-
Irã adverte sobre risco de escalada militar após ameaças de Israel
-
Fed mantém suas taxas inalteradas antes das legislativas nos EUA
-
Snapchat vai a julgamento nos EUA por vício de jovens em redes sociais
-
Tribunal da Noruega bloqueia temporariamente novos termos de uso da Meta
-
Banco Mundial alerta para forte alta nos preços dos alimentos até 2027
-
Vice-presidente da Federação Japonesa renuncia após apoio da Ásia a Infantino
-
Onze mulheres são condenadas na Indonésia por maus-tratos a crianças em uma creche
-
Cortes em programas de ajuda incentivam o voto de castigo contra Trump
Cápsula da Boeing se desprende da ISS e retorna sem tripulantes
A cápsula Starliner, da Boeing, separou-se nesta sexta-feira (6) da Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês) para iniciar seu retorno à Terra, sem os dois astronautas que transportou no voo de ida, devido a preocupações envolvendo a segurança da aeronave.
"Separação confirmada", disse um locutor na transmissão ao vivo da Nasa, às 22h04 GMT (19h04 de Brasília). "A Starliner se afasta agora da estação e inicia seu retorno à Terra."
A nave deve pousar em uma base no estado americano do Novo México, às 4h03 GMT deste sábado.
A reputação da fabricante americana, questionada por problemas recentes com seus aviões de passageiros, sofreu um novo golpe em junho, quando foram detectadas falhas nos propulsores e vazamentos de hélio na Starliner durante o voo tripulado inaugural.
Apesar das tentativas da empresa de convencer a Nasa da segurança de suas aeronaves, a agência espacial americana preferiu enviar os tripulantes de volta para casa com a concorrente da Boeing, SpaceX, e sua cápsula Crew Dragon.
Um voo de retorno sem contratempos será fundamental para a fabricante americana, não apenas para a sua imagem corporativa, mas também para as suas chances de obter novas autorizações para realizar voos espaciais tripulados.
Uma vez concretizada a volta da Starliner, "teremos uma noção maior de quando poderemos certificar a nave e de quando poderemos retomar os voos”, disse o responsável pelo programa de voos espaciais comerciais tripulados da Nasa, Steve Stich.
Y.Jeong--CPN