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IA não pode substituir o Mickey Mouse, diz seu dublador na Disney
Por mais avançada que seja a tecnologia por trás da Inteligência Artificial, jamais seria possível capturar a essência de Mickey Mouse, afirma o homem que interpreta o icônico personagem.
Como parte da comemoração dos 100 anos da Disney, a AFP conversou com animadores, arquivistas e o ator Bret Iwan, que dá voz ao Mickey, sobre o passado e o futuro da empresa, abordando temas como o potencial da Inteligência Artificial (IA), um assunto que está na boca de todos em Hollywood.
"Claro que a IA desenvolve uma tecnologia impressionante. É incrível", disse Iwan.
"Mas eu não acredito que ela possa substituir o coração de um personagem, e ainda mais importante, o coração da narrativa".
A Inteligência Artificial e a ameaça que representa para as profissões na indústria do entretenimento se tornaram temas constantes de discussão neste verão em Hollywood.
A visita da AFP ao enorme estúdio da Disney perto de Los Angeles ocorreu durante o segundo mês da greve dos roteiristas, causada, entre outros fatores, pelo medo de serem substituídos pela IA.
Esse assunto também está entre as demandas negociadas pelos atores de Hollywood, que estão prestes a convocar uma paralisação se os estúdios, incluindo a Disney, não aceitarem suas condições antes de 12 de julho.
Mas, para Iwan, o personagem e a narrativa "são únicos de um artista, um roteirista, um animador, um criador".
"Quero acreditar que isso prevalecerá e manterá as pessoas de carne e osso empregadas por algum tempo".
Por incrível que pareça, ele é uma das apenas quatro pessoas que deram voz a Mickey, conhecido por seu tom agudo.
O falsete do Mickey foi inicialmente realizado pelo fundador da empresa, Walt Disney, que estrelou "Steamboat Willie" (1928). Depois, outros dois homens deram voz a ele por mais de três décadas.
"Espero fazer isso enquanto for possível", disse Iwan, referindo-se às suas cordas vocais.
- "Replicar o realismo" -
Enquanto isso, no mundo da animação - talvez a manifestação artística mais associada à Disney -, a área de computação gráfica sofisticada está bem estabelecida.
A animação gerada por computação superou a tradicional animação à mão, tanto na Disney quanto nos estúdios concorrentes, tornando-se a principal metodologia.
Por enquanto, os humanos continuam responsáveis por projetar e criar os filmes, mas o uso recente de IA para gerar a sequência inicial da série "Secret Invasion" no Disney+ gerou controvérsia.
Eric Goldberg, o lendário animador da Disney que criou o Gênio em "Aladdin" e é defensor da animação à mão, não vê a IA como uma ameaça em seu campo de trabalho.
"Acredito que a IA pode afetar muito mais a animação computadorizada do que a animação à mão, porque a IA se concentra em replicar o realismo", disse ele.
"Você não pode criar com IA personagens como os que eu crio: a cabeça do Gênio que se transforma numa torradeira!".
"Portanto, o design à mão nos dá um pouco mais de vantagem nesse sentido".
T.Morelli--CPN