-
Trump acusa petroleiras de ganhar 'dinheiro demais' graças à guerra com Irã
-
Casa Branca terá reunião sobre regulação da IA na terça-feira
-
Cuba começa a restabelecer eletricidade após novo apagão nacional
-
Inglaterra e Gales tiveram julho mais seco desde que começaram os registros
-
Amazon ultrapassa pela primeira vez os US$ 3 trilhões em valor de mercado
-
Condições de trabalho na América Latina melhoraram pouco em três décadas, diz BID
-
'Ted Lasso' retorna aos gramados com equipe feminina
-
BitMart、説明を迫られる:SNC SCANDIC COINの出金は8日経っても依然としてTXIDなし
-
설명 압박에 직면한 BitMart: 8일이 지나도 여전히 TXID가 없는 SNC SCANDIC COIN 출금
-
BitMart تحت ضغط لتقديم توضيحات: عمليات سحب عملة SNC SCANDIC COIN لا تزال بدون معرّف المعاملة (TXID) بعد مرور ثمانية أيام
-
BitMart змушений надати пояснення: виплати в SNC SCANDIC COIN через вісім днів досі без TXID
-
BitMart sob pressão para dar explicações: os levantamentos de SNC SCANDIC COIN continuam sem TXID após oito dias
-
BitMart 面臨解釋壓力:SNC SCANDIC COIN 提現八天後仍無 TXID
-
Cuba sofre novo apagão
-
Famílias marroquinas continuam sem notícias de entes queridos que foram para Ceuta
-
Infantino vai do céu ao inferno em apenas duas semanas
-
'A queda em desgraça mais rápida', diz ex-diretor do COI sobre Infantino
-
Opep+ aumenta cota de produção de petróleo em 188 mil barris por dia
-
Incêndio em balsa na Indonésia deixa 5 mortos e 41 desaparecidos
-
Centenas de menores dormem ao relento em Ceuta devido à crise migratória
-
Um sonho "destruído": a desilusão dos marroquinos expulsos de Ceuta
-
Uefa e Concacaf mantêm pressão sobre Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Concacaf pede 'revisão integral' da liderança de Infantino na Fifa
-
Ofensiva judicial de Trump contra a imprensa perde força
-
Uefa faz duras críticas a Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Os números por trás da corrida por alternativas à exportação de petróleo via Ormuz
-
CEO da Hugging Face pede que OpenAI assuma responsabilidade por ciberataque
-
Wall Street fecha impulsionada pela Amazon após um mês de altos e baixos
-
Wembanyama renova com a Nike e terá tênis com sua assinatura
-
OpenAI anuncia que tem mais de um bilhão de usuários ativos
-
Nova York processa Kalshi, gigante do mercado de apostas online
-
Sonda japonesa realiza sobrevoo mais próximo de um asteroide já registrado
-
Rumores e alvoroço semeiam caos na fronteira entre Marrocos e Ceuta
-
Decreto de Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem mensagens de ódio contra Argentina
-
População japonesa fica abaixo dos 120 milhões pela 1ª vez em décadas
-
'Emergência humanitária' no enclave espanhol de Ceuta após entrada em massa de migrantes do Marrocos
-
Economia americana cresce 1,5% no segundo trimestre, menos do que o esperado
-
George e Amal Clooney deixam sua residência no sul da França por incêndio
-
Zona do euro retoma o crescimento apesar do conflito no Oriente Médio
-
Singapura multa jovem francês por incidente com canudo
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra CEO do Telegram
-
Meta tem lucro menor do que o esperado e mantém gastos com IA
-
Infantino defende seu projeto: 'É uma oportunidade, mas não uma obrigação'
-
Jair Bolsonaro nega ter autorizado "deepfake" no qual apoia campanha de Flávio
-
Ator Jared Leto nega novas acusações de agressão sexual
-
Em decisão dividida, Federal Reserve mantém taxas de juros nos EUA
-
De postos de gasolina a farmácias: Cuba abre economia à iniciativa privada
-
BTS se recusa a participar do Grammy após criação de categoria para o pop asiático
-
Ataque de agente de IA descontrolado atingiu outras plataformas, diz OpenAI
-
STF questiona uso de 'deepfake' de Jair Bolsonaro em campanha presidencial de Flávio
ONU: cortes na ajuda ameaçam batalha contra mortalidade materna
Os avanços na luta contra a mortalidade materna estão estagnados e, agora, ameaçados pelos cortes na ajuda humanitária, que prejudicam os serviços de saúde, alerta a ONU.
