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Mulher que afirmou ter sido estuprada por Jay-Z diz que fez 'acusações falsas'
A mulher que afirmou ter sido estuprada pelo rapper americano Shawn Carter ("Jay-Z") e pelo magnata do hip-hop Sean "Diddy" Combs quando tinha 13 anos disse que fez "acusações falsas", segundo um documento da Justiça ao qual a AFP teve acesso.
De acordo com as acusações, a agressão ocorreu após o MTV Video Music Awards em setembro de 2000. "Nunca conheci nem falei com o Sr. Carter. Ele nunca teve nenhuma conduta inadequada comigo", disse a mulher, segundo o documento mais recente apresentado ao tribunal. "Minhas declarações, segundo as quais o Sr. Carter e o Sr. Combs me estupraram enquanto uma terceira celebridade assistia, são falsas."
A mulher, cuja identidade permanece em sigilo, explicou que fez as acusações, em 2004, após ver um anúncio no Facebook que convocava potenciais vítimas de Combs a testemunhar. Isso "despertou as lembranças de um estupro que sofri aos 13 anos", disse.
A declaração foi apresentada pelos advogados de Carter, como parte de uma denúncia contra a mulher e seus advogados, um caso que está sendo arquivado. "Não há nenhuma verdade em nenhuma das minhas acusações contra o Sr. Carter", acrescentou a mulher. Após a retratação, os advogados do artista informaram que estavam desistindo do processo.
A mulher disse que não se lembrava de ter dado permissão para que seus advogados apresentassem a denúncia em 2024, a qual retirou posteriormente, após ter "dúvidas" sobre suas afirmações.
Parcialmente censurado, o documento sugere que a mulher tinha problemas de saúde mental.
Diddy, 56, foi condenado em outubro de 2025 a mais de quatro anos de prisão, após um julgamento por violência sexual envolvendo algumas de suas ex-parceiras durante maratonas de sexo.
P.Kolisnyk--CPN