-
Mostra de San Sebastián homenageia Werner Herzog, o cineasta dos extremos
-
Cuba sofre sétimo apagão geral do ano
-
Quase 70% dos cubanos vivem em situação de pobreza, revela estudo
-
Governador da Califórnia assina decreto para criar 'interruptor de emergência' para a IA
-
Associação busca reconhecimento de costa-riquenho de 119 anos como o homem mais longevo da história
-
França, o novo elo fraco da zona do euro
-
Pesquisadores dizem ter hackeado OpenAI usando IA Claude, da Anthropic
-
Kylian Mbappé troca Nike pela marca suíça On
-
No Oiapoque, o petróleo alimenta sonhos e temores
-
Tóquio testa robôs coletores de lixo na estação de trem mais movimentada do mundo
-
IA avança para criação autônoma de novas versões, alerta Anthropic
-
Unesco pode ser "moderador" no debate sobre IA, afirma diretor
-
Congressista republicana de origem cubana diz a Trump que latinos se sentem "traídos"
-
Príncipe Harry aparece em público após retorno para o Reino Unido
-
EUA inclui empresas militares e do setor do níquel de Cuba à sua lista de sanções
-
Charles III alerta executivos de tecnologia sobre 'perigos existenciais' da IA
-
É possível 'desligar' uma inteligência artificial?
-
Mbappé é criticado por direita e extrema direita em episódio com camisa de Ceuta
-
Documento asteca histórico retorna ao México emprestado pela França
-
Carney ignora ameaças de Trump e celebra 'nova aliança' do Canadá com a UE
-
Ucrania prevê gasto recorde em defesa para 2027
-
Austrália vai reduzir imigração para solucionar crise da habitação
-
OpenAI promete comunicar sistematicamente 'desalinhamentos' de IA
-
Fed contraria Trump e aumenta juros para conter inflação
-
Justiça argentina ordena interrupção de operações petroleiras nas Malvinas
-
Fed eleva juros para conter inflação, contrariando Trump
-
Fed aumenta juros ante inflação, indo contra linha de Trump
-
Canadá e Alemanha se aliam por uma IA "a serviço da população"
-
'Estamos perdendo o controle', diz à AFP pioneiro da IA Yoshua Bengio
-
IA ameaça aumentar desigualdades de gênero no mercado de trabalho, segundo relatório
-
Seca causada pelo El Niño assola a América Central
-
Renault investirá mais € 319 milhões no Brasil com a chinesa Geely
-
CEO da Meta rejeita apelos para desacelerar o desenvolvimento da IA
-
Helen Mirren mergulha na psicologia de Patricia Highsmith em 'A Talent For Murder'
-
Empresa de IA Mistral critica atores que buscam 'fortalecer sua posição no mercado'
-
Morre aos 85 anos, em Paris, documentarista chileno Patricio Guzmán
-
OpenAI, Anthropic e Google buscam criar órgão de supervisão de riscos da IA
-
Volta às aulas marcada pelo medo em região devastada por terremotos na Venezuela
-
Ex-funcionário do Google afirma que 'a IA tem o potencial de nos matar'
-
Justiça francesa condena auxiliar escolar por abusos sexuais de crianças
-
'Está nos deixando mais burros', população mundial divide opiniões sobre a IA
-
Comércio varejista desacelera em agosto na China
-
Japão tem mais de 100.000 pessoas com mais de 100 anos pela primeira vez
-
Começa o Emmy nos EUA com "O Segredo de Widow's Bay" e "The Pitt" como favoritos
-
Nova York fecha 12 sites de pornografia "deepfake" com imagens de celebridades e políticos
-
Venezuela é convidada para reuniões do G20 nos EUA sobre 'abundância energética'
-
Maior refinaria da África abre seu capital na bolsa
-
Trump diz que há uma 'conspiração doentia' contra a IA
-
Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, encurta nome para 'Novo'
-
Kennedy Center enfrenta risco de falência e fechamento, afirma Washington Post
Ouro e prata batem recorde diante de temor de novas tarifas dos EUA
O ouro e a prata atingiram preços recorde nesta segunda-feira (19), após as ameaças de Donald Trump de impor tarifas a vários países europeus, que se opõem ao controle dos Estados Unidos sobre a Groenlândia.
Durante a sessão matinal das bolsas asiáticas, houve uma corrida para os ativos refúgio, o que levou o preço do ouro a US$ 4.690,59 (R$ 25.232, na cotação atual) por onça, enquanto a prata alcançou US$ 94,12 (R$ 506,29) por onça.
O presidente americano acirrou as tensões geopolíticas ao insistir que os Estados Unidos assumirão o controle da Groenlândia, um território autônomo da Dinamarca, alegando motivos de segurança nacional diante dos avanços russos e chineses no Ártico.
Na última sexta-feira, após uma tentativa frustrada de resolver as divergências com as autoridades da ilha ártica e da Dinamarca, Trump anunciou que estabeleceria tarifas a oito países por se oporem às suas exigências.
Segundo ele, a partir de 1º de fevereiro, imporia tarifas de 10% sobre as importações de Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia.
Estas taxas subiriam para 25% até 1º de junho caso continuassem sua oposição, indicou o republicano.
Em reação, o preço do ouro e da prata, considerados investimentos seguros, aumentou, enquanto o dólar se desvalorizou e os futuros europeus e americanos despencaram.
As bolsas de Tóquio, Hong Kong, Xangai, Sydney, Singapura e Wellington caíram na abertura desta segunda-feira. No entanto, registraram-se altas nas bolsas de Seul e Taipé.
- Possíveis respostas -
Diante da gravidade da situação, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, anunciou uma cúpula extraordinária dos líderes da União Europeia "nos próximos dias", após uma reunião de emergência dos embaixadores dos países do bloco.
"Juntos, nos mantemos firmes em nosso compromisso de defender a soberania da Groenlândia e do Reino da Dinamarca", afirmou, por sua vez, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no X.
Paralelamente à busca de uma solução diplomática, os países europeus pediram à Comissão Europeia (o braço executivo do bloco) que examine possíveis respostas.
O mandatário francês, Emmanuel Macron, indicou que tinha a intenção de solicitar a ativação do poderoso instrumento anticoerção da UE em caso de novas tarifas americanas.
Este instrumento, chamado de "bazuca comercial", permite limitar as importações de um país ou o seu acesso a determinados mercados públicos e bloquear certos investimentos.
Outra possível resposta para os países do bloco seria reativar medidas de retaliação sobre uma lista no valor de 93 bilhões de euros (R$ 580 bilhões) em produtos americanos.
Charu Chanana, estrategista-chefe de investimentos na Saxo Markets, salientou que o ponto-chave será ver se a situação passa da retórica a medidas concretas.
"Não é o mesmo mencionar o instrumento anti-coerção como um sinal simbólico e ativá-lo realmente como uma medida formal", observou.
M.P.Jacobs--CPN