-
Príncipe Harry aparece em público após retorno para o Reino Unido
-
EUA inclui empresas militares e do setor do níquel de Cuba à sua lista de sanções
-
Charles III alerta executivos de tecnologia sobre 'perigos existenciais' da IA
-
É possível 'desligar' uma inteligência artificial?
-
Mbappé é criticado por direita e extrema direita em episódio com camisa de Ceuta
-
Documento asteca histórico retorna ao México emprestado pela França
-
Carney ignora ameaças de Trump e celebra 'nova aliança' do Canadá com a UE
-
Ucrania prevê gasto recorde em defesa para 2027
-
Austrália vai reduzir imigração para solucionar crise da habitação
-
OpenAI promete comunicar sistematicamente 'desalinhamentos' de IA
-
Fed contraria Trump e aumenta juros para conter inflação
-
Justiça argentina ordena interrupção de operações petroleiras nas Malvinas
-
Fed eleva juros para conter inflação, contrariando Trump
-
Fed aumenta juros ante inflação, indo contra linha de Trump
-
Canadá e Alemanha se aliam por uma IA "a serviço da população"
-
'Estamos perdendo o controle', diz à AFP pioneiro da IA Yoshua Bengio
-
IA ameaça aumentar desigualdades de gênero no mercado de trabalho, segundo relatório
-
Seca causada pelo El Niño assola a América Central
-
Renault investirá mais € 319 milhões no Brasil com a chinesa Geely
-
CEO da Meta rejeita apelos para desacelerar o desenvolvimento da IA
-
Helen Mirren mergulha na psicologia de Patricia Highsmith em 'A Talent For Murder'
-
Empresa de IA Mistral critica atores que buscam 'fortalecer sua posição no mercado'
-
Morre aos 85 anos, em Paris, documentarista chileno Patricio Guzmán
-
OpenAI, Anthropic e Google buscam criar órgão de supervisão de riscos da IA
-
Volta às aulas marcada pelo medo em região devastada por terremotos na Venezuela
-
Ex-funcionário do Google afirma que 'a IA tem o potencial de nos matar'
-
Justiça francesa condena auxiliar escolar por abusos sexuais de crianças
-
'Está nos deixando mais burros', população mundial divide opiniões sobre a IA
-
Comércio varejista desacelera em agosto na China
-
Japão tem mais de 100.000 pessoas com mais de 100 anos pela primeira vez
-
Começa o Emmy nos EUA com "O Segredo de Widow's Bay" e "The Pitt" como favoritos
-
Nova York fecha 12 sites de pornografia "deepfake" com imagens de celebridades e políticos
-
Venezuela é convidada para reuniões do G20 nos EUA sobre 'abundância energética'
-
Maior refinaria da África abre seu capital na bolsa
-
Trump diz que há uma 'conspiração doentia' contra a IA
-
Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, encurta nome para 'Novo'
-
Kennedy Center enfrenta risco de falência e fechamento, afirma Washington Post
-
Indonésia retoma busca de desaparecidos após naufrágio de balsa
-
Resultado indefinido nas eleições da Suécia; extrema direita perde terreno
-
Claro lança serviço de filtro de telemarketing e entra na disputa com Vivo
-
Como os semáforos inteligentes com IA estão reduzindo o trânsito em grandes cidades
-
Autonomia de carros elétricos após oito anos: perda média e fatores
-
نوشا آوبل دم از مسئولیت میزند؛ خرابی خیابانهای پوتسدام گواه ضعف مدیریت اوست
-
Esquerda social-democrata lidera eleições na Suécia e extrema direita perde terreno
-
Seis mortos e 129 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Polônia denuncia 'escalada' de Moscou após ataque a trem na fronteira com Ucrânia
-
Governo dos EUA reluta em regulamentar IA
-
Restringir IA em excesso pode beneficiar China, diz presidente da Câmara dos EUA
-
Diretor da Casa Argentina em Paris renuncia ao cargo
-
Suécia vota em eleições acirradas com extrema direita em busca do governo
EUA: tarifas devem entrar em vigor em 1º de agosto para países sem acordos
O governo dos Estados Unidos aplicará a partir de 1º de agosto tarifas aos parceiros comerciais com os quais não tenham alcançado acordos, seja Taiwan ou a União Europeia, afirmou o secretário do Tesouro, Scott Bessent.
As tarifas devem atingir, em alguns casos, os níveis muito elevados que o presidente Donald Trump havia anunciado em 2 de abril, antes de suspender a aplicação das taxas para permitir negociações comerciais e estabelecer um prazo até 9 de julho para alcançar acordos, declarou Bessent ao canal CNN.
Bessent reiterou as declarações feitas por Trump na sexta-feira à imprensa, quando mencionou um novo prazo para a imposição das tarifas alfandegárias.
Em sua plataforma Truth Social, Trump prometeu impor uma tarifa adicional de 10% aos países que "se alinharem" com o Brics, grupo que expressou uma "séria preocupação" com o aumento de tarifas "unilaterais", embora sem mencionar os Estados Unidos.
"Qualquer país que se alinhe com as políticas antiamericanas do Brics será cobrado com uma tarifa ADICIONAL de 10%. Não haverá exceções para esta política", afirmou Trump.
O grupo, formado inicialmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, foi ampliado recentemente para 11 países e representa quase metade da população mundial e cerca de 40% do PIB.
Trump afirmou no domingo aos jornalistas a bordo do avião presidencial que "provavelmente" começará a aplicar as tarifas em 1º de agosto.
O republicano acrescentou que havia assinado mais de 10 cartas para informar os países sobre os aumentos das tarifas.
"Acredito que teremos a maioria dos países preparados para 9 de julho, seja uma carta ou um acordo", disse Trump, antes de insistir que alguns acordos foram alcançados.
Ao seu lado, o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, confirmou que as tarifas começarão a ser aplicadas em 1º de agosto, "mas o presidente está definindo as tarifas e os acordos agora mesmo".
- "Pressão máxima" -
Trump anunciou mais tarde na Truth Social que começará a enviar nesta segunda-feira (7) aos parceiros comerciais as primeiras cartas informativas sobre as tarifas que serão impostas ou sobre os acordos alcançados.
"Tenho o prazer de anunciar que as Cartas de Tarifas dos Estados Unidos e/ou Acordos com vários países ao redor do mundo serão entregues a partir das 12h00 (13h00 de Brasília), de segunda-feira, 7 de julho", anunciou Trump em sua rede social.
Washington mantém negociações com vários países para alcançar acordos comerciais que evitem as tarifas.
Com a China, o governo Trump estabeleceu uma trégua temporária para reduzir as tarifas de até três dígitos que haviam sido impostas de maneira recíproca.
Até o momento, apenas Reino Unido e Vietnã conseguiram concluir acordos comerciais com os Estados Unidos.
Bessent disse que o governo está "próximo de vários acordos", mas não citou com quais países.
O secretário do Tesouro negou que os Estados Unidos estejam ameaçando os países com sua política tarifária, embora tenha admitido que é necessário aplicar "pressão máxima".
"Não é um novo prazo. Estamos dizendo que é o que acontecerá. Se você quer acelerar as coisas, siga adiante. Se quiser retornar à tarifa antiga, a escolha é sua", disse.
O secretário citou como exemplo a União Europeia, ao afirmar que o bloco "está fazendo um progresso muito bom" após uma relutância inicial a modificar o acordo comercial com Washington.
P.Kolisnyk--CPN