-
Nubank recebe aprovação inicial para operar como banco nos EUA
-
Venezuela abre sua indústria petrolífera a investimentos privados sob pressão dos EUA
-
Trump anuncia que mandou reabrir o espaço aéreo da Venezuela
-
Colômbia restringe importação de drones diante dos ataques de guerrilheiros
-
Grupo petroquímico Dow cortará 4.500 postos de trabalho
-
Diante da pressão ocidental, Irã ameaça com 'resposta esmagadora'
-
Trump lida com consequências de ataque armado em Minneapolis, dois agentes de imigração são suspensos
-
Samsung registra lucro trimestral recorde graças à demanda por chips de IA
-
Nasa prevê lançamento de missão para troca de astronautas da ISS em 11/2
-
Lula defende soberania do Panamá sobre o Canal, questionada por Trump
-
Copom mantém taxa Selic em 15%, mas prevê 'flexibilização'
-
SpaceX quer fazer IPO em data que coincida com alinhamento planetário e aniversário de Musk
-
Trump adverte prefeito de Minneapolis sobre migração e tensão volta a escalar
-
Fed mantém taxas de juros inalteradas e desafia pressão de Trump
-
Irã adverte que 'vai responder como nunca' em caso de ataque dos EUA
-
Uma das últimas sobreviventes do Holocausto alerta para ressurgimento do antissemitismo
-
Mundo não está preparado para o aumento do calor extremo, dizem cientistas
-
Suécia planeja proibir celulares em escolas de níveis fundamental e médio
-
Amazon corta 16 mil empregos como parte de estratégia para investir em IA
-
Japão ainda está longe de alcançar a paridade de gênero nas eleições legislativas
-
Petróleo brasileiro gera inveja e debate na Guiana Francesa
-
Otan deve se tornar mais europeia, afirma chefe da diplomacia da UE
-
América Latina e Caribe impulsionam plano de ajuda ao Haiti
-
Senado dos EUA convoca chefes das principais agências migratórias
-
Celebridades convocam protestos contra ações da polícia migratória dos EUA
-
Bombardeios russos na Ucrânia matam 11 pessoas e atingem trem de passageiros
-
Melania Trump faz 'apelo à unidade' após mortes em Minneapolis
-
Bombardeios russos na Ucrânia matam ao menos 10 pessoas e atingem usinas energéticas
-
UE ajudará Google a abrir Android para serviços de IA concorrentes
-
Califórnia investiga TikTok por censurar críticas a Trump
-
Adani e Embraer anunciam acordo para fabricar aviões na Índia
-
Indignação na Itália por participação de divisão do ICE nos Jogos Olímpicos de Inverno
-
Grande tempestade de inverno deixa pelo menos 30 mortos nos EUA
-
Blazy estreia na alta-costura e exalta a natureza para a Chanel
-
'Nossas crianças serão as próximas', temem quenianos enquanto a seca devasta o gado
-
Trump afirma que Irã quer negociar enquanto porta-aviões americano chega ao Oriente Médio
-
UE e Índia assinam acordo comercial histórico após duas décadas de negociações
-
Prefeito de Minneapolis anuncia a saída de 'alguns' agentes de imigração e Trump modera seu discurso
-
Victoria Beckham é condecorada na França em meio a problemas familiares
-
Kanye West nega ser 'nazista' ou 'antissemita' e fala sobre seu transtorno mental
-
Gigante dos videogames Ubisoft planeja cortar 'até 200 postos' de trabalho na França
-
Trump baixa o tom e anuncia colaboração com governador de Minnesota após morte de civis
-
Novo estilista da Dior aposta em flores para sua estreia na Semana de Alta-Costura de Paris
-
Juíza federal avalia suspender campanha da polícia migratória em Minneapolis
-
América Latina e Caribe buscam plano de ajuda para Haiti após tentativa fracassada da ONU
-
Grande tempestade de inverno deixa ao menos 11 mortos nos EUA
-
Ouro ultrapassa marca histórica de US$ 5.000 em meio à incerteza sobre Trump
-
Cúpula do Mar do Norte na Alemanha é marcada por tensões no Ártico
-
França decreta prisão preventiva para capitão de navio suspeito de fazer parte da 'frota fantasma' russa
-
Apagões, voos cancelados, supermercados vazios: tempestade causa estragos nos EUA
Embora resistente, economia global mostra sinais de alerta, diz chefe do FMI
A economia global está se saindo melhor do que o esperado, mas não o suficiente, disse a diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, nesta quarta-feira (8).
A diretora fez a declaração em seu tradicional discurso de abertura antes das reuniões do FMI e do Banco Mundial, agendadas para a próxima semana em Washington.
A economia global "tem, no geral, resistido a tensões agudas" e evolui "melhor" do que o esperado, "mas pior do que precisamos", disse Georgieva.
O relatório anual do FMI sobre o estado da economia global, que será publicado na terça-feira, deve prever "um crescimento global de cerca de 3% a médio prazo", em linha com os anos anteriores, mas ainda "em declínio em comparação com os 3,7% (média anual) observados antes da pandemia", enfatizou.
"Em abril, vários especialistas — não fazíamos parte deles — previram uma recessão de curto prazo nos Estados Unidos com consequências negativas para o resto do mundo. Mas a economia americana, assim como a de vários países desenvolvidos e emergentes, se manteve", explicou.
Alguns fatores que explicam isso são as tarifas americanas mais baixas do que o inicialmente esperado, embora o país esteja agora entre os que mais cobram impostos sobre produtos importados, além das condições financeiras que sustentam a economia, um setor privado que se adaptou e sólidos fundamentos políticos.
No entanto, se a economia resistiu aos choques, sua "resistência ainda não foi totalmente testada", alertou Georgieva, listando vários sinais de alerta, como "um aumento na demanda global por ouro" e o risco persistente de que as tarifas impulsionem a inflação.
- Dívida pública mundial em alta -
A chefe do FMI teme que a confiança nos círculos financeiros acabe "se revertendo brutalmente", o que poderia ameaçar o financiamento necessário às empresas.
Ela também destacou o risco de uma "correção violenta" nos preços das ações de empresas ligadas ao desenvolvimento da inteligência artificial (IA), cuja "capitalização parece estar caminhando para níveis que não víamos há 25 anos" durante a "bolha" da internet.
Diante desses riscos, Georgieva instou os Estados Unidos a preservar o comércio internacional "como um motor de crescimento", enquanto investem com prudência para "fortalecer o crescimento sustentável".
Como em reuniões anteriores, a diretora também instou os Estados a "colocar a casa em ordem", particularmente recriando margens orçamentárias para lidar com crises futuras, ao mesmo tempo em que põem fim a "desequilíbrios excessivos", como o consumo excessivo nos Estados Unidos ou o investimento excessivo na China.
A trajetória da dívida pública mundial permanece inalterada, com a proporção prevista para atingir 100% do PIB global em 2029, impulsionada principalmente por Estados Unidos, China e países europeus, enquanto os mercados de títulos se contraem e as taxas de juros sobem significativamente para países como Japão, França e Reino Unido.
A consequência para os países é "o aumento das taxas de juros, uma pressão crescente sobre os custos de financiamento que pesa sobre outras despesas e reduz a capacidade dos governos de resistir a choques", alertou Georgieva.
M.García--CPN