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Buscas por submersível desaparecido concentram-se em área onde foram detectados ruídos
As equipes de resgate estão concentrando as buscas pelo submersível desaparecido no domingo com cinco pessoas a bordo perto dos destroços do Titanic na região onde, nas últimas horas, foram detectados ruídos de origem indeterminada, em uma corrida contra o tempo, já que o oxigênio da embarcação está se esgotando.
"Não sabemos o que são esses ruídos" detectados na noite de terça-feira e nesta quarta (21) pela manhã, disse em entrevista coletiva o porta-voz da Guarda Costeira dos Estados Unidos, o capitão Jamie Frederick.
A comunicação com o submersível Titan, de 6,5 metros de comprimento, foi perdida no domingo, quase duas horas depois de o equipamento iniciar a descida em direção ao que restou do Titanic, a quase 4.000 metros de profundidade e a cerca de 600 quilômetros de Terra Nova, no Atlântico Norte.
Até agora, as buscas com ajuda de um veículo operado remotamente (ROV, na sigla em inglês) não deram nenhum resultado.
Estão a bordo do submersível o bilionário e aviador britânico Hamish Harding, presidente da empresa de jatos particulares Action Aviation; o empresário paquistanês Shahzada Dawood, vice-presidente do conglomerado Engro, e seu filho Suleman; o mergulhador francês Paul-Henri Nargeolet, e Stockton Rush, CEO da OceanGate Expeditions, a companhia responsável pelo Titan, que cobra US$ 250.000 (aproximadamente R$ 1,2 milhão) por turista.
- Momentos difíceis -
Por ora, cinco barcos, aos quais se somarão outros cinco nas próximas 24 e 48 horas, participam das buscas em uma área de 20.000 km², aproximadamente o tamanho do estado de Sergipe, e a uma profundidade de quase quatro quilômetros, enquanto aviões sobrevoam o local em busca de qualquer sinal do submersível.
O Pentágono anunciou o envio de um terceiro avião C-130 e de outros três C-17, enquanto um robô submarino, enviado pelo Instituto Oceanográfico francês, seria incorporado às buscas nesta quarta.
"Trata-se de uma busca muito complexa devido à distância do lugar e à coordenação entre diversas agências e países", reconheceu Jamie Frederick.
"Entendemos que são momentos extremamente difíceis para os familiares" dos desparecidos, acrescentou o capitão da Guarda Costeira, que insistiu que "a equipe unificada está trabalhando sem descanso para levar todos os meios e conhecimentos disponíveis o mais rápido possível". Os resgatistas estimam que o oxigênio de emergência se esgotará nas próximas horas.
- Conscientes do perigo -
Todos estavam cientes dos perigos de uma expedição como essa, afirmou à BBC Mike Reiss, roteirista de televisão americano que visitou os destroços do Titanic no mesmo submersível no ano passado.
"Você assina um documento antes de embarcar, e na primeira página a morte é mencionada três vezes", contou, ao lembrar que, na imersão em águas tão profundas, "a bússola parou de funcionar imediatamente e começou a girar", fazendo com que eles tivessem que se mover às cegas na escuridão do oceano para buscar o transatlântico afundado em sua viagem inaugural entre a cidade inglesa de Southampton e Nova York em 1912.
Das 2.224 pessoas a bordo do Titanic, cerca de 1.500 morreram em um dos naufrágios mais famosos da história.
Desde que os destroços foram descobertos em 1985, a área tem sido visitada por caçadores de tesouros e turistas ávidos por fortes emoções.
Alistair Greig, professor de engenharia marítima no University College London, sugeriu duas hipóteses sobre o que poderia ter acontecido com o Titan.
A primeira estaria relacionada a um problema elétrico ou de comunicação, o que não impediria o submersível de voltar à superfície.
Outro cenário seriam danos ao casco de pressão. "Nesse caso, o prognóstico não é bom", apontou o especialista em comunicado.
Nos últimos dias, veio à tona um relatório sobre problemas de segurança do submersível. O ex-diretor de operações marítimas da OceanGate Expeditions, David Lochridge, demitido por questionar a segurança do Titan, mencionou em uma ação judicial que o submersível é resultado de um "projeto experimental e não comprovado".
T.Morelli--CPN