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Trump atribui distúrbios por operações antimigração em Los Angeles a 'insurgentes'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou nesta segunda-feira (9) os manifestantes em Los Angeles de insurreição e ameaçou com medidas mais duras, após um fim de semana de distúrbios desencadeados por operações contra imigrantes.
Os confrontos entre manifestantes e as forças de segurança começaram na sexta-feira na megalópole californiana — a segunda cidade mais populosa do país e lar de uma importante população latina — após dezenas de prisões realizadas pela polícia federal de imigração (ICE) contra pessoas consideradas imigrantes ilegais e membros de gangues.
"Tudo o que pedimos é que as pessoas não sejam arrancadas do trabalho ou da cerimônia de formatura de seus filhos, que não sejam separadas de suas famílias de forma traumática e angustiante", explicou à AFP Estrella Corral, enquanto protestava no domingo.
Na segunda-feira, vários restos de carros incendiados eram visíveis em uma avenida da cidade, assim como numerosas mensagens hostis ao ICE, à polícia e ao presidente, pichadas em edifícios federais.
A polícia de Los Angeles vigiava os cruzamentos de ruas e o centro da cidade, declarado zona de reunião proibida após os confrontos de domingo.
Imagens aéreas exibidas pelo canal ABC7 mostraram alguns confrontos com pequenos grupos de manifestantes.
"As pessoas que causam os problemas são agitadores profissionais e insurgentes", afirmou o presidente republicano a jornalistas na Casa Branca, sem mencionar se declarará estado de insurreição, o que lhe conferiria poderes muito amplos.
Em sua plataforma Truth Social, afirmou que os manifestantes cuspiram em tropas e que, se continuarem, "receberão um golpe mais forte do que nunca. Essa falta de respeito não será tolerada!".
A prefeita democrata de Los Angeles, Karen Bass, assegurou que o perímetro dos confrontos estava limitado a "algumas poucas ruas" do centro e não a toda a cidade, como insinuou Trump.
- "Tática de intimidação" -
Trump comemorou a "excelente decisão" de ter mobilizado a Guarda Nacional para conter os protestos — uma iniciativa criticada por ativistas de direitos civis e autoridades da Califórnia.
O presidente "jogou lenha na fogueira e agiu ilegalmente ao mobilizar a Guarda Nacional" sem consultar as autoridades locais — algo que não acontecia há 60 anos — denunciou o governador da Califórnia, Gavin Newsom, um democrata considerado possível candidato à Casa Branca.
Esse envio, sem precedentes desde 1965, constitui um "abuso de poder revoltante", escreveu o governador democrata em comunicado, acusando o presidente de "causar o caos intencionalmente".
Newsom é um dos alvos preferidos de Trump, que nesta segunda disse que o prenderia, embora não tenha deixado claro se se tratava de uma provocação ou de uma intenção real. "Eu o faria", respondeu Trump ao ser questionado se o governador deveria ser preso.
O procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, anunciou que processará Trump, pois sua decisão de mobilizar a Guarda Nacional sem a aprovação do governador "excedeu a autoridade do governo federal" e "violou" a Constituição.
Cerca de 300 dos 2 mil membros da Guarda Nacional — uma força armada de reserva frequentemente ativada em casos de desastres naturais — chegaram na manhã de domingo.
As Nações Unidas advertiram nesta segunda contra "uma maior militarização" da situação.
As autoridades mexicanas explicaram que cerca de 40 cidadãos mexicanos foram presos na sexta e no sábado durante as operações agressivas do ICE que provocaram os protestos.
Do México, a presidente Claudia Sheinbaum condenou nesta segunda a violência "venha de onde vier" e reiterou o apelo às "autoridades dos Estados Unidos para que todos os procedimentos migratórios" sigam o "devido processo" e respeitem "a dignidade humana".
"Pedimos à comunidade mexicana que atue de forma pacífica e não caia em provocações", declarou a governante de esquerda.
Jason Garcia, um ex-militar de 39 anos residente em Los Angeles, disse temer uma "escalada".
Para Estrella Corral, esse envio de forças militares é "ridículo". "Trump está tentando transformar isso em um espetáculo para seu interesse político", afirmou.
Outro manifestante, Thomas Henning, definiu a medida como uma "tática de intimidação" e assegurou que "essas manifestações foram pacíficas".
Ao menos 56 pessoas foram presas em dois dias em Los Angeles, e cinco agentes sofreram ferimentos leves, segundo autoridades do Departamento de Polícia da cidade. Cerca de 60 pessoas foram presas durante protestos em San Francisco.
U.Ndiaye--CPN