-
Ativista palestino retorna à Universidade de Columbia após prisão
-
Charles III inicia viagem pelo Caribe marcada por pedidos de reparações pela escravidão
-
Mercados de previsão, uma frente de desinformação nas eleições legislativas dos EUA
-
Desinformação gerada por IA se infiltra na campanha das eleições legislativas nos EUA
-
Mbappé se diz arrependido por ofender 'sentimentos nacionais' após repúdio na China
-
Charles III inicia visita delicada ao Caribe em meio a apelos por reparações pela escravidão
-
China repudia Mbappé, acusado de ofender 'sentimentos nacionais'
-
Austrália faz alerta sobre ameaça 'sem precedentes' da IA
-
ONU prevê redução 'insuficiente' de 6% nas emissões mundiais até 2035
Economia do Irã desaba durante a guerra no Oriente Médio
A economia do Irã encolheu 10,1% em termos anuais no primeiro trimestre do calendário persa, período no qual Teerã enfrentou os bombardeios dos Estados Unidos e de Israel, segundo uma estatística oficial divulgada neste domingo (20).
Nesse trimestre, que vai do fim de março ao fim de junho, o Produto Interno Bruto (PIB) caiu, "incluindo o setor petrolífero", de acordo com o Centro de Estatísticas do Irã.
O Irã, que foi bombardeado em 28 de fevereiro por Israel e pelos Estados Unidos, tem uma economia dependente da exportação de hidrocarbonetos.
Teerã e Washington assinaram em junho um protocolo de acordo para pôr fim ao conflito, mas as hostilidades foram rapidamente retomadas em meio a acusações mútuas de descumprimento do pacto.
No centro do conflito, que se estendeu para os países do Golfo, está o estratégico Estreito de Ormuz, por onde, antes da guerra, transitavam cerca de 20% do petróleo mundial.
O Irã reivindica seu controle, enquanto os Estados Unidos mantêm um bloqueio nos portos iranianos, o que penaliza gravemente as exportações de petróleo do país, já duramente atingidas pelas sanções internacionais.
Durante o bloqueio anterior imposto pelos Estados Unidos, de abril a junho, o país não conseguiu exportar "nem um único barril de petróleo", afirmou na época o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf.
A economia está há anos sobrecarregada por uma hiperinflação crônica e uma forte desvalorização da moeda nacional, o rial, resultado em particular dessas sanções.
H.Müller--CPN