-
Dow Jones supera os 50.000 pontos pela primeira vez em sua história
-
ONU alerta que mais de 4 milhões de meninas podem sofrer mutilação genital neste ano
-
PSG recebe prazo para pagar 5,9 milhões de euros a Mbappé
-
Drone russo atinge refúgio de animais na Ucrânia
-
Trump apaga vídeo racista que retratava os Obama como macacos
-
Trump provoca fúria ao publicar vídeo dos Obama como macacos
-
Japoneses vão às urnas com primeira-ministra apoiada por Trump e em busca da maioria
-
Toyota anuncia novo CEO e eleva previsões de lucros
-
Anthropic lança novo modelo e aumenta rivalidade com OpenAI
-
Argentina assina acordo de comércio e investimento com os EUA
-
Milhares são evacuados por chuvas em Espanha e Portugal, que confirma 2º turno presidencial
-
Brasileiro bate recorde mundial ao correr 188 km em esteira por 24 horas
-
Fórum de Davos investiga vínculos de seu CEO com Epstein
-
Tempestade Leonardo provoca enchentes e deslocamentos em Portugal e Espanha
-
Irã quer limitar conversas com EUA ao seu programa nuclear
-
Incêndios florestais de grande magnitude são a 'nova normalidade' da Patagônia, diz especialista
-
Nova tripulação está pronta para voar à EEI após evacuação médica
-
Europa busca autonomia tecnológica frente aos Estados Unidos
-
Governo Trump investiga Nike por suposta discriminação contra pessoas brancas
-
Leste de Cuba enfrenta apagão
-
Apresentadora americana suplica pela vida de sua mãe aos sequestradores
-
Indígenas protestam contra exploração de rios amazônicos para exportação de grãos
-
Guterres considera fim do acordo nuclear entre EUA e Rússia um 'momento sério' para a paz
-
Rússia afirma que não está mais ligada ao tratado Novo Start
-
'Ajoelhados, jamais': Venezuela relembra aniversário do golpe de Chávez
-
Centros de dados em órbita são uma possibilidade diante da demanda de energia para IA
-
Arábia Saudita emitirá passaportes para camelos
-
Ex-príncipe Andrew deixa Windsor, mas segue no olho do furacão
-
Acusado de estupro, filho da princesa de Noruega reconhece uma vida de excessos
-
CK Hutchison aciona arbitragem contra Panamá após anulação de sua concessão no canal
-
Milei ante o dilema de negociar com a China e agradar a Trump
-
Governo italiano garante que ICE não terá nenhum papel 'operacional' nos Jogos de Milão-Cortina
-
EUA põe fim à paralisação parcial do governo federal
-
Espanha quer proibir acesso de menores de 16 anos às redes sociais
-
Congresso dos EUA põe fim ao fechamento do governo
-
Cuba registra recorde de temperatura mínima de 0º C
-
Alemanha tem a maior proporção de trabalhadores com mais de 55 anos da UE
-
Aclamado filme iraquiano mostra jugo de Saddam Hussein da perspectiva infantil
-
Ex-embaixador britânico Mandelson deixará Câmara dos Lordes por vínculos com Epstein
-
ICE é principal ponto de discórdia em votação para acabar com 'shutdown' nos EUA
-
Filho da princesa herdeira da Noruega se declara não culpado por estupro
-
Walt Disney nomeia Josh D'Amaro como seu próximo CEO
-
Reino Unido abre investigação contra a rede X por imagens sexuais falsas
-
Nasa adia missão lunar Artemis 2 após detectar vazamento de combustível
-
Justiça francesa chama Musk para depor e determina buscas em sedes da rede X
-
Filho da princesa herdeira da Noruega é julgado por acusações de estupro
-
Xi defende mundo multipolar 'ordenado'
-
Musk funde xAI com SpaceX em tentativa de desenvolver datacenters espaciais
-
Chefe do instituto que mede a inflação na Argentina renuncia
-
María Corina considera reunião com Delcy para definir 'cronograma de transição' na Venezuela
América Latina será a região com menor crescimento em 2025, diz Banco Mundial
A América Latina será a região com o menor crescimento a nível global este ano, com 2,1%, alertou o Banco Mundial nesta quarta-feira (23), ao destacar o baixo investimento, a alta dívida e a volatilidade global como obstáculos ao seu desenvolvimento.
