-
ICE é principal ponto de discórdia em votação para acabar com 'shutdown' nos EUA
-
Filho da princesa herdeira da Noruega se declara não culpado por estupro
-
Walt Disney nomeia Josh D'Amaro como seu próximo CEO
-
Reino Unido abre investigação contra a rede X por imagens sexuais falsas
-
Nasa adia missão lunar Artemis 2 após detectar vazamento de combustível
-
Justiça francesa chama Musk para depor e determina buscas em sedes da rede X
-
Filho da princesa herdeira da Noruega é julgado por acusações de estupro
-
Xi defende mundo multipolar 'ordenado'
-
Musk funde xAI com SpaceX em tentativa de desenvolver datacenters espaciais
-
Chefe do instituto que mede a inflação na Argentina renuncia
-
María Corina considera reunião com Delcy para definir 'cronograma de transição' na Venezuela
-
Trump insta Congresso dos EUA a acabar com 'shutdown'
-
Trabalhadores a favor e contra o governo exigem melhorias salariais na Venezuela
-
Portugal se soma a países que querem proibir redes sociais para menores de 16 anos
-
Nasa realizas testes essenciais antes de lançar missão lunar Artemis 2
-
Menino que não tinha dinheiro para passagem de ônibus participará da abertura dos Jogos de Inverno
-
Observatório astronômico europeu celebra cancelamento de projeto de hidrogênio verde no Chile
-
Kendrick Lamar: o poeta do rap consagrado no Grammy
-
Sarah Ferguson chamou Epstein de 'irmão' em e-mail ao financista
-
Agência da UE propõe limitar doses de toxinas no leite em pó
-
Bad Bunny faz história ao levar Grammy de Álbum do Ano
-
Kendrick Lamar, Bad Bunny e Lady Gaga na disputa pelo Grammy
-
Juíza rejeita pedido de Minnesota para suspender operações anti-imigração
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô e água
-
Atividade industrial da China perde força em janeiro
-
Governo dos EUA entra em 'shutdown' mas paralisação deve ser curta
-
Documentos indicam que ex-príncipe Andrew convidou Jeffrey Epstein ao Palácio de Buckingham
-
Principal refinaria de petróleo do Equador registra segundo incêndio em oito meses
-
Dinamarquesa Maersk vai operar portos no canal do Panamá
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa Trump de 'asfixiar' sua economia
-
EUA improvisa programa de controle das finanças venezuelanas que levanta questionamentos
-
Kendrick Lamar, Bad Bunny e Lady Gaga lideram a disputa pelo Grammy
-
Desemprego no Brasil caiu para 5,6% em 2025, menor índice da série histórica
-
Reino Unido insiste em reforçar laços com a China apesar das advertências de Trump
-
Zona do euro registra crescimento de 1,5% em 2025 apesar da tensão com EUA
-
IA ajuda médicos a detectar câncer de mama em exames, aponta estudo
-
'Difícil sobreviver': idosos de Kiev tremem de frio sem luz nem aquecimento após ataques russos
-
Desemprego registra leve queda na zona do euro em dezembro
-
Premiê britânico insiste em reforçar laços com a China apesar das advertências de Trump
-
Trump ameaça com tarifas países que venderem petróleo a Cuba
-
Nubank recebe aprovação inicial para operar como banco nos EUA
-
Venezuela abre sua indústria petrolífera a investimentos privados sob pressão dos EUA
-
Trump anuncia que mandou reabrir o espaço aéreo da Venezuela
-
Colômbia restringe importação de drones diante dos ataques de guerrilheiros
-
Grupo petroquímico Dow cortará 4.500 postos de trabalho
-
Diante da pressão ocidental, Irã ameaça com 'resposta esmagadora'
-
Trump lida com consequências de ataque armado em Minneapolis, dois agentes de imigração são suspensos
-
Samsung registra lucro trimestral recorde graças à demanda por chips de IA
-
Nasa prevê lançamento de missão para troca de astronautas da ISS em 11/2
-
Lula defende soberania do Panamá sobre o Canal, questionada por Trump
Previsão de consumo de carne bovina na Argentina é o mais baixo em um século
A carne bovina está se tornando um luxo cada vez mais inacessível para a maioria dos argentinos, que têm restringido este alimento em sua dieta ao ponto de reduzir o consumo nacional ao mínimo em um século, revela um relatório da Bolsa de Comércio de Rosário (BCR).
Se a tendência continuar, o consumo em 2024 fechará em torno de 44,8 quilos por habitante, o menor índice desde 1920, segundo o estudo.
Na Argentina, orgulhosa da qualidade de sua carne bovina, o consumo histórico médio deste alimento é de 72,9 quilos por ano por habitante.
A queda é resultado do impacto da inflação, que atingiu 280% em 12 meses em maio, e da recessão econômica com o colapso generalizado de todas as atividades, de acordo com índices oficiais.
Mais da metade da população argentina de 45 milhões de habitantes é pobre, segundo as estatísticas.
Na cidade de Buenos Aires, a mais rica do país, a taxa de indigência - pessoas que não conseguem comprar a cesta básica de alimentos - dobrou de 8% para 16% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado.
Como consequência, os consumidores estão migrando para outros tipos de alimentos que fornecem proteínas e são mais econômicos, como as carnes de frango e de porco, indica o relatório.
No entanto, também foi registrada uma queda no consumo total de todas as carnes em conjunto.
"O consumo total de carnes bovina, avícola e suína na Argentina poderá situar-se em torno de 105,7 quilos por habitante em 2024, o que significa que cada habitante consumirá sete quilos a menos de carnes em 2024 em comparação com a média dos últimos dez anos, que é de 112,8 quilos", aponta o estudo.
No caso da carne bovina, a diminuição no consumo é uma tendência observada no país há mais de uma década, embora nunca com números tão eloquentes como os atuais.
As exportações também foram afetadas. Segundo o relatório, "69% da produção de carne bovina entre janeiro e maio deste ano foi destinada ao mercado interno, em comparação com 75% no ano passado e longe da média de 85% deste século até agora".
Em contrapartida, o volume exportado aumentou, embora o impacto nas receitas não tenha sido tão lucrativo pela queda nos preços internacionais.
Assim, "entre janeiro e maio [de 2024], a exportação de carne com osso alcançou 385 mil toneladas, 10% a mais que em 2023. Porém, em termos de valor, a exportação cresceu apenas 1%, pois os preços médios de exportação caíram 8% em relação aos primeiros cinco meses do ano passado", detalhou a BCR.
M.Anderson--CPN