-
Principal sindicato da Bolívia declara greve por tempo indeterminado contra governo
-
Trabalhadores protestam em Caracas após aumento salarial
-
Trump anuncia aumento de tarifas para carros e caminhões da UE a 25%
-
Pentágono assina acordo de IA com grandes empresas tecnológicas sem Anthropic
-
Trump anuncia aumento de 25% em tarifas sobre carros e caminhões da UE
-
Irã apresenta nova proposta para destravar as negociações de paz com os EUA
-
Acordo comercial UE-Mercosul entra em vigor nesta sexta-feira de forma provisória
-
Líder supremo do Irã desafia EUA e petróleo dispara
-
Britney Spears é acusada de dirigir sob efeito de álcool e drogas
-
Voos comerciais de EUA à Venezuela são retomados após 7 anos
-
Colômbia avalia enviar hipopótamos de Pablo Escobar à Índia a pedido de bilionário
-
Trump qualifica Charles III como 'o maior de todos os reis' ao concluir visita de Estado
-
Rio respira ar latino antes do megashow da Shakira
-
Aeroporto de Bogotá interrompe brevemente suas operações devido a um drone
-
Economia dos EUA cresce menos que o esperado e inflação dispara
-
Preços do petróleo caem após maior alta em quatro anos
-
Casa Branca se opõe a ampliar acesso da Anthropic ao modelo Mythos, diz imprensa
-
Foguete europeu Ariane 6 colocou em órbita o 2º lote de satélites da Amazon Leo
-
Irã desafia bloqueio dos EUA e preço do petróleo dispara
-
Países unem forças em Santa Marta para começar a se afastar do petróleo
-
Rei Charles III expressa 'solidariedade' com EUA no memorial de 11 de Setembro em NY
-
Alphabet dispara e seus rivais cambaleiam diante dos custos da IA
-
Trump crê que EUA vai voltar a pisar na Lua antes do fim de seu mandato
-
Suprema Corte dos EUA limita redistribuição eleitoral destinada a favorecer minorias
-
O que o futuro reserva à Opep após a saída dos Emirados Árabes Unidos?
-
Fed mantém taxas de juros inalteradas pela terceira reunião consecutiva
-
Chefe de gabinete de Milei se defende no Congresso de suspeitas de corrupção
-
Trump diz ao Irã que 'é melhor ficarem espertos logo' e aceitarem acordo nuclear
-
Guerra no Irã ameaça levar mais de 30 milhões de pessoas à pobreza
-
MBDA e Safran lançam primeiro teste de foguete de longo alcance Thundart
-
Powell é foco de reunião do Fed, que deve manter juros
-
Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias'
-
UE acusa Meta de permitir acesso de menores de 13 anos ao Facebook e Instagram
-
Canal do Panamá descarta especulação com preços por bloqueio de Ormuz
-
'Independência': países em Santa Marta pedem fim do uso de combustíveis fósseis
-
Charles III pede que EUA se mantenha fiel aos aliados ocidentais
-
Musk e Altman, frente à frente em ação judicial sobre a OpenAI
-
Emirados Árabes Unidos deixarão Opep em maio para proteger 'interesse nacional'
-
Lucro líquido da montadora chinesa BYD cai 55% no 1º trimestre
-
Emirados Árabes Unidos vão deixar Opep a partir de maio
-
Preços das commodities sobem com guerra e outros fatores, diz Banco Mundial
-
Jovem se declara culpado na Áustria de planejar atentado contra show de Taylor Swift
-
Quase 60 países participam de primeiro encontro na Colômbia para superar as energias fósseis
-
Colisão de trens na Indonésia deixa 15 mortos e dezenas de feridos
-
Ex-atriz faz depoimento emotivo em novo julgamento por estupro contra Weinstein
-
Personalidade de Elon Musk, no centro da batalha jurídica contra a OpenAI
-
Colisão entre trens perto de Jacarta deixa ao menos cinco mortos
-
Rei Charles III se reúne com Trump em tentativa de recompor relações
-
Rei Charles III chega aos EUA para reforçar vínculos com Trump
-
Começa seleção do júri na batalha legal de Musk contra OpenAI
Os últimos acontecimentos na guerra entre Irã e Israel
Os Estados Unidos bombardearam neste domingo (22) três instalações nucleares chave do Irã, somando-se à ofensiva lançada por Israel em 13 de junho.
Algumas horas depois, o Irã lançou 40 mísseis contra Israel e ameaçou os Estados Unidos com represálias "que lamentarão".
Estes são os eventos mais recentes:
- Intervenção dos Estados Unidos -
Após vários dias de incerteza sobre uma possível intervenção, o presidente Donald Trump anunciou que os Estados Unidos realizaram ataques contra as três principais instalações nucleares do Irã: Fordo, Natanz e Isfahan.
