-
اليورو يستقر في البنوك المصرية وأعلى سعر للبيع 59.85 جنيه
-
الأرصاد السعودية تتوقع سيولاً وأمطاراً رعدية في خمس مناطق
-
ستاندرد آند بورز تثبت تصنيف السعودية عند A+
-
França minimiza hipótese de ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Gigantes da IA concordam em frear seu desenvolvimento
-
Incêndio em balsa nas Filipinas deixa 76 mortos
-
'O Segredo de Widow's Bay' e 'The Pitt' chegam como favoritos ao Emmy
-
França investiga possível ato deliberado após descarrilamento de trem
-
Conselho de Supervisão da Meta pede que verificação não seja substituída por 'Notas da Comunidade'
-
Matemáticos alertam para 'efeito destrutivo' da IA em sua disciplina
-
Venezuela assina com Suriname acordo de cooperação em hidrocarbonetos
-
Deputados britânicos rejeitam legalização da morte assistida
-
Economia da França 'perde fôlego' antes de ano eleitoral incerto
-
Inflação dos EUA se mantém estável em agosto, a 3,4%
-
Reconstrução após desastre no Himalaia tem custo estimado de US$ 4,78 bilhões, diz Nepal
-
Nova York recorda os atentados de 11 de setembro sem Donald Trump
-
Putin chega à Índia para cúpula do Brics marcada por tensões geopolíticas
-
Carney diz que Canadá está pronta para acordo comercial "justo" com EUA
-
Rede de verificadores da América Latina pede à Meta que não substitua a checagem de fatos profissional
-
Família real de Uganda em 'prisão domiciliar' em meio à disputa por sucessão
-
'Vestido da vingança' da princesa Diana será leiloado em Nova York
-
BCE eleva taxas de juros para 2,5% devido à inflação pela guerra no Oriente Médio
-
Incêndio em navio de carga na China deixa ao menos 25 mortos
-
Céline Dion, o retorno de uma diva incansável
-
Estreito de Bab el-Mandeb, a outra passagem marítima ameaçada no Oriente Médio
-
UE obtém acesso ao Mythos, el modelo de IA más potente de Anthropic
-
Índia recebe reunião dos BRICS marcada por tensões gepolíticas
-
Cubanos buscam apoio em santos e orixás para enfrentar crise
-
Apple apresenta primeiro iPhone dobrável, um teste para seu novo CEO
-
Meta começa a testar substituto da checagem de fatos na América Latina
-
UE concede cerca de € 115 milhões à Espanha por crise migratória em Ceuta
-
Asfixiada, indústria argentina acende o debate sobre o modelo de Milei
-
Irã bombardeia base americana na Jordânia e navios no Golfo após ataque contra petroleiros
-
Noruega se despede do rei Harald V, o 'avô' da nação
-
OpenAI afirma que sua IA resolveu um dos problemas mais complexos da matemática
-
Houthis do Iêmen denunciam represálias sauditas após ofensiva que feriu dezenas
-
Indígenas da Guatemala aderem a protestos contra alta dos combustíveis
-
Rebeldes do Iêmen denunciam represálias da Arábia Saudita após ofensiva que deixou dezenas de feridos
-
Empresa de IA usa cachorros para detectar o câncer
-
Austrália propõe multas milionárias para redes sociais que não protegem os jovens
-
Fumo passivo provocou quase 1,7 milhão de mortes, aponta estudo
-
Tarifas do Canadá sobre produtos americanos entram em vigor
-
PISA aponta queda histórica de rendimento escolar, em particular em leitura
-
Aeroportos são reabertos na Indonésia após erupção vulcânica
-
Harry e Meghan são considerados cidadãos comuns no Reino Unido, diz rei Charles
-
Canal do Panamá não descarta novas restrições provocadas pelo El Niño
-
Indústria audiovisual busca se organizar diante da IA e da crise nos cinemas
-
Extrema direita inicia negociações para governar região da Alemanha
-
IA avançada pode representar um 'risco existencial para a humanidade', alerta ONU
-
Sérvios homenageiam o criminoso de guerra Ratko Mladic em Belgrado
Premiê diz que Índia está 'completamente pronta' para apoiar 'paz' na Ucrânia
O presidente americano, Joe Biden, e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, disseram, nesta quinta-feira (22), que as relações entre as duas democracias vão definir o próximo século, em um momento em que Washington busca um contrapeso para a China e descarta os apontamentos de um crescente autoritarismo em Nova Délhi.
