-
Rússia emite ordem de busca internacional contra CEO do Telegram
-
Meta tem lucro menor do que o esperado e mantém gastos com IA
-
Infantino defende seu projeto: 'É uma oportunidade, mas não uma obrigação'
-
Jair Bolsonaro nega ter autorizado "deepfake" no qual apoia campanha de Flávio
-
Ator Jared Leto nega novas acusações de agressão sexual
-
Em decisão dividida, Federal Reserve mantém taxas de juros nos EUA
-
De postos de gasolina a farmácias: Cuba abre economia à iniciativa privada
-
BTS se recusa a participar do Grammy após criação de categoria para o pop asiático
-
Ataque de agente de IA descontrolado atingiu outras plataformas, diz OpenAI
-
STF questiona uso de 'deepfake' de Jair Bolsonaro em campanha presidencial de Flávio
-
OpenAI afirma que seu agente de IA invadiu outras plataformas
-
Após incêndios, milhares de pessoas retornam para casa na Espanha e na França
-
Maior universidade do México investiga suspeita de fraude com IA em vestibular
-
Garimpo ilegal com mercúrio polui floresta entre Suriname e Guiana francesa
-
Cinco bebês são encontrados mortos em residência na França
-
Empresas tentaram barrar documentário sobre últimos anos de Stan Lee, afirma diretor
-
Começa em Pequim o julgamento de recurso contra a Malaysia Airlines pelo voo desaparecido
-
A metamorfose das mulheres tatuadas à força nos Países Baixos
-
Por que as ações de tecnologia estão caindo?
-
UE exige que empresas incluam rótulo em conteúdos feitos com IA
-
Bombeiros avançam na luta contra incêndios florestais na Espanha
-
BitMart تحت الضغط: لم يتم الإفراج عن 22,000 USDT و930,000 SNC بعد مرور 48 ساعة – هل تعاني BitMart من نقص في الأموال؟
-
BitMart 面臨壓力:22,000 USDT 和 930,000 SNC 在 48 小時後仍未解凍——難道 BitMart 資金不足?
-
BitMart под давлением: 22 000 USDT и 930 000 SNC не разблокированы по истечении 48 часов — у BitMart не хватает средств?
-
BitMart sob pressão: 22 000 USDT e 930 000 SNC não foram libertados após 48 horas – será que a BitMart não tem fundos suficientes?
-
Rapper D4vd será julgado por homicidio de adolescente
-
ONU teme repique da aids com queda de financiamento no combate ao HIV
-
Nvidia lidera aliança global para desenvolver IA aberta de cibersegurança
-
Diretora do FMI visita Argentina em demonstração de apoio a Milei
-
Grande incêndio na França dá uma trégua antes de nova onda de calor
-
Polícia mata suspeito de ataque 'islamista' perto da marcha do Orgulho em Berlim
-
Milei detalha projeto de reforma do BC, fundamental para a disciplina monetária
-
Praias do Dia D na Normandia e Monte Olimpo, novos Patrimônios Mundiais da Unesco
-
Polícia busca suspeito do ataque mortal perto da Marcha do Orgulho em Berlim
-
Governo Trump enfrenta pressões diante do auge da IA chinesa
-
Huthis reivindicam ataque na Arábia Saudita, a nova frente da guerra no Oriente Médio
-
SpaceX realiza com sucesso voo de teste da Starship, o primeiro desde sua estreia na bolsa
-
UE poderá pagar 'preço muito alto' por multa ao Google, ameaça Trump
-
Tribunal dos EUA considera ilegais barreiras contra pílula abortiva
-
Brasil proíbe produção e venda de foie gras
-
Incêndios colocam Espanha em 'situação dramática' e obrigam a deslocamentos na França
-
EUA ameaça punir Irã após ataques de rebeldes do Iêmen
-
TotalEnergies avalia sair de projeto russo de GNL
-
BCE mantém juros inalterados, mas abre a porta para alta em setembro
-
Banco Mundial estima em cerca de US$ 19,5 bi danos dos terremotos na Venezuela
-
IA alcança humanos e gabarita Olimpíada Internacional de Matemática
-
Milhares de deslocados por incêndios florestais no sul da Europa
-
Milhares de pessoas afetadas por incêndios devastadores na Itália, França e Espanha
-
Adolescente retira ação contra Meta nos EUA por dependência em redes sociais
-
Casa onde Hitler nasceu vira delegacia na Áustria
ONU pede arrecadação de mais de US$ 46 bi em ajuda humanitária para 2024
Conflitos, emergências climáticas, colapsos econômicos... as perspectivas são "sombrias" para 2024, adverte nesta segunda-feira(11) as Nações Unidas, que fez um apelo para a arrecadação de 46,4 milhões de dólares (228 milhões de reais na cotação atual) para ajudar a 180 milhões de pessoas em todo o mundo.
