-
Voos comerciais de EUA à Venezuela são retomados após 7 anos
-
Colômbia avalia enviar hipopótamos de Pablo Escobar à Índia a pedido de bilionário
-
Trump qualifica Charles III como 'o maior de todos os reis' ao concluir visita de Estado
-
Rio respira ar latino antes do megashow da Shakira
-
Aeroporto de Bogotá interrompe brevemente suas operações devido a um drone
-
Economia dos EUA cresce menos que o esperado e inflação dispara
-
Preços do petróleo caem após maior alta em quatro anos
-
Casa Branca se opõe a ampliar acesso da Anthropic ao modelo Mythos, diz imprensa
-
Foguete europeu Ariane 6 colocou em órbita o 2º lote de satélites da Amazon Leo
-
Irã desafia bloqueio dos EUA e preço do petróleo dispara
-
Países unem forças em Santa Marta para começar a se afastar do petróleo
-
Rei Charles III expressa 'solidariedade' com EUA no memorial de 11 de Setembro em NY
-
Alphabet dispara e seus rivais cambaleiam diante dos custos da IA
-
Trump crê que EUA vai voltar a pisar na Lua antes do fim de seu mandato
-
Suprema Corte dos EUA limita redistribuição eleitoral destinada a favorecer minorias
-
O que o futuro reserva à Opep após a saída dos Emirados Árabes Unidos?
-
Fed mantém taxas de juros inalteradas pela terceira reunião consecutiva
-
Chefe de gabinete de Milei se defende no Congresso de suspeitas de corrupção
-
Trump diz ao Irã que 'é melhor ficarem espertos logo' e aceitarem acordo nuclear
-
Guerra no Irã ameaça levar mais de 30 milhões de pessoas à pobreza
-
MBDA e Safran lançam primeiro teste de foguete de longo alcance Thundart
-
Powell é foco de reunião do Fed, que deve manter juros
-
Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias'
-
UE acusa Meta de permitir acesso de menores de 13 anos ao Facebook e Instagram
-
Canal do Panamá descarta especulação com preços por bloqueio de Ormuz
-
'Independência': países em Santa Marta pedem fim do uso de combustíveis fósseis
-
Charles III pede que EUA se mantenha fiel aos aliados ocidentais
-
Musk e Altman, frente à frente em ação judicial sobre a OpenAI
-
Emirados Árabes Unidos deixarão Opep em maio para proteger 'interesse nacional'
-
Lucro líquido da montadora chinesa BYD cai 55% no 1º trimestre
-
Emirados Árabes Unidos vão deixar Opep a partir de maio
-
Preços das commodities sobem com guerra e outros fatores, diz Banco Mundial
-
Jovem se declara culpado na Áustria de planejar atentado contra show de Taylor Swift
-
Quase 60 países participam de primeiro encontro na Colômbia para superar as energias fósseis
-
Colisão de trens na Indonésia deixa 15 mortos e dezenas de feridos
-
Ex-atriz faz depoimento emotivo em novo julgamento por estupro contra Weinstein
-
Personalidade de Elon Musk, no centro da batalha jurídica contra a OpenAI
-
Colisão entre trens perto de Jacarta deixa ao menos cinco mortos
-
Rei Charles III se reúne com Trump em tentativa de recompor relações
-
Rei Charles III chega aos EUA para reforçar vínculos com Trump
-
Começa seleção do júri na batalha legal de Musk contra OpenAI
-
UE quer obrigar Google a abrir Android para concorrentes de IA
-
O seleto mundo dos bolos de casamento superluxuosos
-
Turismo despenca em Cuba no primeiro trimestre de 2026
-
Gasto militar seguiu crescendo em 2025 com multiplicação de guerras e tensões
-
Powell lidera última reunião como presidente do Fed em meio a preocupações com a inflação
-
Empresas de IA intensificam campanhas de influência para impactar medidas regulatórias
-
Príncipe Harry afirma que 'sempre' fará parte da família real
-
OpenAI pede desculpas ao povo canadense por não ter reportado ataque a tiros
-
YouTube oferece detecção de 'deepfakes' a artistas de Hollywood
Voos comerciais de EUA à Venezuela são retomados após 7 anos
O primeiro voo comercial direto entre os Estados Unidos e a Venezuela em sete anos aterrissou, nesta quinta-feira (30), no aeroporto que atende a Caracas, em um novo passo na normalização das relações entre os dois países após a deposição do presidente Nicolás Maduro.
