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Sobe para 22 número de mortos em acidente de avião militar que transportava dinheiro na Bolívia
Pelo menos 22 pessoas morreram após a queda de um avião militar na Bolívia que transportava dinheiro e que tinha como destino o banco central, informaram neste sábado (28) as autoridades.
O avião de transporte militar C-130 Hércules da Força Aérea Boliviana caiu na tarde de sexta-feira após sair da pista de aterrissagem no Aeroporto Internacional de El Alto, a cerca de 15 quilômetros de La Paz.
O ministro da Defesa, Raúl Salinas, informou que o avião tinha oito tripulantes, dos quais um morreu.
As autoridades não revelaram se havia passageiros a bordo da aeronave e acrescentaram que já não há desaparecidos sendo procurados.
Por sua vez, o comandante-geral da Polícia, Mirko Sokol, apresentou um novo balanço de mortos.
"Temos 22 pessoas falecidas", entre elas quatro crianças, informou aos jornalistas. "Somente nove delas foram identificadas (...) porque temos corpos que foram totalmente mutilados", acrescentou.
O acidente deixou ainda 37 feridos, entre eles uma criança que perdeu as pernas, segundo o Ministério da Saúde.
Partes da fuselagem do avião atingiram veículos que estavam naquele momento em uma rua adjacente ao aeroporto.
O governo do presidente Rodrigo Paz afirmou que as causas do acidente ainda são desconhecidas e anunciou a formação de uma junta investigadora para determiná-las.
"Essa investigação não pode ser resolvida da noite para o dia", é necessário "encontrar a caixa-preta", disse Salinas em coletiva de imprensa.
– Sem "valor legal" –
O avião militar vinha da cidade de Santa Cruz, no leste da Bolívia, e tinha como missão abastecer La Paz, a capital administrativa do país, com papel-moeda.
Centenas de cidadãos se precipitaram ao local na sexta-feira para recolher as cédulas destinadas ao Banco Central da Bolívia.
"Quando alguém passava, conseguia pegar um maço ou uma caixa de dinheiro e começava a correr. E as próprias pessoas começavam a tirar o dinheiro dele (...). Isso aconteceu durante toda a noite", disse à AFP Abigail Pérez, estudante universitária de 22 anos e moradora de El Alto, cidade situada a 4 mil metros de altitude.
O Ministério da Defesa informou em um comunicado que "o dinheiro transportado na aeronave acidentada não tem numeração nem série oficial, portanto carece de valor legal e aquisitivo" e que "sua coleta, posse ou uso constitui crime".
As autoridades determinaram a queima das caixas com as cédulas em uma enorme fogueira improvisada no aeroporto, que ardeu durante a noite.
No entanto, uma multidão continuou tentando acessar o aeroporto neste sábado e foi dispersada pela polícia com gás lacrimogêneo, constatou a AFP.
– "Atos de vandalismo" –
O presidente boliviano expressou suas condolências às famílias dos mortos e feridos várias horas após o ocorrido. "É um dia de muita dor", afirmou Paz na rede social X.
Quando o avião caiu, estava caindo "uma forte chuva de granizo" e "havia relâmpagos", disse à AFP Cristina Choque, comerciante de 60 anos, cujo carro foi atingido pelos destroços da aeronave.
"O pneu foi o que caiu sobre nós (...), minha filha foi atingida, tem um ferimento na cabeça", relatou.
A mulher e sua família permaneceram dentro do veículo acidentado por medo de serem saqueados pela multidão.
O Ministério Público de La Paz recebeu denúncias de saques a comércios por parte de criminosos que aproveitaram o tumulto nas ruas.
O chefe da polícia informou neste sábado que prendeu 49 pessoas "pelos atos de vandalismo".
"Estamos em um momento de crise e de luto (...). Não podemos conceber que essas pessoas continuem intimidando os agentes policiais", disse.
As operações do Aeroporto Internacional de El Alto, o segundo mais importante da Bolívia, foram suspensas por algumas horas e retomadas neste sábado.
Os hospitais da cidade lançaram uma campanha de doação de sangue para atender os feridos.
P.Schmidt--CPN