-
Infantino vai do céu ao inferno em apenas duas semanas
-
'A queda em desgraça mais rápida', diz ex-diretor do COI sobre Infantino
-
Opep+ aumenta cota de produção de petróleo em 188 mil barris por dia
-
Incêndio em balsa na Indonésia deixa 5 mortos e 41 desaparecidos
-
Centenas de menores dormem ao relento em Ceuta devido à crise migratória
-
Um sonho "destruído": a desilusão dos marroquinos expulsos de Ceuta
-
Uefa e Concacaf mantêm pressão sobre Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Concacaf pede 'revisão integral' da liderança de Infantino na Fifa
-
Ofensiva judicial de Trump contra a imprensa perde força
-
Uefa faz duras críticas a Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Os números por trás da corrida por alternativas à exportação de petróleo via Ormuz
-
CEO da Hugging Face pede que OpenAI assuma responsabilidade por ciberataque
-
Wall Street fecha impulsionada pela Amazon após um mês de altos e baixos
-
Wembanyama renova com a Nike e terá tênis com sua assinatura
-
OpenAI anuncia que tem mais de um bilhão de usuários ativos
-
Nova York processa Kalshi, gigante do mercado de apostas online
-
Sonda japonesa realiza sobrevoo mais próximo de um asteroide já registrado
-
Rumores e alvoroço semeiam caos na fronteira entre Marrocos e Ceuta
-
Decreto de Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem mensagens de ódio contra Argentina
-
População japonesa fica abaixo dos 120 milhões pela 1ª vez em décadas
-
'Emergência humanitária' no enclave espanhol de Ceuta após entrada em massa de migrantes do Marrocos
-
Economia americana cresce 1,5% no segundo trimestre, menos do que o esperado
-
George e Amal Clooney deixam sua residência no sul da França por incêndio
-
Zona do euro retoma o crescimento apesar do conflito no Oriente Médio
-
Singapura multa jovem francês por incidente com canudo
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra CEO do Telegram
-
Meta tem lucro menor do que o esperado e mantém gastos com IA
-
Infantino defende seu projeto: 'É uma oportunidade, mas não uma obrigação'
-
Jair Bolsonaro nega ter autorizado "deepfake" no qual apoia campanha de Flávio
-
Ator Jared Leto nega novas acusações de agressão sexual
-
Em decisão dividida, Federal Reserve mantém taxas de juros nos EUA
-
De postos de gasolina a farmácias: Cuba abre economia à iniciativa privada
-
BTS se recusa a participar do Grammy após criação de categoria para o pop asiático
-
Ataque de agente de IA descontrolado atingiu outras plataformas, diz OpenAI
-
STF questiona uso de 'deepfake' de Jair Bolsonaro em campanha presidencial de Flávio
-
OpenAI afirma que seu agente de IA invadiu outras plataformas
-
Após incêndios, milhares de pessoas retornam para casa na Espanha e na França
-
Maior universidade do México investiga suspeita de fraude com IA em vestibular
-
Garimpo ilegal com mercúrio polui floresta entre Suriname e Guiana francesa
-
Cinco bebês são encontrados mortos em residência na França
-
Empresas tentaram barrar documentário sobre últimos anos de Stan Lee, afirma diretor
-
Começa em Pequim o julgamento de recurso contra a Malaysia Airlines pelo voo desaparecido
-
A metamorfose das mulheres tatuadas à força nos Países Baixos
-
Por que as ações de tecnologia estão caindo?
-
UE exige que empresas incluam rótulo em conteúdos feitos com IA
-
Bombeiros avançam na luta contra incêndios florestais na Espanha
-
BitMart تحت الضغط: لم يتم الإفراج عن 22,000 USDT و930,000 SNC بعد مرور 48 ساعة – هل تعاني BitMart من نقص في الأموال؟
-
BitMart 面臨壓力:22,000 USDT 和 930,000 SNC 在 48 小時後仍未解凍——難道 BitMart 資金不足?
-
BitMart под давлением: 22 000 USDT и 930 000 SNC не разблокированы по истечении 48 часов — у BitMart не хватает средств?
