-
Polônia denuncia 'escalada' de Moscou após ataque a trem na fronteira com Ucrânia
-
Governo dos EUA reluta em regulamentar IA
-
Restringir IA em excesso pode beneficiar China, diz presidente da Câmara dos EUA
-
Diretor da Casa Argentina em Paris renuncia ao cargo
-
Suécia vota em eleições acirradas com extrema direita em busca do governo
-
'Segunda chance': sobrevivente do Nepal relata sua odisseia preso em um túnel
-
OpenAI anuncia que não abrirá seu capital este ano
-
iPhone 18預購後出現可疑扣款 四間銀行調查未授權交易
-
Seis mortos e mais de 100 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Enel é autuada por Procon após falha de energia no Shopping Plaza
-
Galaxy Tab S12系列效果圖曝光 Ultra擬配雙鏡頭及瀏海螢幕
-
اليورو يستقر في البنوك المصرية وأعلى سعر للبيع 59.85 جنيه
-
ستاندرد آند بورز تثبت تصنيف السعودية عند A+
-
الأرصاد السعودية تتوقع سيولاً وأمطاراً رعدية في خمس مناطق
-
França minimiza hipótese de ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Gigantes da IA concordam em frear seu desenvolvimento
-
Incêndio em balsa nas Filipinas deixa 76 mortos
-
'O Segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' chegam como favoritos ao Emmy
-
França investiga possível ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Conselho de Supervisão da Meta pede que verificação não seja substituída por 'Notas da Comunidade'
-
Matemáticos alertam para 'efeito destrutivo' da IA em sua disciplina
-
Venezuela assina com Suriname acordo de cooperação em hidrocarbonetos
-
Deputados britânicos rejeitam legalização da morte assistida
-
Economia da França 'perde fôlego' antes de ano eleitoral incerto
-
Inflação dos EUA se mantém estável em agosto, a 3,4%
-
Reconstrução após desastre no Himalaia tem custo estimado de US$ 4,78 bilhões, diz Nepal
-
Nova York recorda os atentados de 11 de setembro sem Donald Trump
-
Putin chega à Índia para cúpula do Brics marcada por tensões geopolíticas
-
Carney diz que Canadá está pronta para acordo comercial "justo" com EUA
-
Rede de verificadores da América Latina pede à Meta que não substitua a checagem de fatos profissional
-
Família real de Uganda em 'prisão domiciliar' em meio à disputa por sucessão
-
'Vestido da vingança' da princesa Diana será leiloado em Nova York
-
BCE eleva taxas de juros para 2,5% devido à inflação pela guerra no Oriente Médio
-
Incêndio em navio de carga na China deixa ao menos 25 mortos
-
Céline Dion, o retorno de uma diva incansável
-
Estreito de Bab el-Mandeb, a outra passagem marítima ameaçada no Oriente Médio
-
UE obtém acesso ao Mythos, el modelo de IA más potente de Anthropic
-
Índia recebe reunião dos BRICS marcada por tensões gepolíticas
-
Cubanos buscam apoio em santos e orixás para enfrentar crise
-
Apple apresenta primeiro iPhone dobrável, um teste para seu novo CEO
-
Meta começa a testar substituto da checagem de fatos na América Latina
-
UE concede cerca de € 115 milhões à Espanha por crise migratória em Ceuta
-
Asfixiada, indústria argentina acende o debate sobre o modelo de Milei
-
Irã bombardeia base americana na Jordânia e navios no Golfo após ataque contra petroleiros
-
Noruega se despede do rei Harald V, o 'avô' da nação
-
OpenAI afirma que sua IA resolveu um dos problemas mais complexos da matemática
-
Houthis do Iêmen denunciam represálias sauditas após ofensiva que feriu dezenas
-
Indígenas da Guatemala aderem a protestos contra alta dos combustíveis
-
Rebeldes do Iêmen denunciam represálias da Arábia Saudita após ofensiva que deixou dezenas de feridos
-
Empresa de IA usa cachorros para detectar o câncer
Argentina pede tempo para pagar US$ 16 bi por nacionalização da YPF
A Argentina solicitou, nesta quinta-feira (28), à juíza dos Estados Unidos responsável pelo caso da nacionalização da petrolífera YPF que negue o pedido dos demandantes de executar em 30 dias a sentença que obriga o país a pagar US$ 16,1 bilhões aos acionistas minoritários.
Os demandantes haviam pedido à juíza Loretta Preska, do tribunal sul de Manhattan, que desse um prazo de 30 dias para que a Argentina começasse a pagar a indenização e os juros a que foi condenada na sentença favorável às empresas Petersen Group e Eton Park, que foram despojadas de suas ações na nacionalização da petrolífera, então controlada pela espanhola Repsol, em 2012.
"Seria uma violação extraordinária da cortesia internacional permitir a execução da sentença de US$ 16,1 bilhões (R$ 81,25 bilhões, na cotação atual) neste caso em um prazo artificialmente limitado" e "geraria litígios desnecessários e caóticos", alegam os advogados da Argentina em um documento enviado à juíza com data de 27 de setembro.
O advogado Robert Giuffra, que assina o pedido, lembrou que o escritório de advocacia Burford Capital, que comprou o litígio de uma das empresas demandantes, o Petersen Group, vendeu 38,75% de sua participação no caso para terceiros, "cuja identidade nem sequer foi revelada".
A sentença equivale a quase 20% do orçamento da República para 2023, argumentou a defesa, afirmando que o "pagamento de tal proporção do orçamento de um país não seria possível para nenhum governo no prazo proposto pelos demandantes".
"Não há certeza de que o pagamento da sentença, uma vez efetuado, possa ser recuperado, um resultado insustentável, dado que o recurso da República levanta questões legais difíceis para o Tribunal de Apelações", acrescentou.
O caso remonta a 2012, quando a Argentina nacionalizou a YPF, petrolífera então controlada pelo grupo espanhol Repsol. Dois anos depois, a empresa espanhola foi indenizada em US$ 5 bilhões (R$ 11,7 bilhões, na cotação da época) para encerrar a disputa.
No entanto, outros acionistas minoritários não tiveram a mesma sorte, como o Grupo Petersen ou a Eton Park Capital (25,4% do capital da YPF), que em 2015 entraram com uma ação alegando que o país não havia feito uma oferta pública de aquisição conforme previa a lei.
A.Mykhailo--CPN