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Energias renováveis na mira após grande apagão na Espanha
O boom das energias renováveis debilitou a rede elétrica espanhola? Dois dias depois do enorme apagão que afetou a península, as perguntas desta quarta-feira (30) se centram no mix energético ibérico, para além das mensagens tranquilizadoras das autoridades.
"A falta de nucleares e o 'boom' das renováveis derrubaram a rede elétrica", afirma o jornal conservador ABC em sua capa. "Corredor ignora os alertas sobre as renováveis há cinco anos", lamenta, por sua vez, o El Mundo, apontando a presidente do operador da rede elétrica espanhola.
Na mira desses dois jornais, assim como na dos partidos de oposição, está a política energética implementada nos últimos anos pelo governo presidido pelo socialista Pedro Sánchez, que tornou a Espanha um dos líderes europeus da transição verde.
Segundo o operador da rede elétrica espanhola REE, a energia solar e eólica representaram em 2024 cerca de 40% do mix elétrico espanhol. Esse número representa quase o dobro que em 2014, e praticamente o dobro da proporção de energia nuclear, que ano passado caiu a 20%.
Uma evolução que o Executivo defende com firmeza, se comprometendo a fechar todas as centrais nucleares em até dez anos.
Essa postura também gera tensões no país, ao mesmo tempo em que vários relatórios apontaram nos últimos meses possíveis riscos mediante a falta de medidas contundentes para adaptar a rede.
Em seu documento financeiro anual publicado no final de fevereiro, a empresa matriz da REE, Redeia, havia alertado que "a alta penetração de geração renovável sem as capacidades técnicas necessárias para um comportamento adequado ante perturbações (...) pode gerar desconexões de geração".
Essas "podem chegar a ser severas, chegando a produzir uma falta de equilíbrio de geração-demanda, o que afetaria significativamente o abastecimento elétrico", acrescentou a companhia, fazendo referência a riscos "para o curto e o médio prazo".
Uma mensagem reforçada pelo regulador da concorrência espanhol (CNMC) em um relatório de janeiro.
"Em alguns momentos, as tensões da rede de transporte" de eletricidade chegaram a "alcançar valores máximos próximos aos níveis permitidos pela lei, chegando, até mesmo, a superá-los em momentos pontuais", escreveu o organismo.
Após o apagão de segunda, alguns especialistas do setor se perguntaram sobre um possível desequilíbrio entre a produção e a demanda, mais difícil de corrigir sem as tecnologias adequadas em uma rede onde a eólica e a solar têm maior peso, como possível causador do colapso.
Em uma entrevista nesta quarta à rádio Cadena Ser, a presidente da Redeia e REE, a ex-ministra e ex-deputada socialista Beatriz Corredor, afirmou, no entanto, que o mix renovável era "seguro" e funcionava "de forma estável".
"Relacionar o incidente tão grave de segunda com uma penetração de renováveis não é verdade, não é correto", insistiu Corredor, que indicou que o relatório financeiro publicado em fevereiro apenas enumerava potenciais riscos, como exige a legislação.
A.Leibowitz--CPN