O presidente republicano descreveu a ação como um "feito militar espetacular".
Os meios de comunicação iranianos confirmaram os ataques que, segundo o Crescente Vermelho iraniano, não causaram vítimas.
"O Irã, o valentão do Oriente Médio, agora deve fazer as pazes", afirmou Trump. Se não o fizer, os ataques futuros "serão muito maiores e muito mais fáceis", ameaçou.
O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, afirmou que o programa nuclear iraniano foi "devastado".
Hegseth detalhou que os Estados Unidos utilizaram sete bombardeiros furtivos B-2 nos ataques.
Esses aviões são os únicos capazes de transportar as poderosas bombas antibunker tipo GBU-57.
Essas ogivas de 13 toneladas podem penetrar dezenas de metros de profundidade antes de explodir, o que permite atingir alvos profundamente enterrados, como a instalação de Fordo.
Israel não possui esse tipo de armamento.
O Exército israelense informou que está "verificando" os resultados dos bombardeios americanos contra Fordo, que está enterrada em profundidade.
- "Nenhum perigo" de contaminação -
A porta-voz do governo iraniano afirmou que não há "nenhum perigo" para as pessoas que vivem nas proximidades das instalações nucleares atacadas.
A autoridade de segurança nuclear iraniana e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) disseram que não detectaram nenhum sinal de contaminação nos três locais bombardeados.
"É claro que sofremos danos, mas não é a primeira vez que isso ocorre nesse setor", disse Behruz Kamalvandi, porta-voz da organização nuclear iraniana, enfatizando que os conhecimentos técnicos iranianos "não podem ser destruídos".
- Reação do Irã -
A Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã, advertiu0 os Estados Unidos que "esperem represálias que lamentarão". O Irã "utilizará opções que estão além da compreensão", afirmaram.
O presidente iraniano, Masud Pezeshkian, condenou a "agressão" dos Estados Unidos, e seu chanceler, Abbas Araqchi, denunciou o "comportamento extremamente perigoso, anárquico e criminoso" dos Estados Unidos.
Poucas horas depois dos ataques americanos, a agência de notícias iraniana Irna informou o lançamento de 40 mísseis contra Israel. Teerã disse que os alvos incluíam o aeroporto internacional Ben Gurion, perto de Tel Aviv, e um "centro de pesquisa biológica", entre outros alvos.
Jornalistas da AFP verificaram danos significativos em bairros residenciais no norte e no sul de Tel Aviv.
Os serviços de emergência israelenses relataram 23 feridos.
As autoridades iranianas também anunciaram que executaram um homem condenado por ser agente do Mossad, o serviço de espionagem israelense.
- Israel agradece a Trump e lança novos ataques -
"Obrigado, o povo de Israel agradece a vocês", declarou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em uma mensagem de vídeo em inglês dirigida a Trump.
"Na ação desta noite contra as instalações nucleares do Irã, os Estados Unidos demonstraram ser verdadeiramente incomparáveis", disse.
Netanyahu considerou ainda que, com esta ação, o presidente americano impõe um "ponto de inflexão histórico que pode ajudar a levar o Oriente Médio" em direção a "um futuro de prosperidade e paz".
O Exército israelense anunciou o lançamento de uma nova onda de ataques contra alvos militares no oeste do Irã, incluindo lançadores de mísseis. A agência de notícias iraniana Isna informou a morte de quatro soldados em uma base no norte do país.
O porta-voz militar do Exército israelense, Effie Defrin, disse que a campanha israelense contra o Irã continua e que o objetivo é "eliminar a ameaça existencial ao Estado de Israel, golpear o programa nuclear do Irã e destruir seu sistema de mísseis".
Meios de comunicação iranianos relataram que "ouviu-se uma forte explosão" na tarde de domingo na província de Bushehr, no sul do Irã, que abriga a única usina nuclear do país.
Agências de notícias iranianas também informaram que a aviação israelense "atingiu dois armazéns de resíduos na zona militar de Yazd", no centro do país.
- Balanço de vítimas -
Desde 13 de junho, a campanha israelense causou a morte de mais de 400 pessoas no Irã, segundo o último balanço do Ministério da Saúde iraniano publicado no sábado.
Por outro lado, os mísseis e drones iranianos causaram a morte de 25 pessoas em Israel.
A ONG americana Human Rights Activists News Agency (HRANA) informou pelo menos 657 mortos e 2.000 feridos no Irã, entre civis e militares.
burs-nr-cm/hme/cab/tmt/roc/zm/avl/meb/jvb/dd
A.Mykhailo--CPN