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Macron se reúne com Starmer em Londres, com imigração no centro das negociações
O presidente francês, Emmanuel Macron, visitou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, em sua residência em Downing Street, Londres, nesta quarta-feira (9), o segundo dia de sua visita ao Reino Unido. A espinhosa questão da travessia do Canal da Mancha foi um tópico de discussão.
Após um primeiro dia de encontro com o rei e uma visita ao Parlamento Britânico, chegou a hora de abordar questões de segurança, defesa e imigração irregular, segundo Downing Street.
Mais de 21.000 imigrantes cruzaram o Canal da Mancha desde o início do ano, um recorde, quando Starmer prometeu "retomar o controle das fronteiras".
"Estamos trabalhando em estreita colaboração com os franceses nesta questão", enfatizou Starmer nesta quarta-feira no Parlamento Britânico.
Essas questões também estarão na pauta de uma cúpula na quinta-feira, que reunirá os dois líderes e uma dúzia de ministros.
"Esta visita de Estado e cúpula representam uma oportunidade única nestes tempos difíceis para trabalharmos juntos na Ucrânia e (...) alcançarmos progressos importantes em defesa, segurança e tecnologia", declarou Macron ao chegar a Downing Street, sem mencionar a questão da imigração.
A França foi acusada pelo Reino Unido de não fazer o suficiente para combater pequenas embarcações de imigrantes, embora Londres tenha financiado medidas de segurança de fronteira no valor de cerca de 880 milhões de dólares (R$ 4,8 bilhões na cotação atual) desde 2018, de acordo com um relatório do Parlamento Britânico.
As negociações dizem respeito especificamente a um experimento de trocas de imigrantes, que se basearia no "princípio de um por um".
Mas as discussões "continuam", segundo um porta-voz de Starmer.
- "Entendimento amigável" -
O presidente francês iniciou o dia com uma visita ao túmulo da rainha Elizabeth II, falecida em setembro de 2022.
A visita de Macron é a primeira de um presidente francês ao Reino Unido desde Nicolas Sarkozy, em 2008, e de um chefe de Estado da União Europeia desde o Brexit, em 2020.
Os dois países, que já haviam estreitado suas relações em 2023 após as tensões relacionadas ao Brexit, por ocasião da visita do rei Charles III e de uma cúpula com o ex-primeiro-ministro britânico Rishi Sunak na França, proclamaram uma nova era de "entendimento amigável", semelhante à "Entente Cordiale" selada em 1904.
Na terça-feira, Macron, que discursou perante o Parlamento britânico, pediu à França e ao Reino Unido que "trabalhem juntos" para proteger a ordem mundial herdada do fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e fortalecer os laços entre Londres e a União Europeia.
O presidente francês prometeu resultados "tangíveis" durante sua visita nas áreas de cooperação econômica, defesa e combate à imigração.
A cooperação militar entre os dois países é baseada nos acordos de Lancaster House, assinados em 2010, que incluem um componente nuclear, a criação de uma força expedicionária conjunta e a produção conjunta de mísseis.
- "Mesmos desafios" -
Nesta quarta-feira, o presidente francês também conversou com líderes empresariais e cientistas sobre inteligência artificial no Imperial College de Londres.
O Reino Unido e a França "lideram a corrida na Europa, mas estão atrás dos Estados Unidos e da China", declarou Macron.
Uma parceria entre os dois países é "crucial, pois enfrentamos os mesmos desafios", acrescentou o presidente francês.
Macron também se reunirá com a comunidade empresarial nesta quarta-feira, durante um jantar organizado em sua homenagem no Guildhall, um edifício histórico na City, com a presença de 650 convidados.
Além disso, na tarde desta quarta-feira, Macron visitará o Museu Britânico para selar o anúncio do empréstimo ao Reino Unido da famosa Tapeçaria de Bayeux, uma grande tela bordada do século XI que narra os preparativos e a conquista da Inglaterra por Guilherme, duque da Normandia.
Em troca, o Museu Britânico emprestará à França peças do Tesouro de Sutton Hoo, artefatos arqueológicos dos séculos VI e VII, uma das joias de seu acervo.
O.Ignatyev--CPN