-
Esquerda social-democrata lidera eleições na Suécia e extrema direita perde terreno
-
Seis mortos e 129 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Polônia denuncia 'escalada' de Moscou após ataque a trem na fronteira com Ucrânia
-
Governo dos EUA reluta em regulamentar IA
-
Restringir IA em excesso pode beneficiar China, diz presidente da Câmara dos EUA
-
Diretor da Casa Argentina em Paris renuncia ao cargo
-
Suécia vota em eleições acirradas com extrema direita em busca do governo
-
'Segunda chance': sobrevivente do Nepal relata sua odisseia preso em um túnel
-
OpenAI anuncia que não abrirá seu capital este ano
-
iPhone 18預購後出現可疑扣款 四間銀行調查未授權交易
-
Seis mortos e mais de 100 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Enel é autuada por Procon após falha de energia no Shopping Plaza
-
Galaxy Tab S12系列效果圖曝光 Ultra擬配雙鏡頭及瀏海螢幕
-
اليورو يستقر في البنوك المصرية وأعلى سعر للبيع 59.85 جنيه
-
ستاندرد آند بورز تثبت تصنيف السعودية عند A+
-
الأرصاد السعودية تتوقع سيولاً وأمطاراً رعدية في خمس مناطق
-
França minimiza hipótese de ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Gigantes da IA concordam em frear seu desenvolvimento
-
Incêndio em balsa nas Filipinas deixa 76 mortos
-
'O Segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' chegam como favoritos ao Emmy
-
França investiga possível ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Conselho de Supervisão da Meta pede que verificação não seja substituída por 'Notas da Comunidade'
-
Matemáticos alertam para 'efeito destrutivo' da IA em sua disciplina
-
Venezuela assina com Suriname acordo de cooperação em hidrocarbonetos
-
Deputados britânicos rejeitam legalização da morte assistida
-
Economia da França 'perde fôlego' antes de ano eleitoral incerto
-
Inflação dos EUA se mantém estável em agosto, a 3,4%
-
Reconstrução após desastre no Himalaia tem custo estimado de US$ 4,78 bilhões, diz Nepal
-
Nova York recorda os atentados de 11 de setembro sem Donald Trump
-
Putin chega à Índia para cúpula do Brics marcada por tensões geopolíticas
-
Carney diz que Canadá está pronta para acordo comercial "justo" com EUA
-
Rede de verificadores da América Latina pede à Meta que não substitua a checagem de fatos profissional
-
Família real de Uganda em 'prisão domiciliar' em meio à disputa por sucessão
-
'Vestido da vingança' da princesa Diana será leiloado em Nova York
-
BCE eleva taxas de juros para 2,5% devido à inflação pela guerra no Oriente Médio
-
Incêndio em navio de carga na China deixa ao menos 25 mortos
-
Céline Dion, o retorno de uma diva incansável
-
Estreito de Bab el-Mandeb, a outra passagem marítima ameaçada no Oriente Médio
-
UE obtém acesso ao Mythos, el modelo de IA más potente de Anthropic
-
Índia recebe reunião dos BRICS marcada por tensões gepolíticas
-
Cubanos buscam apoio em santos e orixás para enfrentar crise
-
Apple apresenta primeiro iPhone dobrável, um teste para seu novo CEO
-
Meta começa a testar substituto da checagem de fatos na América Latina
-
UE concede cerca de € 115 milhões à Espanha por crise migratória em Ceuta
-
Asfixiada, indústria argentina acende o debate sobre o modelo de Milei
-
Irã bombardeia base americana na Jordânia e navios no Golfo após ataque contra petroleiros
-
Noruega se despede do rei Harald V, o 'avô' da nação
-
OpenAI afirma que sua IA resolveu um dos problemas mais complexos da matemática
-
Houthis do Iêmen denunciam represálias sauditas após ofensiva que feriu dezenas
-
Indígenas da Guatemala aderem a protestos contra alta dos combustíveis
Deputados e senadores alcançam acordo na França para projeto de lei de imigração
Deputados e senadores franceses alcançaram, nesta terça-feira (19), um acordo sobre um controverso projeto de lei de imigração, com o apoio do partido ultradireitista, após árduas negociações e antes de uma votação prevista nas duas Câmaras.
A comissão mista paritária, formada por sete senadores e sete deputados, começou as negociações para acordar uma nova versão do texto nesta segunda às 17h e as retomou nesta terça-feira às 10h30 após uma noite marcada por discordâncias de último minuto, sobretudo a respeito das ajudas sociais.
A Assembleia Nacional (Câmara baixa) havia se recusado a debater o projeto anterior em 11 de dezembro, impondo um revés ao presidente centrista Emmanuel Macron.
O governo decidiu manter a reforma e convocou uma comissão paritária com o objetivo de buscar um acordo entre o governo e a oposição. O novo texto agora deverá ser votado nas duas Câmaras, possivelmente nesta tarde.
O ministro do Interior, Gérald Darmanin, comemorou o acordo na rede social X.
A presidente do ultradireitista Reagrupamento Nacional (RN), Marine Le Pen, também elogiou o acordo e anunciou que seus deputados votariam a favor do projeto de lei.
"Podemos nos alegrar com um avanço ideológico, com uma vitória inclusive ideológica do Reagrupamento Nacional, já que agora a lei inclui a prioridade nacional, ou seja, a vantagem concedida aos franceses sobre os estrangeiros presentes em nosso território para acessar um número determinado de benefícios sociais", escreveu Le Pen.
"É nosso texto", reagiu, por sua vez, o presidente do partido de direita Os Republicanos, Éric Ciotti. Seu grupo também votará a favor da medida.
O líder do grupo socialista na Assembleia, Boris Vallaud, declarou, no entanto, que o acordo supunha "um grande momento de desonra".
As negociações finais centraram-se sobretudo no sensível tema dos benefícios sociais para estrangeiros não europeus em situação irregular.
A direita defendia instaurar um mínimo de cinco anos de residência para dar direito a certos benefícios.
Segundo fontes parlamentares, o compromisso fechado nesta terça-feira inclui uma diferença entre estrangeiros não comunitários (que não sejam cidadãos da União Europeia) em função de estarem ou não "empregados".
Para certos auxílios, será necessário ter residido cinco anos no território para os que não trabalham, por exemplo. Para os que têm emprego, será exigida a permanência no país por pelo menos 32 meses.
As novas restrições não se aplicam aos estudantes estrangeiros, refugiados ou para os que dispõem de comprovante de residência.
Em um comunicado conjunto, várias ONGs e sindicatos denunciaram o acordo alcançado e descreveram o projeto de lei como o "mais retrógrado há pelo menos 40 anos" na França.
parl-sl/cds/hr/alc/jg/sag/jvb/dd/mvv
M.Anderson--CPN