Em uma prévia de seu relatório sobre a América Latina e o Caribe, a organização financeira internacional expressa preocupação com as tensões comerciais causadas pelas tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Nesse contexto, o Banco Mundial prevê um crescimento econômico regional de 2,1% neste ano e 2,4% em 2026. Porém, ao contrário do Fundo Monetário Internacional (FMI), não prevê uma contração econômica no México, mas sim uma estagnação.
Até 2025, o Brasil deverá crescer 1,8%; a Argentina, 5,5%; Colômbia, 2,4%; Chile, 2,1%; Peru, 2,9%; Equador, 1,9%; Bolívia, 1,2%; República Dominicana, 4%; El Salvador, 2,2%; Costa Rica, 3,5%; Panamá, 3,5%; Paraguai, 3,5%; Nicarágua, 3,4% e Uruguai, 2,3%.
No Haiti, espera-se uma contração econômica de 2,2%.
"Tarifas mais altas e os maiores níveis de incerteza comercial em uma década impedem uma maior integração da região nas cadeias de suprimentos dos Estados Unidos e colocam em risco os empregos em indústrias relacionadas à exportação", alerta o Banco Mundial.
Os acordos assinados pelo México e Mercosul com a União Europeia "representam um passo em direção à diversificação de mercados", mas será necessário "atender a uma agenda pendente de décadas nas áreas de infraestrutura, educação, regulamentação, concorrência e política tributária", aconselha.
Também observa que os cortes na ajuda externa ao desenvolvimento depois que Trump reduziu ao mínimo a USAID, a maior agência humanitária do mundo, terão um impacto no Haiti, na conservação da Amazônia na América do Sul e no apoio aos "migrantes venezuelanos nos países receptores".
Na frente fiscal, o Banco Mundial observa que os gastos públicos "permanecem altos" e os déficits "consideráveis".
No geral, os avanços na redução da dívida continuam limitados: a relação dívida/PIB aumentou para 63,3% em 2024 (em comparação com 59,4% em 2019).
O declínio da pobreza continua avançando, mas mais lentamente.
As estimativas para 2024 indicam que a pobreza monetária caiu para 24,4% da população na América Latina e no Caribe, ante 25% em 2023. Mas o Banco Mundial espera que a desigualdade permaneça alta.
"O cenário econômico global mudou drasticamente, marcado por níveis crescentes de incerteza", disse Carlos Felipe Jaramillo, vice-presidente do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe, citado em um comunicado.
"Os países devem recalibrar suas estratégias e pressionar por reformas ousadas e práticas que aumentem a produtividade e a competitividade", acrescentou.
- Inteligência artificial -
O desenvolvimento da inteligência artificial, que é motivo de preocupação para alguns setores das economias avançadas, "se espalha mais lentamente" na região, onde entre 26% e 38% do emprego está exposto a essa tecnologia, observa o Banco Mundial.
Entre 7% e 14% dos empregos na América Latina poderiam ser mais produtivos por meio de melhorias na inteligência artificial, especialmente em setores como educação, saúde e serviços pessoais, argumenta.
A transição energética também tem consequências para a demanda de mão de obra.
"O emprego em setores com emissões relativamente baixas de gases de efeito estufa ainda é baixo, em torno de 10%", enquanto naqueles com altas emissões, como a agricultura, "é mais generalizado".
As políticas de Trump terão um impacto que vai além da guerra comercial se ele conseguir cumprir sua promessa de realizar a maior deportação de imigrantes em situação irregular da história dos Estados Unidos.
Por enquanto, as regulamentações de imigração mais rígidas nos EUA redirecionaram os fluxos migratórios.
"Aproximadamente 20% dos novos migrantes vão para os Estados Unidos", que continua concentrando a maior quantidade, "61% para outros países da América Latina e do Caribe, e o restante para partes da Europa", calcula o relatório.
Os fluxos de remessas continuam altos em alguns países: representam mais de 15% do PIB na Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala, Haiti e Jamaica.
H.Cho--CPN