresentaram o texto pouco antes da meia-noite de terça-feira (20h00 no horário de Brasília), com a expectativa de submetê-lo a voto na quinta-feira no Conselho de Governadores da AIEA, que tem 35 países-membros, disseram fontes diplomáticas consultadas pela AFP.
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, alertou que a República Islâmica "responderá em conformidade e de forma adequada" à moção, em conversa telefônica com o diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, segundo a agência oficial Irna.
"Esta iniciativa (...) apenas complicará ainda mais as coisas", afirmou anteriormente o ministro iraniano em uma conversa com o seu homólogo francês, Jean-Noel Barrot.
A apresentação da iniciativa, de caráter simbólico, ocorre logo após uma visita do argentino Grossi ao Irã, onde se reuniu com o presidente Masud Pezeshkian, que afirmou querer esclarecer as "dúvidas e ambiguidades" sobre o programa nuclear iraniano.
Durante a sua visita, a agência nuclear da ONU "verificou" nas instalações nucleares de Natanz e Fordo "que o Irã iniciou os preparativos destinados a travar o aumento das suas reservas de urânio enriquecido a 60%", segundo o relatório da visita.
É um gesto de boa vontade recebido com "ceticismo" por Washington e pelo E3, disse um diplomata.
- Respostas credíveis -
Estes países temem que o Irã esteja enriquecendo urânio a 90%, o limite que lhe permitiria fabricar uma bomba atômica. Teerã nega aspirar a ter esse tipo de arma.
Cansados de esperar por medidas concretas, os países ocidentais decidiram apresentar a resolução ao conselho da AIEA poucos meses depois de uma medida semelhante em junho.
O Irã já alertou que, caso seja aprovada uma condenação do seu programa nuclear, tomará "contramedidas imediatas" que "certamente não agradarão" os países ocidentais.
O texto final, consultado pela AFP, "reafirma que é essencial e urgente" que Teerã forneça "respostas técnicas credíveis" sobre a presença de restos inexplicáveis de urânio em dois locais não declarados perto de Teerã, em Turquzabad e Varamin.
Também pede um "relatório completo" da AIEA até março de 2025 ou o mais tardar na primavera boreal.
O ministro francês Barrot considerou que a "escalada nuclear" iraniana é "muito preocupante e acarreta riscos de proliferação significativos".
Os três países europeus, juntamente com China, Rússia e Estados Unidos, chegaram a um pacto com o Irã sobre o seu programa nuclear em 2015, através do qual as sanções foram levantadas em troca de garantias de que Teerã não desenvolverá uma arma atômica.
Porém, em 2018, o então presidente dos EUA, Donald Trump, retirou unilateralmente o seu país do pacto e reimpôs sanções contra o Irã. Em resposta, Teerã aumentou drasticamente o seu arsenal de materiais enriquecidos e elevou o limite para cerca dos 90% necessários para fabricar uma arma atômica.
Com isso, o acordo de 2015 perdeu validade, e em 2022 as negociações para reativá-lo fracassaram.
Ng.A.Adebayo--CPN