Biden estendeu o tapete vermelho e recebeu com honras militares Modi em sua visita de Estado, na qual surgiram acordos importantes sobre motores para aviões de combate, investimentos em semicondutores e cooperação espacial.
"Há muito tempo acredito que a relação entre os Estados Unidos e a Índia será uma das mais decisivas do século XXI", disse Biden.
"Os desafios e oportunidades que o mundo enfrenta neste século requerem que a Índia e os Estados Unidos trabalhem e liderem juntos", acrescentou.
Modi, o premiê mais poderoso da Índia em décadas, disse, por sua vez, durante coletiva de imprensa, que a visita traz uma "nova direção e uma nova energia" para a "associação estratégica global" com os Estados Unidos.
A respeito de um tema que sabe ser sensível a Washington, Modi disse que a Índia está "completamente pronta para contribuir de qualquer forma para restaurar a paz" na Ucrânia.
Em comunicado conjunto, os dois países pediram respeito à "integridade territorial" ucraniana e fizeram "um apelo de respeito ao direito internacional, aos princípios da Carta da ONU e à integridade e soberania territoriais".
- "Nenhum espaço para a discriminação" -
Modi, que há uma década liderava o estado de Gujarat e foi proibido de entrar nos Estados Unidos acusado de violência religiosa, defendeu sua trajetória em declarações à imprensa incomuns para um primeiro-ministro geralmente apegado ao 'script'.
"Independentemente da casta, do credo, da religião, ao gênero, não há absolutamente nenhum espaço para a discriminação", disse Modi de forma de crítica a quem questiona o caráter democrático da Índia.
Várias associações têm acusado Modi de alimentar as perseguições contra a minoria muçulmana na Caxemira e de pressionar a imprensa e a oposição.
Modi destacou que "as sociedades e instituições, tanto dos Estados Unidos quanto da Índia, se baseiam em valores democráticos", e acrescentou que os dois países são "orgulhosos de sua diversidade".
Os dois líderes falarão à imprensa e responderão perguntas dos jornalistas, algo pouco comum para o chefe de Governo nacionalista hindu.
Depois, o líder asiático irá ao Congresso, e em seguida a um jantar de gala nos jardins da Casa Branca, que servirá um cardápio que, em sua homenagem, será vegetariano e inspirado na cozinha indiana.
Sua visita, no entanto, não agrada a todos: parlamentares democratas anunciaram a intenção de boicotar o discurso do líder indiano no Congresso, pois questionam o respeito aos direitos humanos e à liberdade religiosa na Índia.
- Grandes acordos de defesa -
Biden não pode estar mais que satisfeito ao ver a Índia diversificar seu equipamento de defesa. Washington confia em que uma relação mais próxima neste setor ajude a afastar a Índia da Rússia, que foi o principal fornecedor de equipamento militar para Nova Délhi durante a Guerra Fria.
Em um acordo descrito por Modi como um marco, os Estados Unidos assinaram uma transferência de tecnologia para motores conforme a Índia começa a produzir seus próprios aviões de combate.
A General Electric terá aval para produzir seus motores F414 em conjunto com a empresa estatal indiana Hindustan Aeronautics, informou um alto funcionário americano à imprensa.
Ele acrescentou que a Índia também compraria drones armados de alta precisão MQ-9B SeaGuardians.
Em boa medida, o governo Biden deixou passar a negativa indiana de se unir às sanções ocidentais contra a Rússia e, ao invés disso, passar a comprar petróleo com desconto de Moscou. Washington vê na Índia um alinhamento mais amplo ao desafio que a China representa e à ameaça do islã radical.
Segundo outro alto funcionário dos EUA, o grupo americano Micron, peso-pesado na fabricação de semicondutores, essenciais para a informática, vai anunciar um investimento de mais de US$ 800 milhões (R$ 3,9 bilhões na cotação atual) em uma fábrica na Índia, que se espera que vá alcançar 2,75 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 13 bilhões) depois das contribuições de Nova Delhi.
O alto funcionário disse que cabia aos Estados Unidos e à Índia construir um "ecossistema de semicondutores que permita a diversificação das cadeias de abastecimento", cuja fragilidade foi evidenciada pela pandemia de covid-19.
Como nova potência espacial em crescimento, a Índia também pactuou, durante a visita de Modi, unir-se aos Acordos de Artemis, um programa multinacional liderado pelos Estados Unidos para levar um ser humano à Lua em 2025.
Como parte dessa cooperação, em 2024, o programa espacial indiano fará uma missão conjunta com a Nasa na Estação Espacial Internacional.
J.Bondarev--CPN