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Na véspera do Ano Novo, alemães se refugiam com seus cães do caos pirotécnico em aeroporto
Enquanto os alemães se preparam para lançar mais de 40.000 toneladas de fogos de artifício na celebração do Ano Novo, Anja Gerauer planeja sua fuga na esperança de proteger sua cadela Joy de uma noite de barulhos assustadores.
Como centenas de outros donos de animais de estimação, ela reservou um quarto em um hotel perto do aeroporto, onde a proibição de fogos de artifício significa que o caos estará bem longe na chegada de 2026.
Gerauer, uma cineasta de 56 anos que mora perto de Frankfurt, ainda lembra do primeiro réveillon que celebrou depois de adotar sua cadela vira-lata em um abrigo na Romênia há três anos.
"Ela latiu a noite toda e ficou tremendo debaixo da cama. Não vou voltar a submeter nem a mim nem à minha cadela a isso", disse à AFP.
Organizações médicas e sindicatos policiais alemães pressionam há tempos para que seja proibido soltar fogos de artifício, destacando o número anual de feridos, sobretudo por artefatos explosivos ilegais e caseiros.
A reivindicação é reiterada por grupos ambientalistas preocupados com a poluição do ar por partículas finas, assim como entidades de defesa do bem-estar animal.
"O barulho, o cheiro de queimado e as luzes intermitentes são um pesadelo para os animais", alertou a Federação Alemã de Proteção Animal.
O diretor dos dois zoológicos de Berlim, Andreas Knieriem, também pediu o veto da queima de fogos no centro da cidade, visto que as explosões estressam os animais em locais fechados e na natureza.
"Por que algumas pessoas querem criar voluntariamente uma atmosfera de guerra em sua vizinhança é um mistério para mim", afirmou.
- Noite explosiva -
Como todos os anos, um acalorado debate foi retomado na Alemanha sobre a conveniência de uma proibição, à qual o governo liderado por Friedrich Merz resiste.
"A véspera de Ano Novo na Alemanha é a noite em que todas as pessoas simpáticas, normais, práticas e avessas ao risco são substituídas por incendiários que exibem pólvora e procuram a morte", escreve o autor britânico Adam Fletcher em seu livro "How to Be German" (Como ser alemão, em tradução livre).
Este ano promete terminar da mesma forma: as importações de fogos de artifício aumentaram 62% em relação a 2025 e chegaram a 42.400 toneladas, segundo dados até setembro do instituto de estatística.
Os números não incluem as importações ilegais, consideradas especialmente perigosas e responsáveis por muitas lesões graves, como perda de visão, danos auditivos, queimaduras ou amputações de mãos.
A Associação de Pirotecnia e Fogo de Artifício Artísticos tem refutado muitas destas preocupações e argumenta que os acidentes graves ocorrem "quase exclusivamente devido aos fogos de artifício ilegais".
Até agora, muitos políticos rejeitaram sua proibição, com medo de serem criticados.
O prefeito da capital alemã, Kai Wegner, disse que "99% dos berlinenses usam fogos de artifício de forma muito responsável" e que "não tem intenção de punir essas famílias".
Gerauer e sua cadela Joy, por sua vez, esperam fazer um passeio relaxante pelo bosque antes de se hospedarem no hotel Moxy do aeroporto.
"Foram reservados cerca de 100 quartos para clientes com cães", disse uma recepcionista à AFP.
Outros donos de pets optam simplesmente por acampar nos terminais aéreos.
Um porta-voz do aeroporto de Düsseldorf afirmou que "não é raro ver tutores de cães visitando o terminal na noite de réveillon e relaxando nos bancos com seus amigos de quatro patas aos seus pés".
A.Levy--CPN