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Acordos comerciais chave podem ser fechados em setembro, diz secretário do Tesouro dos EUA
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, disse, nesta sexta-feira (27), que Washington poderia alcançar acordos cruciais sobre tarifas com mais de uma dúzia de parceiros nos próximos meses e concluir sua agenda comercial no começo de setembro.
As declarações de Bessent à Fox Business foram dadas antes da data limite de 9 de julho para a entrada em vigor de tarifas mais altas para dezenas de países.
Os países se apressaram em negociar e alcançar acordos comerciais com Washington para evitar este desfecho, embora a Casa Branca tenha sugerido recentemente que o governo do presidente Donald Trump poderia estender este prazo.
Na sexta-feira, Bessent assinalou que o secretário de Comércio, Howard Lutnick, expressou sua expectativa de alcançar dez acordos com parceiros comerciais.
O secretário do Tesouro reiterou que os Estados Unidos se concentram em acordos com 18 parceiros-chave. "Se conseguirmos fechar 10 ou 12 dos 18 importantes, e houver outras 20 relações importantes, acredito que poderíamos ter o comércio [por acordos tarifários] solucionado no Labor Day [Dia do Trabalhador nos EUA]", disse Bessent. Esse feriado cai em 1º de setembro.
Consultado na quinta-feira pela TV Bloomberg sobre o prazo de julho, Lutnick declarou: "Vamos concretizar os 10 acordos principais, classificá-los na categoria correta e estes outros países serão colocados depois".
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, também disse a jornalistas, na quinta-feira, que a data limite "poderia ser estendida, mas esta é uma decisão que corresponde ao presidente".
Ela disse, ainda, que a data em si "não é crucial".
Em abril, Trump impôs tarifas alfandegárias generalizadas de 10% para a maioria de seus parceiros comerciais e anunciou sobretaxas mais altas para dezenas de nações, antes de suspendê-las enquanto são realizadas negociações.
Esta suspensão expirará em 9 de julho. Até o momento, os Estados Unidos anunciaram um pacto com o Reino Unido e reduziram temporariamente as tarifas elevadas adotadas em represália contra a China.
Y.Ibrahim--CPN