-
Ativista palestino retorna à Universidade de Columbia após prisão
-
Charles III inicia viagem pelo Caribe marcada por pedidos de reparações pela escravidão
-
Mercados de previsão, uma frente de desinformação nas eleições legislativas dos EUA
-
Desinformação gerada por IA se infiltra na campanha das eleições legislativas nos EUA
-
Mbappé se diz arrependido por ofender 'sentimentos nacionais' após repúdio na China
-
Charles III inicia visita delicada ao Caribe em meio a apelos por reparações pela escravidão
-
China repudia Mbappé, acusado de ofender 'sentimentos nacionais'
-
Austrália faz alerta sobre ameaça 'sem precedentes' da IA
-
ONU prevê redução 'insuficiente' de 6% nas emissões mundiais até 2035
Austrália faz alerta sobre ameaça 'sem precedentes' da IA
A inteligência artificial representa uma ameaça "sem precedentes", já que governos estrangeiros a utilizam para hackear redes de computadores e infraestrutura crítica, advertiu nesta terça-feira (27) a agência de cibersegurança da Austrália.
A Direção Australiana de Sinais (ASD) ressaltou que os modelos de IA, que avançam rapidamente, podem trazer benefícios enormes se forem usados para o bem. A agência utilizou algumas ferramentas de IA para elaborar seu relatório anual de "ameaças cibernéticas".
Os últimos meses, no entanto, também demonstraram como a IA está ajudando criminosos e hackers patrocinados por Estados a lançar ataques em "uma escala maior do que nunca", afirmou a agência em seu relatório.
"A IA foi a força determinante no cenário das ameaças cibernéticas durante o último ano, permitindo que agentes mal-intencionados encontrem vulnerabilidades mais rapidamente e as explorem em uma escala, velocidade e sofisticação sem precedentes", acrescenta o documento.
A preocupação mundial com o poder das ferramentas avançadas de IA aumentou após uma série de incidentes que envolveram modelos de desenvolvedores líderes como a OpenAI e a Anthropic.
O relatório registrou um aumento expressivo nos incidentes de cibersegurança.
A ASD emitiu mais de 4.400 advertências sobre atividades potencialmente maliciosas durante o último ano, o que representa um aumento de 80% em comparação com os 12 meses anteriores.
O relatório apontou que hackers ligados à China, Rússia e Coreia do Norte visaram a Austrália ou seus aliados nos últimos meses.
Neste mês, governos e empresas corrigiram falhas críticas em uma linguagem de programação que executa grande parte dos sites do mundo, o PHP.
A vulnerabilidade foi detectada com o uso de um modelo potente de OpenAI.
O.Hansen--CPN