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Startup de IA arrecada US$ 1 bilhão e busca 'mudança de paradigma'
A startup francesa de inteligência artificial AMI, cofundada por Yann LeCun, ex-diretor científico de IA da Meta, anunciou nesta terça-feira (10) que arrecadou 1 bilhão de dólares (R$ 5,15 bilhões) para avançar rumo a "uma mudança de paradigma" que vá além dos modelos de linguagem preditivos.
A AMI (Advanced Machine Intelligence), avaliada em 3,5 bilhões de dólares (R$ 18 bilhões) antes desta rodada de financiamento, atraiu grandes grupos na operação, entre eles Toyota, Nvidia e Samsung, além de figuras conhecidas do setor tecnológico, como o ex-CEO do Google Eric Schmidt e o fundador da Amazon, Jeff Bezos.
O objetivo de LeCun, uma das grandes referências da IA e co-vencedor em 2018 do prêmio Turing - considerado o Nobel da Informática -, é fazer com que "uma IA compreenda o mundo físico, o mundo real", explicou em entrevista à AFP.
O pesquisador já fala na "próxima revolução da IA", distante do ChatGPT e de outros agentes conversacionais.
Há vários anos, LeCun tornou-se uma voz crítica da IA generativa, destacando os limites dos grandes modelos de linguagem (LLM), nos quais se baseiam os agentes conversacionais.
Foi essa divergência que o levou a deixar a Meta quando o grupo passou a priorizar o desenvolvimento dos LLM, afirma, embora diga manter "boas relações com Mark Zuckerberg".
"Estou muito claramente do lado da mudança de paradigma", declarou.
O cientista quer criar modelos capazes de raciocinar não apenas a partir da linguagem, mas a partir de muitos dados diferentes, "como os animais e os seres humanos".
- "Velocidade superior" -
Junto com seus cinco cofundadores, o engenheiro trabalha na mesma linha do projeto que conduziu na Meta sobre uma nova arquitetura de IA chamada JEPA.
"É a continuação direta desse projeto, mas passando a uma velocidade superior", disse LeCun, que possui dupla nacionalidade francesa e americana.
"Yann LeCun abre uma nova página da inteligência artificial. Esta é a França dos pesquisadores, dos construtores e dos audazes", elogiou o presidente francês, Emmanuel Macron, na rede social X.
A AMI, cuja sede fica em Paris, já possui escritórios em Nova York, Singapura e Montreal.
Com essas novas pesquisas sobre os "modelos mundiais", a equipe espera desenvolver aplicações industriais que vão além do alcance dos LLM. A ideia é conseguir analisar e prever processos complexos, como o funcionamento de um motor de avião, de uma usina elétrica ou de um órgão de um paciente.
LeCun, professor da Universidade de Nova York, explicou que no primeiro ano a AMI se concentrará em pesquisa e desenvolvimento.
Entre três e cinco anos, o objetivo é "produzir sistemas inteligentes mais ou menos universais que possam ser usados para praticamente qualquer aplicação que exija máquinas inteligentes", especialmente condução autônoma e robótica.
A.Agostinelli--CPN