-
Argentina assina acordo de comércio e investimento com os EUA
-
Milhares são evacuados por chuvas em Espanha e Portugal, que confirma 2º turno presidencial
-
Brasileiro bate recorde mundial ao correr 188 km em esteira por 24 horas
-
Fórum de Davos investiga vínculos de seu CEO com Epstein
-
Tempestade Leonardo provoca enchentes e deslocamentos em Portugal e Espanha
-
Irã quer limitar conversas com EUA ao seu programa nuclear
-
Incêndios florestais de grande magnitude são a 'nova normalidade' da Patagônia, diz especialista
-
Nova tripulação está pronta para voar à EEI após evacuação médica
-
Europa busca autonomia tecnológica frente aos Estados Unidos
-
Governo Trump investiga Nike por suposta discriminação contra pessoas brancas
-
Leste de Cuba enfrenta apagão
-
Apresentadora americana suplica pela vida de sua mãe aos sequestradores
-
Indígenas protestam contra exploração de rios amazônicos para exportação de grãos
-
Guterres considera fim do acordo nuclear entre EUA e Rússia um 'momento sério' para a paz
-
Rússia afirma que não está mais ligada ao tratado Novo Start
-
'Ajoelhados, jamais': Venezuela relembra aniversário do golpe de Chávez
-
Centros de dados em órbita são uma possibilidade diante da demanda de energia para IA
-
Arábia Saudita emitirá passaportes para camelos
-
Ex-príncipe Andrew deixa Windsor, mas segue no olho do furacão
-
Acusado de estupro, filho da princesa de Noruega reconhece uma vida de excessos
-
CK Hutchison aciona arbitragem contra Panamá após anulação de sua concessão no canal
-
Milei ante o dilema de negociar com a China e agradar a Trump
-
Governo italiano garante que ICE não terá nenhum papel 'operacional' nos Jogos de Milão-Cortina
-
EUA põe fim à paralisação parcial do governo federal
-
Espanha quer proibir acesso de menores de 16 anos às redes sociais
-
Congresso dos EUA põe fim ao fechamento do governo
-
Cuba registra recorde de temperatura mínima de 0º C
-
Alemanha tem a maior proporção de trabalhadores com mais de 55 anos da UE
-
Aclamado filme iraquiano mostra jugo de Saddam Hussein da perspectiva infantil
-
Ex-embaixador britânico Mandelson deixará Câmara dos Lordes por vínculos com Epstein
-
ICE é principal ponto de discórdia em votação para acabar com 'shutdown' nos EUA
-
Filho da princesa herdeira da Noruega se declara não culpado por estupro
-
Walt Disney nomeia Josh D'Amaro como seu próximo CEO
-
Reino Unido abre investigação contra a rede X por imagens sexuais falsas
-
Nasa adia missão lunar Artemis 2 após detectar vazamento de combustível
-
Justiça francesa chama Musk para depor e determina buscas em sedes da rede X
-
Filho da princesa herdeira da Noruega é julgado por acusações de estupro
-
Xi defende mundo multipolar 'ordenado'
-
Musk funde xAI com SpaceX em tentativa de desenvolver datacenters espaciais
-
Chefe do instituto que mede a inflação na Argentina renuncia
-
María Corina considera reunião com Delcy para definir 'cronograma de transição' na Venezuela
-
Trump insta Congresso dos EUA a acabar com 'shutdown'
-
Trabalhadores a favor e contra o governo exigem melhorias salariais na Venezuela
-
Portugal se soma a países que querem proibir redes sociais para menores de 16 anos
-
Nasa realizas testes essenciais antes de lançar missão lunar Artemis 2
-
Menino que não tinha dinheiro para passagem de ônibus participará da abertura dos Jogos de Inverno
-
Observatório astronômico europeu celebra cancelamento de projeto de hidrogênio verde no Chile
-
Kendrick Lamar: o poeta do rap consagrado no Grammy
-
Sarah Ferguson chamou Epstein de 'irmão' em e-mail ao financista
-
Agência da UE propõe limitar doses de toxinas no leite em pó
México, Canadá e China aguardam tarifas de Trump
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pretende assinar neste sábado (1º) uma série de decretos que podem iniciar uma guerra comercial com México, Canadá e China.