Um relatório publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em nome de várias agências da ONU, aponta uma diminuição de 40% na mortalidade materna entre 2000 e 2023 em todo o mundo, graças aos avanços no acesso aos serviços de saúde essenciais.
Os avanços, no entanto, desaceleraram na última década. "Algumas regiões estão retrocedendo. No contexto de fragilidade, a complacência não é apenas perigosa, mas fatal", declarou a diretora de saúde sexual e reprodutiva da OMS, Pascale Allotey, em uma entrevista coletiva.
A OMS calcula que 260.000 mulheres faleceram em 2023 por complicações relacionadas com a gravidez ou o parto, o que equivale a "uma morte a cada dois minutos".
Os países pobres são os mais afetados.
"Embora este relatório mostre lampejos de esperança, os dados também destacam como uma gravidez continua sendo perigosa em grande parte do mundo", enfatizou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em um comunicado.
"Além de garantir o acesso a cuidados em uma maternidade de qualidade, será essencial fortalecer a saúde e os direitos reprodutivos das mulheres e das meninas", acrescentou.
O relatório foi publicado no momento em que os cortes na ajuda humanitária, em particular desde o retorno ao poder de Donald Trump nos Estados Unidos, têm graves consequências para os serviços de saúde essenciais em muitas regiões, incluindo as situações humanitárias.
"Vamos enfrentar ventos contrários cada vez mais fortes", advertiu o doutor Bruce Aylward, subdiretor-geral da OMS, durante a coletiva de imprensa. A redução da ajuda afeta não apenas o acesso a remédios e material médico, mas também aos profissionais qualificados, advertiu.
- Covid-19 -
A pandemia de covid-19 serviu de lição para mostrar os terríveis danos que podem ser provocados pelas interrupções nos serviços de saúde.
Como no caso da pandemia, os cortes drásticos na ajuda externa dos Estados Unidos são um "choque grave para o qual os países não tiveram tempo de preparação".
"Os cortes nos fundos designados não poderiam apenas comprometer os avanços, mas também provocar um retrocesso", insistiu Aylward.
O relatório também apresenta a primeira visão global do impacto da covid na mortalidade materna. "Registramos aproximadamente 40.000 mortes maternas adicionais em 2021, ou seja, 322.000 contra 282.000 no ano anterior", declarou Jenny Cresswell, cientista da OMS e autora do relatório.
"O aumento está relacionado não apenas com as consequências diretas da covid-19, mas também com as interrupções generalizadas nos cuidados de maternidade", acrescentou.
O relatório também destaca as desigualdades persistentes no mundo. Com uma diminuição da mortalidade materna de quase 40% entre 2000 e 2023, a África Subsaariana alcançou avanços significativos e é uma das três regiões das Nações Unidas, junto com Austrália/Nova Zelândia e Ásia Central e do Sul, que registra reduções significativas desde 2015.
Apesar dos avanços, a África Subsaariana representou cerca de 70% das mortes maternas em 2023.
Como sinal de uma desaceleração nos avanços globais, a luta contra a mortalidade materna estagnou em cinco regiões desde 2015: no norte da África, na Ásia Ocidental, Oriental e Sudeste, na Oceania (excluindo Austrália e Nova Zelândia), na Europa e América do Norte, e na América Latina/Caribe.
Ng.A.Adebayo--CPN