-
BitMart sob pressão: 22 000 USDT e 930 000 SNC não foram libertados após 48 horas – será que a BitMart não tem fundos suficientes?
Governo da França na corda bamba
O governo do centrista François Bayrou enfrenta na França duas semanas de agonia antes do voto de confiança de 8 de setembro, quando defenderá um corte orçamentário que a oposição promete derrubar para dissolver a Assembleia Nacional.
A pedido de Bayrou, o presidente Emmanuel Macron convocará uma sessão parlamentar extraordinária. O primeiro-ministro, no cargo desde dezembro e em minoria, solicitará a confiança da Câmara Baixa a uma declaração de política geral.
Seu objetivo é, primeiro, obter aprovação de seu plano de economia orçamentária de quase 44 bilhões de euros (278 bilhões de reais), com o qual pretende começar a reduzir o elevado déficit da França (5,8% do PIB em 2024), e, segundo, negociar as medidas de corte.
Mas a rejeição dos partidos de oposição significa que as chances do governo sobreviver à votação são atualmente mínimas.
Tanto a extrema direita do partido Reagrupamento Nacional quanto a esquerda radical da legenda e A França Insubmissa, ecologistas e comunistas anunciaram rapidamente que votariam contra.
A equipe do primeiro-ministro esperava contar com o apoio dos socialistas, mas seu líder, Olivier Faure, afirmou que "os socialistas votarão contra a confiança".
A possível queda do governo aprofundaria a instabilidade política crônica dominante desde que Macron dissolveu a Assembleia Nacional em junho de 2024.
As eleições legislativas realizadas posteriormente dividiram a Câmara em três blocos: esquerda, macronista/ aliados conservadores e extrema direita.
- "Perigo imediato" -
As ações dos bancos, com altos volumes de dívida pública francesa, caíram na Bolsa de Paris nesta terça-feira. A dívida do país chega a 114% do PIB, a terceira mais elevada da zona do euro, após Grécia e Itália.
Na segunda-feira, Bayrou afirmou que o país deve "enfrentar" o "perigo imediato" do "superendividamento".
"Ele quis chocar a população e o sistema político francês para obrigá-los a enfrentar a gravidade da crise da dívida que o país atravessa. Mas talvez tenha conseguido apenas alterar a data da própria execução", declarou à AFP o analista Mujtaba Rahman, diretor para Europa do Eurasia Group.
Ao apresentar seu plano em julho, Bayrou propôs reduzir o número de funcionários, congelar as pensões e benefícios sociais em 2026, impor uma "contribuição de solidariedade" aos mais ricos e suprimir dois feriados, a segunda-feira de Páscoa e 8 de maio, dia da vitória sobre a Alemanha nazista.
Seu objetivo é reduzir o déficit público para 4,6% do PIB em 2026, caso o ajuste proposto seja aceito, e atingir em 2029 um déficit de 2,8%, abaixo do limite estabelecido pelas regras europeias.
Outra meta é criar margem tributária para aumentar os gastos militares, um compromisso adotado pela França na Otan.
- Cenários diversos -
A líder da extrema direita Marine Le Pen reiterou seu desejo de dissolver a Assembleia Nacional e convocar eleições.
Um cenário que Macron quer evitar. "A dissolução custa caro à França, é claro, mas não se deve descartar a hipótese", admitiu no canal France 2 o ministro da Justiça, Gérald Darmanin.
Na esquerda, tanto socialistas quanto ecologistas dizem estar "prontos" para assumir se o governo de François Bayrou cair. Jean-Luc Mélenchon, líder do A França Insubmissa, falou em "crise do regime" e afirmou que Macron, com pouco mais de um ano e meio de mandato, "deve ir embora".
Um chamado para "paralisar a França", com apoio da esquerda, foi convocado nas redes sociais para dois dias após a data da votação.
Os sindicatos estão cautelosos, mas pensam em como aderir, enquanto federações da CGT anunciaram sua participação.
bpa-fff-far-avl/es/jc/fp
A.Levy--CPN