-
Trump diz que EUA conduzirá navios para fora do Estreito de Ormuz a partir de segunda-feira
-
Adnoc, petroleira estatal dos Emirados, promete investir US$ 55 bi em 2 anos
-
Opep+ aumenta suas cotas de produção e não comenta saída dos Emirados
-
Rio entra em 'modo Shakira' antes de megashow da colombiana em Copacabana
-
Homem é detido na Áustria, acusado de envenenar comida para bebês
-
Spirit Airlines anuncia 'encerramento gradual' de operações e cancela todos os voos
-
Recusado em vários países europeus, Kanye West se apresentará na Albânia em julho
-
Armênia aposta em IA e no Ocidente com construção de megacentro de dados
-
Principal sindicato da Bolívia declara greve por tempo indeterminado contra governo
-
Trabalhadores protestam em Caracas após aumento salarial
-
Trump anuncia aumento de tarifas para carros e caminhões da UE a 25%
-
Pentágono assina acordo de IA com grandes empresas tecnológicas sem Anthropic
-
Trump anuncia aumento de 25% em tarifas sobre carros e caminhões da UE
-
Irã apresenta nova proposta para destravar as negociações de paz com os EUA
-
Acordo comercial UE-Mercosul entra em vigor nesta sexta-feira de forma provisória
-
Líder supremo do Irã desafia EUA e petróleo dispara
-
Britney Spears é acusada de dirigir sob efeito de álcool e drogas
-
Voos comerciais de EUA à Venezuela são retomados após 7 anos
-
Colômbia avalia enviar hipopótamos de Pablo Escobar à Índia a pedido de bilionário
-
Trump qualifica Charles III como 'o maior de todos os reis' ao concluir visita de Estado
-
Rio respira ar latino antes do megashow da Shakira
-
Aeroporto de Bogotá interrompe brevemente suas operações devido a um drone
-
Economia dos EUA cresce menos que o esperado e inflação dispara
-
Preços do petróleo caem após maior alta em quatro anos
-
Casa Branca se opõe a ampliar acesso da Anthropic ao modelo Mythos, diz imprensa
-
Foguete europeu Ariane 6 colocou em órbita o 2º lote de satélites da Amazon Leo
-
Irã desafia bloqueio dos EUA e preço do petróleo dispara
-
Países unem forças em Santa Marta para começar a se afastar do petróleo
-
Rei Charles III expressa 'solidariedade' com EUA no memorial de 11 de Setembro em NY
-
Alphabet dispara e seus rivais cambaleiam diante dos custos da IA
-
Trump crê que EUA vai voltar a pisar na Lua antes do fim de seu mandato
-
Suprema Corte dos EUA limita redistribuição eleitoral destinada a favorecer minorias
-
O que o futuro reserva à Opep após a saída dos Emirados Árabes Unidos?
-
Fed mantém taxas de juros inalteradas pela terceira reunião consecutiva
-
Chefe de gabinete de Milei se defende no Congresso de suspeitas de corrupção
-
Trump diz ao Irã que 'é melhor ficarem espertos logo' e aceitarem acordo nuclear
-
Guerra no Irã ameaça levar mais de 30 milhões de pessoas à pobreza
-
MBDA e Safran lançam primeiro teste de foguete de longo alcance Thundart
-
Powell é foco de reunião do Fed, que deve manter juros
-
Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias'
-
UE acusa Meta de permitir acesso de menores de 13 anos ao Facebook e Instagram
-
Canal do Panamá descarta especulação com preços por bloqueio de Ormuz
-
'Independência': países em Santa Marta pedem fim do uso de combustíveis fósseis
-
Charles III pede que EUA se mantenha fiel aos aliados ocidentais
-
Musk e Altman, frente à frente em ação judicial sobre a OpenAI
-
Emirados Árabes Unidos deixarão Opep em maio para proteger 'interesse nacional'
-
Lucro líquido da montadora chinesa BYD cai 55% no 1º trimestre
-
Emirados Árabes Unidos vão deixar Opep a partir de maio
-
Preços das commodities sobem com guerra e outros fatores, diz Banco Mundial
-
Jovem se declara culpado na Áustria de planejar atentado contra show de Taylor Swift
Alemanha reforça controles nas fronteiras com Polônia e República Tcheca
A Alemanha reforçará seus controles de fronteiras com Polônia (de 470 km) e República Tcheca (650 km), em meio ao aumento do fluxo migratório que pressiona o governo de Olaf Scholz e regiões lotadas de solicitantes de asilos. O anúncio foi feito pela ministra do Interior, Nancy Faeser, nesta quarta-feira (27).
Os controles não serão permanentes, como exigidos pelos conservadores do CDU, o principal partido de oposição, uma medida excepcional na União Europeia (UE), sobre a qual Bruxelas deve ser informada.
"Mas não descarto que os adotemos mais tarde", se os controles adicionais "não funcionarem", advertiu Faeser.
Até agora, os únicos pontos de controle permanentes para entrar na Alemanha se encontram na fronteira austríaca, um legado da crise migratória de 2015-2016, quando a maior economia europeia acolheu mais de um milhão de refugiados.
- Tensão externa -
A situação atual é muito diferente daquela época, quando quase 200.000 entradas ilegais eram registradas ao mês na Alemanha.
Desde o início do ano, a polícia registrou cerca de 71.000 entradas ilegais, quase 60% a mais que no mesmo período do ano passado. Nesse tempo, também aumentaram os pedidos de asilo, 77% (204.000 contra 115.000), segundo as estatísticas oficiais.
Com o auge do partido de extrema direita AfD, que está batendo recordes nas intenções de voto, a questão do acolhimento de refugiados voltou ao debate político.
O ministro das Finanças, Christian Lindner, declarou ao Bundestag nesta quarta-feira que a Alemanha "perdeu parcialmente o controle de acesso" a seu território e que esta situação "não deve se prolongar".
Da oposição conservadora, Markus Söder pediu que seja estabelecido um máximo de 200.000 solicitantes de asilo por ano, uma ideia que o governo rejeitou.
O governo alemão também está sendo criticado no exterior.
A Itália criticou-o por suspender a acolhida de migrantes transferidos por Roma no marco de um programa de solidariedade, uma medida de Berlim em resposta à decisão do Executivo italiano de descumprir sua obrigação de atender os solicitantes rejeitados por outros países e que passaram anteriormente pela Itália.
As relações também não estão em seu melhor momento com a Polônia, por onde passam os migrantes procedente do leste. Na semana passada, Berlim e Bruxelas pediram explicações a Varsóvia sobre uma suposta fraude de vistos de entrada na UE que atingiu membros do governo polonês.
Na Alemanha, municípios e regiões declararam que estão no limite de suas capacidades de acolhimento migrantes.
A situação é muito delicada considerando que, em menos de duas semanas, em oito de outubro, eleições regionais colocarão Olaf Scholz à prova na Baviera (sul) e em Hesse (centro).
A ministra do Interior é candidata dos social-democratas, o partido de Scholz, em Hesse, onde fica Frankfurt.
D.Avraham--CPN