Sem o financiamento suficiente, "as pessoas pagarão com suas vidas", alertou a ONU.
Embora neste momento todos os olhos estejam voltados para a guerra na Faixa de Gaza, a ONU lembra que Oriente Médio, Sudão e Afeganistão também têm se beneficiado de importantes operações de ajuda internacional.
No entanto, a escala do pedido por financiamento anual e o número de beneficiários que a ONU espera ajudar foram revisados para baixo em relação a 2023, devido a um menor número de doadores.
"Os trabalhadores humanitários salvam vidas, combatem a fome, protegem as crianças, ajudam nas epidemias e fornecem abrigo e instalações de saúde nas situações mais desumanas", disse o subsecretário-geral de Assuntos Humanitários da ONU, Martin Griffiths, em um comunicado.
"No entanto, o apoio necessário da comunidade internacional não cobre as necessidades", lamentou.
A ONU pediu a arrecadação de 56,7 bilhões de dólares (278 bilhões de reais) para 2023, mas recebeu apenas 35% desse valor, o pior déficit de financiamento em anos. As agências das Nações Unidas garantiram proteção e assistência a 128 milhões de pessoas.
O ano de 2023 está a caminho de se tornar o primeiro desde 2010 no qual as doações para ajuda humanitária diminuíram em relação ao ano anterior.
Além disso, a ONU decidiu rever seu pedido por doações para 2024, para concentrar-se em necessidades mais urgentes.
- Operações em 72 países -
Ao anunciar os pedidos de fundos para 2024, Griffiths reconheceu que o montante solicitado continuava sendo "enorme" e provavelmente difícil de arrecadar, pois muitos países doadores enfrentam dificuldades econômicas.
Mas "sem um financiamento adequado, não poderemos fornecer essa assistência vital. E se não pudermos assisti-las, as pessoas pagarão com suas vidas", advertiu.
A convocação de doações busca financiar operações em 72 países: 26 estados em crise e 46 países vizinhos que sofrem as repercussões, como o fluxo de refugiados.
Trata-se, em primeiro lugar, da Síria (4,4 bilhões de dólares ou 21 bilhões de reais), seguida da Ucrânia (3,1 bilhões ou 15 bilhões de reais), Afeganistão (3 bilhões ou 14,74 bilhões de reais), Etiópia (2,9 milhões ou 14,25 bilhões de reais) e Iêmen (2,8 bilhões ou 13,7 bilhões de reais).
Segundo Griffiths, quase 300 milhões de pessoas passarão necessidades em todo o mundo durante 2024. A ONU, no entanto, concentrará seus esforços em 180,5 milhões.
- As vítimas do clima -
Assim, as primeiras zonas afetadas pela revisão da expectativa de fundos são o Oriente Médio e o Norte da África (13,9 milhões).
No entanto, Griffiths também chamou a atenção para as necessidade em Mianmar e Ucrânia, que atravessa um "inverno desesperado" de olho em uma intensificação da guerra; e Sudão, que segundo disse não está recebendo a atenção que merece das capitais ocidentais.
Em relação à Venezuela, o funcionário da ONU disse que espera que o diálogo político desbloqueie os bens congelados e seja um "bom exemplo" que conduza a "recompensas sociais".
Acrescentou que a fome poderia ter sido evitada no Afeganistão se o financiamento considerasse os direitos humanos.
As necessidades relacionadas aos efeitos da mudança climática são cada vez mais importantes.
"Não há dúvida de que o clima concorre com conflitos como gerador de necessidades", afirmou.
"O clima agora desloca mais crianças do que os conflitos. Nunca foi assim".
X.Wong--CPN