-
Juíza rejeita pedido de Minnesota para suspender operações anti-imigração
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô e água
-
Atividade industrial da China perde força em janeiro
-
Governo dos EUA entra em 'shutdown' mas paralisação deve ser curta
-
Documentos indicam que ex-príncipe Andrew convidou Jeffrey Epstein ao Palácio de Buckingham
-
Principal refinaria de petróleo do Equador registra segundo incêndio em oito meses
-
Dinamarquesa Maersk vai operar portos no canal do Panamá
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa Trump de 'asfixiar' sua economia
-
EUA improvisa programa de controle das finanças venezuelanas que levanta questionamentos
-
Kendrick Lamar, Bad Bunny e Lady Gaga lideram a disputa pelo Grammy
-
Desemprego no Brasil caiu para 5,6% em 2025, menor índice da série histórica
-
Reino Unido insiste em reforçar laços com a China apesar das advertências de Trump
-
Zona do euro registra crescimento de 1,5% em 2025 apesar da tensão com EUA
-
IA ajuda médicos a detectar câncer de mama em exames, aponta estudo
-
'Difícil sobreviver': idosos de Kiev tremem de frio sem luz nem aquecimento após ataques russos
-
Desemprego registra leve queda na zona do euro em dezembro
-
Premiê britânico insiste em reforçar laços com a China apesar das advertências de Trump
-
Trump ameaça com tarifas países que venderem petróleo a Cuba
-
Nubank recebe aprovação inicial para operar como banco nos EUA
-
Venezuela abre sua indústria petrolífera a investimentos privados sob pressão dos EUA
-
Trump anuncia que mandou reabrir o espaço aéreo da Venezuela
-
Colômbia restringe importação de drones diante dos ataques de guerrilheiros
-
Grupo petroquímico Dow cortará 4.500 postos de trabalho
-
Diante da pressão ocidental, Irã ameaça com 'resposta esmagadora'
-
Trump lida com consequências de ataque armado em Minneapolis, dois agentes de imigração são suspensos
-
Samsung registra lucro trimestral recorde graças à demanda por chips de IA
-
Nasa prevê lançamento de missão para troca de astronautas da ISS em 11/2
-
Lula defende soberania do Panamá sobre o Canal, questionada por Trump
-
Copom mantém taxa Selic em 15%, mas prevê 'flexibilização'
-
SpaceX quer fazer IPO em data que coincida com alinhamento planetário e aniversário de Musk
-
Trump adverte prefeito de Minneapolis sobre migração e tensão volta a escalar
-
Fed mantém taxas de juros inalteradas e desafia pressão de Trump
-
Irã adverte que 'vai responder como nunca' em caso de ataque dos EUA
-
Uma das últimas sobreviventes do Holocausto alerta para ressurgimento do antissemitismo
-
Mundo não está preparado para o aumento do calor extremo, dizem cientistas
-
Suécia planeja proibir celulares em escolas de níveis fundamental e médio
-
Amazon corta 16 mil empregos como parte de estratégia para investir em IA
-
Japão ainda está longe de alcançar a paridade de gênero nas eleições legislativas
-
Petróleo brasileiro gera inveja e debate na Guiana Francesa
-
Otan deve se tornar mais europeia, afirma chefe da diplomacia da UE
-
América Latina e Caribe impulsionam plano de ajuda ao Haiti
-
Senado dos EUA convoca chefes das principais agências migratórias
-
Celebridades convocam protestos contra ações da polícia migratória dos EUA
-
Bombardeios russos na Ucrânia matam 11 pessoas e atingem trem de passageiros
-
Melania Trump faz 'apelo à unidade' após mortes em Minneapolis
-
Bombardeios russos na Ucrânia matam ao menos 10 pessoas e atingem usinas energéticas
-
UE ajudará Google a abrir Android para serviços de IA concorrentes
-
Califórnia investiga TikTok por censurar críticas a Trump
-
Adani e Embraer anunciam acordo para fabricar aviões na Índia
-
Indignação na Itália por participação de divisão do ICE nos Jogos Olímpicos de Inverno
Inflação ganha impulso nos EUA em plena campanha eleitoral
A inflação voltou a ganhar impulso nos Estados Unidos em dezembro, com um aumento de preços acima do esperado, atingindo 3,4% nos últimos 12 meses, representando um novo desafio para o presidente Joe Biden em plena campanha eleitoral.
Os preços aumentaram acima dos 3,2% esperados pelo mercado, de acordo com a medição de 12 meses realizada em dezembro e divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Departamento do Trabalho. Em novembro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou um aumento de 3,1% em relação ao ano anterior. De novembro a dezembro, o IPC aumentou 0,3%.
A inflação subjacente, que exclui os preços mais voláteis de energia e alimentos, caiu para 3,9% em 12 meses até dezembro.
- Habitação, causa principal -
Os preços da habitação "continuaram a aumentar em dezembro, contribuindo pela metade para o aumento mensal", afirmou o Departamento do Trabalho em seu comunicado.
Outras categorias, como mobiliário e serviços pessoais, diminuíram.
Joe Biden declarou em um comunicado que ainda "há muito a ser feito para reduzir os preços para as famílias e trabalhadores americanos".
"Os republicanos extremistas não têm nenhum projeto para diminuir o custo de vida", acrescentou o presidente democrata, que reconhece que os aumentos de preços e sua idade (81 anos) são as principais desafios de sua campanha para um segundo mandato, que ele buscará nas eleições deste ano.
- "Um passo atrás" -
O Partido Republicano inicia suas primárias na segunda-feira para escolher seu candidato para a eleição presidencial de novembro, com o ex-presidente Donald Trump (2017-2021) como grande favorito.
Os republicanos acusam regularmente Biden de ter alimentado o aumento de preços ao adotar medidas de aumento dos gastos públicos e investimentos em massa no contexto da crise da pandemia de coronavírus.
Este aumento inflacionário, embora leve, ocorre após vários meses de otimismo moderado.
"Dois passos para frente, um passo para trás nesta batalha contra a inflação. E dezembro é, evidentemente, um passo para trás", resumiu Robert Frick, economista da Navy Federal Credit Union.
Claro que a inflação subjacente, que representa o núcleo duro de preços, diminuiu de 4% para 3,9% em 12 meses e permaneceu estável no mês em 0,3%, um dado relevante.
"Além das variações mensais, os dados mostram, em conjunto, avanços contínuos, mas lentos, no controle da inflação em direção à meta de 2%" do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), destacou Rubeela Farooqi, economista da consultoria High Frequency Economics.
O aumento de preços atingiu 9,1% em 12 meses até junho de 2022, um nível inédito desde 1981.
Com esses dados, parece possível que a inflação continue diminuindo e não haja uma recessão ou um aumento do desemprego devido às altas taxas de juros.
Um "pouso suave" - como é conhecido esse cenário de moderação inflacionária sem recessão - é viável, enfatizou na terça-feira a secretária do Tesouro, Janet Yellen, durante uma viagem a Vienna, no estado da Virgínia.
O Fed, diante dos dados de uma inflação que tende a se moderar, manteve suas taxas de juros de referência entre 5,25% e 5,50% e antecipou várias reduções em 2024, ao final de sua última reunião de política monetária do ano de 2023, em dezembro.
As taxas de juros mais altas permitem ao Fed agir sobre o consumo e o investimento, que diminuem devido ao encarecimento do crédito. Isso reduz as pressões sobre os preços.
A.Levy--CPN