-
Taiwan investiga empresas por suposto contrabando de chips para a China
-
Mais de 58.000 edifícios danificados ou destruídos por terremotos na Venezuela
-
Mercosul dá forte apoio a governo da Bolívia
-
Suprema Corte dos EUA rejeita tentativa de Trump de demitir governadora do Fed
-
Comcast vai desmembrar NBCUniversal e Sky
-
França aprova lei para frear o auge da moda ultrarrápida
-
CazéTV, o canal de YouTube que quebra recordes na Copa
-
Cabo Verde, um refúgio para a comunidade LGBTQIA+ na África
-
Cães desaparecem antes da proibição da carne canina na Coreia do Sul
-
Princesa Kate completa desafio das três montanhas em apoio à associação de combate ao câncer
-
Coreia do Sul vai investir US$ 1,2 trilhão em chips e centros de dados de IA
-
EUA e Irã interrompem hostilidades e devem prosseguir com as negociações
-
Escritor francês encontra livro gerado por IA e assinado com seu nome
-
Da Alemanha à Dinamarca, recordes históricos de temperaturas na Europa
-
Milhões de europeus enfrentam temperaturas recordes neste sábado
-
Chapare, a terra da coca que desafia o governo da Bolívia
-
Morre o piloto que colidiu seu avião contra arranha-céu em Pequim
-
OpenAI lança modelo de IA apenas nos EUA, a pedido de Trump
-
Rei Charles III não residirá no Palácio de Buckingham, apesar de reforma
-
Como a família real britânica é financiada e em quê investe seus recursos
-
Como sobreviver aos desfiles de moda de Paris em plena onda de calor
-
Participar de atos religiosos aumenta vínculo social e limiar da dor
-
Bélgica cancela reencenação da batalha de Waterloo devido à onda de calor
-
努莎·奧貝爾與迪特馬爾·沃伊德克 波茨坦如何辜負一名重度殘障幼兒
-
Charles III pagou quase US$ 40 milhões em impostos desde que subiu ao trono
-
Governo Milei sofre revés judicial por cortes de fundos para universidades
-
Ganha força boato sobre casamento de Taylor Swift na próxima semana em NY
-
Parques de Paris viram 'hotéis' na noite mais quente registrada na França
-
Inflação dos EUA sobe a 4,1% em maio, maior nível em três anos
-
Ministra sueca rompe barreiras ao participar de reuniões da UE com seu filho nos braços
-
'Wannabe', sucesso das Spice Girls, completa 30 anos em meio a rumores de reencontro
-
Preço do Brent cai abaixo do nível anterior à guerra no Oriente Médio
-
Novo tipo de vacina permite imunizar contra famílias de vírus (pesquisadores)
-
Onda de calor sufoca Europa e testa redes elétricas
-
Descoberta aproxima cientistas da misteriosa fronteira dos buracos negros
-
Irã apresenta acordo para acabar com a guerra como 'declaração de derrota dos EUA'
-
'Grand Theft Auto VI' abre pré-venda na quinta-feira
-
China defende regulamentação da IA antes de 'perder o controle'
-
Economia argentina mantém ritmo de crescimento no 1T
-
Empresária americana Michele Kang chega a acordo para compra do Lyon
-
Ações de tecnológicas despencam e arrastam principais bolsas mundiais
-
Expedição vai recuperar o corpo de 'Botas Verdes', icônica vítima do Everest
-
Bolsas mundiais operam em queda impactadas pelo setor de tecnologia
-
Brexit completa 10 anos entre dúvidas da população britânica
-
Onda de calor avança na Europa
-
Bolsas na Ásia e Europa operam em queda impactadas pelo setor de tecnologia
-
Wikipedia se opõe ao uso da IA para editar artigos
-
Ex-presidente do Fed Alan Greenspan morre aos 100 anos
-
Hospitais africanos podem ficar sem anestesia para crianças em 2027
-
Cacique Raoni é operado e está sob cuidados intensivos
Argentina pede tempo para pagar US$ 16 bi por nacionalização da YPF
A Argentina solicitou, nesta quinta-feira (28), à juíza dos Estados Unidos responsável pelo caso da nacionalização da petrolífera YPF que negue o pedido dos demandantes de executar em 30 dias a sentença que obriga o país a pagar US$ 16,1 bilhões aos acionistas minoritários.
Os demandantes haviam pedido à juíza Loretta Preska, do tribunal sul de Manhattan, que desse um prazo de 30 dias para que a Argentina começasse a pagar a indenização e os juros a que foi condenada na sentença favorável às empresas Petersen Group e Eton Park, que foram despojadas de suas ações na nacionalização da petrolífera, então controlada pela espanhola Repsol, em 2012.
"Seria uma violação extraordinária da cortesia internacional permitir a execução da sentença de US$ 16,1 bilhões (R$ 81,25 bilhões, na cotação atual) neste caso em um prazo artificialmente limitado" e "geraria litígios desnecessários e caóticos", alegam os advogados da Argentina em um documento enviado à juíza com data de 27 de setembro.
O advogado Robert Giuffra, que assina o pedido, lembrou que o escritório de advocacia Burford Capital, que comprou o litígio de uma das empresas demandantes, o Petersen Group, vendeu 38,75% de sua participação no caso para terceiros, "cuja identidade nem sequer foi revelada".
A sentença equivale a quase 20% do orçamento da República para 2023, argumentou a defesa, afirmando que o "pagamento de tal proporção do orçamento de um país não seria possível para nenhum governo no prazo proposto pelos demandantes".
"Não há certeza de que o pagamento da sentença, uma vez efetuado, possa ser recuperado, um resultado insustentável, dado que o recurso da República levanta questões legais difíceis para o Tribunal de Apelações", acrescentou.
O caso remonta a 2012, quando a Argentina nacionalizou a YPF, petrolífera então controlada pelo grupo espanhol Repsol. Dois anos depois, a empresa espanhola foi indenizada em US$ 5 bilhões (R$ 11,7 bilhões, na cotação da época) para encerrar a disputa.
No entanto, outros acionistas minoritários não tiveram a mesma sorte, como o Grupo Petersen ou a Eton Park Capital (25,4% do capital da YPF), que em 2015 entraram com uma ação alegando que o país não havia feito uma oferta pública de aquisição conforme previa a lei.
A.Mykhailo--CPN