-
Ativista palestino retorna à Universidade de Columbia após prisão
-
Charles III inicia viagem pelo Caribe marcada por pedidos de reparações pela escravidão
-
Mercados de previsão, uma frente de desinformação nas eleições legislativas dos EUA
-
Desinformação gerada por IA se infiltra na campanha das eleições legislativas nos EUA
-
Mbappé se diz arrependido por ofender 'sentimentos nacionais' após repúdio na China
-
Charles III inicia visita delicada ao Caribe em meio a apelos por reparações pela escravidão
-
China repudia Mbappé, acusado de ofender 'sentimentos nacionais'
-
Austrália faz alerta sobre ameaça 'sem precedentes' da IA
-
ONU prevê redução 'insuficiente' de 6% nas emissões mundiais até 2035
Céline Dion se despede de Paris em seu último show antes de voltar em maio
Com seus maiores sucessos, ingressos esgotados e muita emoção, a cantora canadense Céline Dion encerra neste sábado (17) sua primeira série de shows em Paris, marcando seu retorno aos palcos após uma pausa devido a problemas de saúde.
Seja diante dos fãs que a aguardavam no hotel de luxo onde se hospedou com os filhos, ou diante dos 35.000 espectadores que lotaram cada apresentação em uma arena gigantesca nos arredores de Paris, a estrela canadense manteve o ritmo de sua maratona musical por mais de um mês.
Com a apresentação deste sábado, a artista terá realizado 16 shows na capital francesa, aos quais se somarão mais 10 datas em maio.
"Quando vou voltar para casa?", brincou a cantora de 58 anos certa noite, durante um show.
A intérprete de "My Heart Will Go On", do filme Titanic, está acostumada a shows no formato de residência artística, um modelo que adotou anos atrás em Las Vegas.
Em Paris, ela deixou pouco espaço para o improviso, com apresentações milimetricamente planejadas e pouquíssimas variações no repertório e nos comentários.
Cercada por músicos e um coral, a estrela apresentou um espetáculo de cerca de duas horas e meia, marcado por cerca de trinta canções de sua fase dos anos 1990 e 2000 e de seu repertório em inglês.
A cantora também se permitiu interpretar versões de músicas como "Sweet Dreams", do Eurythmics, ou uma ária de ópera de Maria Callas.
D.Goldberg--CPN