-
Ativista palestino retorna à Universidade de Columbia após prisão
-
Charles III inicia viagem pelo Caribe marcada por pedidos de reparações pela escravidão
-
Mercados de previsão, uma frente de desinformação nas eleições legislativas dos EUA
-
Desinformação gerada por IA se infiltra na campanha das eleições legislativas nos EUA
-
Mbappé se diz arrependido por ofender 'sentimentos nacionais' após repúdio na China
-
Charles III inicia visita delicada ao Caribe em meio a apelos por reparações pela escravidão
-
China repudia Mbappé, acusado de ofender 'sentimentos nacionais'
-
Austrália faz alerta sobre ameaça 'sem precedentes' da IA
-
ONU prevê redução 'insuficiente' de 6% nas emissões mundiais até 2035
Muralha encontrada em Paris pode lançar luz sobre origens da cidade
Um trecho de muralha da época galo-romana, descoberto recentemente no coração de Paris, pode representar "um dos vestígios mais importantes já encontrados" para a compreensão das origens da cidade, revelaram autoridades francesas nesta quarta-feira (23).
Essa muralha de pedra e madeira, com aproximadamente 20 metros de comprimento, foi encontrada sob o Hôtel-Dieu, próximo à Catedral de Notre-Dame, na Île de la Cité, no centro histórico da capital francesa.
Pode ser um fragmento da muralha da antiga Lutécia, habitada pela tribo gaulesa dos Parisii, mencionada por Júlio César em seu relato da conquista da cidade em 52 a.C., indicou o Ministério da Cultura francês.
O imperador romano menciona "uma ilha ligada por pontes e situada em uma curva do Sena", especificou o comunicado.
Mas a localização dessa Lutécia galo-romana nunca foi definitivamente estabelecida, e algumas hipóteses sugerem que poderia estar em Nanterre, um subúrbio a oeste de Paris.
As investigações que serão realizadas agora podem corroborar a ideia de que o monumento estava, na verdade, localizado no coração de Paris, na Île de la Cité.
"Podemos estar diante de um dos vestígios mais importantes já descobertos para a compreensão da Lutécia galo-romana. A prudência científica ainda exige a verificação de sua função e cronologia, mas a convergência das evidências é particularmente notável", afirmou a ministra da Cultura, Catherine Pégard, citada no comunicado.
X.Cheung--CPN