-
Rei Charles III expressa 'solidariedade' com EUA no memorial de 11 de Setembro em NY
-
Alphabet dispara e seus rivais cambaleiam diante dos custos da IA
-
Trump crê que EUA vai voltar a pisar na Lua antes do fim de seu mandato
-
Suprema Corte dos EUA limita redistribuição eleitoral destinada a favorecer minorias
-
O que o futuro reserva à Opep após a saída dos Emirados Árabes Unidos?
-
Fed mantém taxas de juros inalteradas pela terceira reunião consecutiva
-
Chefe de gabinete de Milei se defende no Congresso de suspeitas de corrupção
-
Trump diz ao Irã que 'é melhor ficarem espertos logo' e aceitarem acordo nuclear
-
Guerra no Irã ameaça levar mais de 30 milhões de pessoas à pobreza
-
MBDA e Safran lançam primeiro teste de foguete de longo alcance Thundart
-
Powell é foco de reunião do Fed, que deve manter juros
-
Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias'
-
UE acusa Meta de permitir acesso de menores de 13 anos ao Facebook e Instagram
-
Canal do Panamá descarta especulação com preços por bloqueio de Ormuz
-
'Independência': países em Santa Marta pedem fim do uso de combustíveis fósseis
-
Charles III pede que EUA se mantenha fiel aos aliados ocidentais
-
Musk e Altman, frente à frente em ação judicial sobre a OpenAI
-
Emirados Árabes Unidos deixarão Opep em maio para proteger 'interesse nacional'
-
Lucro líquido da montadora chinesa BYD cai 55% no 1º trimestre
-
Emirados Árabes Unidos vão deixar Opep a partir de maio
-
Preços das commodities sobem com guerra e outros fatores, diz Banco Mundial
-
Jovem se declara culpado na Áustria de planejar atentado contra show de Taylor Swift
-
Quase 60 países participam de primeiro encontro na Colômbia para superar as energias fósseis
-
Colisão de trens na Indonésia deixa 15 mortos e dezenas de feridos
-
Ex-atriz faz depoimento emotivo em novo julgamento por estupro contra Weinstein
-
Personalidade de Elon Musk, no centro da batalha jurídica contra a OpenAI
-
Colisão entre trens perto de Jacarta deixa ao menos cinco mortos
-
Rei Charles III se reúne com Trump em tentativa de recompor relações
-
Rei Charles III chega aos EUA para reforçar vínculos com Trump
-
Começa seleção do júri na batalha legal de Musk contra OpenAI
-
UE quer obrigar Google a abrir Android para concorrentes de IA
-
O seleto mundo dos bolos de casamento superluxuosos
-
Turismo despenca em Cuba no primeiro trimestre de 2026
-
Gasto militar seguiu crescendo em 2025 com multiplicação de guerras e tensões
-
Powell lidera última reunião como presidente do Fed em meio a preocupações com a inflação
-
Empresas de IA intensificam campanhas de influência para impactar medidas regulatórias
-
Príncipe Harry afirma que 'sempre' fará parte da família real
-
OpenAI pede desculpas ao povo canadense por não ter reportado ataque a tiros
-
YouTube oferece detecção de 'deepfakes' a artistas de Hollywood
-
Lula busca respostas diante de avanço da direita a meses das eleições
-
Departamento de Justiça dos EUA arquiva investigação contra presidente do Fed
-
Modelos elétricos chineses roubam a cena no gigantesco salão do automóvel de Pequim
-
Tesla começa a produzir seu 'robô-táxi', diz Musk
-
Imagem de família equatoriana separada pelo ICE vence o World Press Photo
-
Robôs movidos por IA dão esperança e novas perspectivas à indústria alemã
-
'Detox digital' avança entre jovens nos EUA
-
Nasa revela novo telescópio espacial Roman, que criará um 'atlas do universo'
-
Índia estabelece 'sino da água' nas escolas para combater a onda de calor
-
Toluca denuncia racismo contra o brasileiro Helinho
-
Kevin Warsh, de linha-dura contra a inflação a aliado de Trump
Astromóvel da Nasa dá uma pista sobre ausência de vida em Marte
Por que Marte é desértico e inabitável, enquanto a vida se desenvolveu na Terra, um planeta bastante semelhante? Um estudo, baseado na descoberta de um astromóvel da Nasa, sugere que, apesar da existência esporádica de alguns rios, Marte estava condenado a permanecer desértico.
Considera-se que Marte tem todos os ingredientes para a vida, exceto água líquida, talvez o mais importante.
Sua superfície vermelha tem traços de antigos rios e lagos, indicando que a água já fluiu em sua superfície.
Vários astromóveis, também chamados de rovers, veículos de exploração espacial projetados para viajar em superfícies diferentes da Terra, procuram vestígios de vida que podem ter existido há milhões de anos.
O rover Curiosity da Nasa encontrou uma peça que faltava no quebra-cabeça este ano: rochas ricas em minerais de carbonato.
Esses "carbonatos", semelhantes ao calcário encontrado na Terra, são como esponjas de dióxido de carbono, capturados na atmosfera e presos na rocha.
Um novo estudo, publicado na revista científica Nature, modelou com precisão como essas rochas podem mudar nossa compreensão do passado de Marte.
- Oásis efêmeros-
O principal autor do estudo, Edwin Kite, cientista da Universidade de Chicago e membro da equipe do Curiosity, disse à AFP que aparentemente havia "vislumbres de habitabilidade" em determinados momentos e lugares em Marte.
Mas esses "oásis" efêmeros eram a exceção e não a regra.
Na Terra, o dióxido de carbono na atmosfera aquece o planeta e, durante longos períodos de tempo, o carbono fica preso nas rochas carbonáticas.
Em seguida, as erupções vulcânicas liberam o gás de volta à atmosfera, criando um ciclo climático equilibrado que permite a existência contínua da água.
No entanto, Marte tem uma taxa "fraca" de emissões vulcânicas em comparação com a Terra, disse Kite. Isso rompe o equilíbrio e deixa Marte muito mais frio e menos habitável.
De acordo com a pesquisa, os breves períodos de água líquida em Marte foram seguidos por 100 milhões de anos de deserto estéril, tempo demais para que qualquer coisa pudesse sobreviver.
Ainda é possível que existam bolsões de água líquida no subsolo de Marte que ainda não tenham sido encontrados, de acordo com Kite.
O astromóvel Perseverance da Nasa, que pousou em um antigo delta marciano em 2021, também encontrou sinais de carbonatos na margem de um lago seco, acrescentou.
Mas para ter a prova mais clara dessa história, será necessário trazer amostras de rocha da superfície marciana de volta à Terra para estudo, o que os Estados Unidos e a China pretendem fazer na próxima década.
- Estamos sozinhos? -
O que os cientistas procuram é uma resposta para uma pergunta-chave: a Terra é o único planeta que tem vida?
Os astrônomos descobriram cerca de 6.000 planetas fora do nosso sistema solar desde o início da década de 1990, mas eles estão muito distantes para coletar amostras.
Se for determinado que Marte nunca teve microrganismos durante seus períodos com água, isso seria uma indicação de que é difícil que a vida surja em outro lugar do universo.
Mas se forem encontradas evidências de vida antiga, isso "basicamente nos diria que a origem da vida é fácil em uma escala planetária", explicou Kite.
A.Zimmermann--CPN