-
França minimiza hipótese de ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Gigantes da IA concordam em frear seu desenvolvimento
-
Incêndio em balsa nas Filipinas deixa 76 mortos
-
'O Segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' chegam como favoritos ao Emmy
-
França investiga possível ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Conselho de Supervisão da Meta pede que verificação não seja substituída por 'Notas da Comunidade'
-
Matemáticos alertam para 'efeito destrutivo' da IA em sua disciplina
-
Venezuela assina com Suriname acordo de cooperação em hidrocarbonetos
-
Deputados britânicos rejeitam legalização da morte assistida
-
Economia da França 'perde fôlego' antes de ano eleitoral incerto
-
Inflação dos EUA se mantém estável em agosto, a 3,4%
-
Reconstrução após desastre no Himalaia tem custo estimado de US$ 4,78 bilhões, diz Nepal
-
Nova York recorda os atentados de 11 de setembro sem Donald Trump
-
Putin chega à Índia para cúpula do Brics marcada por tensões geopolíticas
-
Carney diz que Canadá está pronta para acordo comercial "justo" com EUA
-
Rede de verificadores da América Latina pede à Meta que não substitua a checagem de fatos profissional
-
Família real de Uganda em 'prisão domiciliar' em meio à disputa por sucessão
-
'Vestido da vingança' da princesa Diana será leiloado em Nova York
-
BCE eleva taxas de juros para 2,5% devido à inflação pela guerra no Oriente Médio
-
Incêndio em navio de carga na China deixa ao menos 25 mortos
-
Céline Dion, o retorno de uma diva incansável
-
Estreito de Bab el-Mandeb, a outra passagem marítima ameaçada no Oriente Médio
-
UE obtém acesso ao Mythos, el modelo de IA más potente de Anthropic
-
Índia recebe reunião dos BRICS marcada por tensões gepolíticas
-
Cubanos buscam apoio em santos e orixás para enfrentar crise
-
Apple apresenta primeiro iPhone dobrável, um teste para seu novo CEO
-
Meta começa a testar substituto da checagem de fatos na América Latina
-
UE concede cerca de € 115 milhões à Espanha por crise migratória em Ceuta
-
Asfixiada, indústria argentina acende o debate sobre o modelo de Milei
-
Irã bombardeia base americana na Jordânia e navios no Golfo após ataque contra petroleiros
-
Noruega se despede do rei Harald V, o 'avô' da nação
-
OpenAI afirma que sua IA resolveu um dos problemas mais complexos da matemática
-
Houthis do Iêmen denunciam represálias sauditas após ofensiva que feriu dezenas
-
Indígenas da Guatemala aderem a protestos contra alta dos combustíveis
-
Rebeldes do Iêmen denunciam represálias da Arábia Saudita após ofensiva que deixou dezenas de feridos
-
Empresa de IA usa cachorros para detectar o câncer
-
Austrália propõe multas milionárias para redes sociais que não protegem os jovens
-
Fumo passivo provocou quase 1,7 milhão de mortes, aponta estudo
-
Tarifas do Canadá sobre produtos americanos entram em vigor
-
PISA aponta queda histórica de rendimento escolar, em particular em leitura
-
Aeroportos são reabertos na Indonésia após erupção vulcânica
-
Harry e Meghan são considerados cidadãos comuns no Reino Unido, diz rei Charles
-
Canal do Panamá não descarta novas restrições provocadas pelo El Niño
-
Indústria audiovisual busca se organizar diante da IA e da crise nos cinemas
-
Extrema direita inicia negociações para governar região da Alemanha
-
IA avançada pode representar um 'risco existencial para a humanidade', alerta ONU
-
Sérvios homenageiam o criminoso de guerra Ratko Mladic em Belgrado
-
Irã ameaça intensificar resposta a ataques dos EUA
-
Ricky Martin no Festival de Veneza: "É uma página muito importante da minha história"
-
EUA ataca petroleiros iranianos e Teerã responde
Vice entra com pedido de recuperação judicial nos EUA
O grupo de meios de comunicação americano Vice informou nesta segunda-feira (15) que entrou com um pedido de recuperação judicial, a fim de facilitar sua venda - um anúncio que o mercado aguardava há algumas semanas.
Um consórcio - que inclui a empresa de investimentos Fortress Investment Group, principal credora da Vice - assumirá o controle do grupo por US$ 225 milhões (R$ 1,107 bilhões), a menos que outras partes façam uma oferta maior, de acordo com o comunicado publicado nesta segunda-feira.
Conhecida por seu conteúdo pioneiro e notícias de estilo de vida, a Vice já esteve em ascensão de uma nova geração de empresas do meio digital, mas enfrentou dificuldades pela queda nas receitas de publicidade.
O Vice Media Group, avaliado em US$ 5,7 bilhões em 2017 (R$ 17,831 bilhões na cotação do mesmo ano), produz conteúdo em 25 idiomas e conta com mais de 30 escritórios ao redor do mundo.
Com acesso gratuito, o grupo depende principalmente da publicidade para gerar renda. Mas, com a deterioração da situação econômica, o mercado publicitário reduziu e passou a ser dominado pelos gigantes da tecnologia - como o Google e Facebook.
A Vice cancelou seu principal programa Vice News Tonight e demitiu 100 pessoas no final de abril.
No comunicado divulgado, o grupo garantiu que todas as suas marcas de mídia continuarão produzindo conteúdo apesar da declaração de falência.
"Esperamos concluir o processo de venda nos próximos dois a três meses e traçar um próximo capítulo de sucesso na Vice", destaca a empresa.
Fundada em 1994 como uma revista canadense, a Vice tornou-se um grupo de mídia online com sites de notícia e operações em televisão.
Assim como o BuzzFeed ou The Huffington Post, a Vice incorporou, no início dos anos 2010, uma nova geração de mídia totalmente digital, que tentava se distanciar da mídia tradicional e capturar o público jovem.
Depois de cultivar uma imagem de "bad boy" (menino malvado), o grupo de mídia ganhou notoriedade após enviar o ex-astro da NBA, Dennis Rodman, para a Coreia do Sul. Foi elogiada, também, por um documentário de cinco partes sobre o funcionamento interno do grupo Estado Islâmico.
Os meios gratuitos são mais frágeis em um contexto econômico difícil, que já provocou demissões em grandes meios de comunicação - desde a rádio pública americana NPR até o jornal The Washington Post, ou mesmo o canal CNN.
O BuzzFeed também anunciou, no final de abril, o fechamento do site BuzzFeed News, com o desligamento de 180 funcionários.
P.Kolisnyk--CPN