As ameaças repetidas há vários meses devem ser concretizadas porque não há "nada" que os três países possam fazer para impedir, confirmou o republicano na sexta-feira, véspera da data fatídica que anunciou: 1º de fevereiro.
Trump está em sua residência de Mar-a-Lago, na Flórida, para passar o fim de semana. Ele jogou golfe durante a manhã e não tem nenhum evento programado em sua agenda oficial.
As tarifas, que o magnata afirma ser uma de suas palavras favoritas, viraram uma arma da Casa Branca no início de seu segundo mandato.
Trump pretende taxar em 25% os produtos do México e do Canadá por considerar que as duas nações não atuam com veemência contra o tráfico de fentanil, um opioide sintético que provoca muitos danos nos Estados Unidos, nem contra a imigração irregular.
A emissora pública canadense CBC informou neste sábado que Ottawa foi notificada de que as tarifas dos Estados Unidos serão de 25%, embora as importações de energia tenham uma taxa mais baixa, de 10%.
Segundo a emissora, as medidas entrarão em vigor na terça-feira.
O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, tem uma coletiva de imprensa prevista para as 00h00 GMT (21h00 de Brasília), indicaram à AFP duas fontes do governo canadense.
Trump diz que a China, a segunda maior economia do mundo, permite a exportação dos princípios ativos do fentanil para países como o México, onde, segundo Washington, os cartéis do narcotráfico fabricam o opioide que chega aos Estados Unidos.
- "Grandes déficits" -
Os Estados Unidos têm "grandes déficits" com os três países, destacou o republicano. No entanto, impor tarifas generalizadas traz riscos para Trump, que venceu as eleições de novembro em parte devido ao descontentamento da opinião pública com os preços.
Na sexta-feira, ele afirmou que algumas tarifas podem entrar em vigor "por volta de 18 de fevereiro".
O republicano prevê a imposição de "tarifas sobre microchips (...) petróleo e gás" e "muitas" sobre o aço. E dentro de alguns meses, os produtos farmacêuticos e o cobre também devem ser afetados.
Já havia dito, porém, que considerava "limitar a 10%" as taxas sobre o petróleo canadense, que representa 60% das importações americanas no setor.
Um aumento dos impostos sobre as importações provavelmente "desencorajaria o gasto dos consumidores e o investimento empresarial", opina Gregory Daco, economista-chefe do EY.
Segundo os cálculos de Daco, a inflação aumentará 0,7 ponto percentual no primeiro trimestre do ano devido às tarifas, antes de uma redução gradual.
"O aumento da incerteza na política comercial elevará a volatilidade do mercado financeiro e pressionará o setor privado, apesar da retórica pró-empresarial do governo", disse.
O governo mexicano alertou que os consumidores americanos serão os mais prejudicados.
"Os preços ficarão mais elevados, ou seja, vão aumentar o preço em 25% de todos os produtos", declarou o secretário de Economia, Marcelo Ebrard.
"Vai haver menor disponibilidade de produtos e problemas nas cadeias de suprimento" na região da América do Norte, previu. Ebrard citou como exemplos alguns produtos como computadores, automóveis e telas digitais.
Mas os simpatizantes do presidente americano não temem a disparada da inflação. Alguns apostam, inclusive, que a intenção de Trump de reduzir impostos e desregulamentar vários setores podem ajudar a impulsionar o crescimento econômico.
- Plano A, B e C -
Os democratas criticam os planos de Trump.
"Me preocupa que as novas tarifas aumentem ainda mais os custos para os consumidores americanos", declarou o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer.
México e Canadá tentaram impedir as medidas, mas, ao mesmo tempo, prepararam medidas para contra-atacar se for necessário.
"Temos plano A, plano B, plano C", afirmou a presidente mexicana Claudia Sheinbaum.
O primeiro-ministro canadense Trudeau prometeu "uma resposta imediata".
México e Canadá estão teoricamente protegidos pelo acordo de livre comércio T-MEC, assinado durante o primeiro mandato do republicano e que deve ser renegociado em 2026.
A medida poderia abrir a porta para ações legais, tanto por parte dos países quanto das empresas afetadas, em virtude dos procedimentos de solução de diferenças previstos no T-MEC.
bur-erl-bys-yug/db/fp/ic
D.Avraham--CPN