O voo 3599, da Envoy Air, filial da companhia aérea American Airlines, chegou ao aeroporto internacional de Maiquetía, a 30 km da capital venezuelana, por volta das 13h15 locais (14h15 de Brasília), constataram jornalistas da AFP.
O avião decolou de Miami, na Flórida, levando a bordo executivos, representantes do governo do presidente americano, Donald Trump, jornalistas e outros passageiros.
Tanto na decolagem quanto na aterrissagem, a aeronave foi batizada com água, como costuma ser feito com rotas recém-inauguradas. O piloto, sorridente, exibiu pela janela do avião uma bandeira da Venezuela, entre os aplausos dos operadores aéreos na pista de aterrissagem.
Com esta rota, "Estados Unidos e Venezuela estão recuperando uma via comercial fundamental que vai acelerar o investimento", comemorou o chefe da missão diplomática americana, John Barrett, momentos antes em Maiquetía.
"O dia de hoje representa outro marco histórico nas relações entre Estados Unidos e Venezuela", disse Barrett à imprensa.
Uma comitiva do governo Trump saiu sorridente pela escada do avião, junto com um grupo de jornalistas. Alguns passageiros seguravam pequenas bandeiras, enquanto outros faziam "selfies" ao descer.
O pouso marca o fim de sete anos de ausência. A American Airlines iniciou suas conexões com a Venezuela em 1987 e afirmava ser a maior companhia aérea americana em operação no país antes da suspensão dos voos em 2019.
- 'Maravilhoso' -
Depois da deposição forçada de Maduro em uma intervenção militar americana em janeiro, sua vice-presidente, Delcy Rodríguez, assumiu as rédeas do país interinamente e governa sob forte pressão de Washington.
Em março, Estados Unidos e Venezuela concordaram em restabelecer suas combalidas relações diplomáticas, que foram rompidas em 2019, o que também havia interrompido a conectividade aérea com o país norte-americano.
Bárbara Centeno estava na Venezuela para fazer "turismo médico", disse ela à AFP, sem entrar em detalhes. "Eu estava me submetendo a alguns procedimentos médicos" no país sul-americano, do qual agora parte na reinaugurada rota a Miami.
"A possibilidade de viajar sem escala realmente é algo valioso", destaca a graduada em recursos humanos de 36 anos, que antes tinha de fazer escala na Cidade do Panamá ou em Bogotá, na Colômbia.
Um arco de balões vermelhos, azuis e brancos dava boas-vindas aos viajantes da rota Caracas-Miami.
Para Oscar Fuentes, advogado de 64 anos, a retomada dos voos com os Estados Unidos é simplesmente "maravilhoso". "Estou economizando muito estresse, cansaço", contou, ao finalizar o check-in de suas bagagens.
O voo marca o fim do isolamento em relação aos Estados Unidos, mas também a reintegração do país sul-americano às rotas aéreas globais.
"Esperamos mais de 100.000 passageiros por ano, a um ritmo de 7.200 a 8.000 por mês", à medida que mais companhias se somem às conexões para a Venezuela, disse a ministra dos Transportes do país sul-americano, Jaqueline Faria.
"Somos um ponto de conexão, e é assim que queremos nos apresentar", indicou.
Caracas reformou suas leis de hidrocarbonetos e de mineração para abrir espaço ao capital privado no país, que possui as maiores reservas de petróleo do mundo.
- Um voo diário -
Inicialmente, haverá um voo diário de ida e volta. Um segundo voo por dia está previsto a partir de 21 de maio, de acordo com a companhia.
Miami e seus arredores abrigam uma importante comunidade da diáspora venezuelana nos Estados Unidos e servem como exílio para muitos dirigentes da oposição. Cerca de 250 mil venezuelanos vivem ali.
Claudia Varesano, uma empresária de 44 anos com família e negócios na Venezuela, encarava longas escalas... até esta quinta, quando pegou o voo direto de Miami a Caracas. Agora ela comemora, pois poderá "ir, tomar café da manhã e voltar", comentou à AFP.
O Departamento de Estado, no entanto, desaconselha que os cidadãos americanos viajem à Venezuela.
P.Petrenko--CPN