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Na Inglaterra, médicos iniciam a maior greve da história do sistema público de saúde britânico
Os "médicos juniores", o equivalente no Reino Unido aos médicos residentes, iniciaram nesta quarta-feira (3) uma greve de seis dias na Inglaterra, a mais longa da história do sistema público de saúde britânico, para exigir o aumento de seus salários.
Estes profissionais, que já haviam parado por três dias antes do Natal e fizeram outras greves nos últimos meses, decidiram pressionar novamente diante da falta de acordo com o governo conservador.
Segundo o governo do Reino Unido, 88 mil consultas médicas foram canceladas nos três dias de mobilização em dezembro. O jornal The Times estima que mais de 200 mil consultas serão afetadas por este novo movimento.
"Não haverá mais médicos" se o governo não concordar em aumentar os salários, disse Hamish Bain, um médico de 30 anos que participou de um piquete em frente ao hospital Saint-Thomas, no centro de Londres, nesta quarta-feira.
A greve dos "médicos juniores", cerca de 70 mil na Inglaterra, começou às 7h de quarta-feira (4h em Brasília) e terminará na próxima terça-feira no mesmo horário.
Esta última mobilização, que afeta apenas a Inglaterra, ocorre em um momento em que o sistema público de saúde do Reino Unido, o NHS (na sigla em inglês), enfrenta dificuldades para absorver as gigantescas listas de espera de pacientes.
Embora o governo britânico tenha manifestado o interesse de continuar as negociações, o NHS demonstrou preocupação com as consequências da greve em pleno inverno (verão no hemisfério norte) e após as festas de fim de ano.
"Esta ação não só terá um grande impacto nos cuidados planejados, como também se somará a uma série de pressões sazonais, como a covid, a gripe e as ausências de pessoal, devido a doenças, que estão afetando a forma como os pacientes são atendidos nos hospitais", alertou o diretor do NHS na Inglaterra, Stephen Powis.
"Janeiro é a época do ano mais movimentada para o NHS, por isso estas greves terão um enorme impacto no nosso sistema de saúde", criticou a ministra da Saúde, Victoria Atkins, nesta quarta-feira.
Segundo o governo britânico, um "médico júnior" ganha cerca de 32 mil libras (R$ 197.596 na cotação atual) durante seu primeiro ano de formação.
- Longas negociações -
"Após cinco semanas de intensas negociações, o governo não se mostrou capaz de apresentar uma oferta salarial aceitável", declarou o sindicato BMA (Associação Britânica de Médicos) no início de dezembro, em um comunicado no qual anunciava a nova mobilização.
Na terça-feira, um porta-voz do primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, afirmou que o governo estaria disposto a conversar, mas que, para isso, a categoria deveria "parar de fazer greves".
Segundo o BMA, ao qual estão filiados cerca de 46 mil "médicos juniores", os salários da categoria caíram quase 25% desde 2008.
Ofereceu-se a estes profissionais um aumento de 3%, além do incremento de 8,8% já concedido há alguns meses, mas, segundo o sindicato BMA, estas propostas não são suficientes diante do aumento do custo de vida no Reino Unido.
Sunak classificou a greve como "muito decepcionante", ressaltando que os "médicos juniores" são agora "os únicos" funcionários públicos, com os quais não foi assinado nenhum acordo salarial de greve.
O Reino Unido sofreu inúmeras greves desde meados de 2022, devido à perda de poder aquisitivo no país. Há muito tempo acima dos 10%, a inflação anual diminuiu recentemente para 3,9%.
D.Avraham--CPN