-
Trump provoca fúria ao publicar vídeo dos Obama como macacos
-
Japoneses vão às urnas com primeira-ministra apoiada por Trump e em busca da maioria
-
Toyota anuncia novo CEO e eleva previsões de lucros
-
Anthropic lança novo modelo e aumenta rivalidade com OpenAI
-
Argentina assina acordo de comércio e investimento com os EUA
-
Milhares são evacuados por chuvas em Espanha e Portugal, que confirma 2º turno presidencial
-
Brasileiro bate recorde mundial ao correr 188 km em esteira por 24 horas
-
Fórum de Davos investiga vínculos de seu CEO com Epstein
-
Tempestade Leonardo provoca enchentes e deslocamentos em Portugal e Espanha
-
Irã quer limitar conversas com EUA ao seu programa nuclear
-
Incêndios florestais de grande magnitude são a 'nova normalidade' da Patagônia, diz especialista
-
Nova tripulação está pronta para voar à EEI após evacuação médica
-
Europa busca autonomia tecnológica frente aos Estados Unidos
-
Governo Trump investiga Nike por suposta discriminação contra pessoas brancas
-
Leste de Cuba enfrenta apagão
-
Apresentadora americana suplica pela vida de sua mãe aos sequestradores
-
Indígenas protestam contra exploração de rios amazônicos para exportação de grãos
-
Guterres considera fim do acordo nuclear entre EUA e Rússia um 'momento sério' para a paz
-
Rússia afirma que não está mais ligada ao tratado Novo Start
-
'Ajoelhados, jamais': Venezuela relembra aniversário do golpe de Chávez
-
Centros de dados em órbita são uma possibilidade diante da demanda de energia para IA
-
Arábia Saudita emitirá passaportes para camelos
-
Ex-príncipe Andrew deixa Windsor, mas segue no olho do furacão
-
Acusado de estupro, filho da princesa de Noruega reconhece uma vida de excessos
-
CK Hutchison aciona arbitragem contra Panamá após anulação de sua concessão no canal
-
Milei ante o dilema de negociar com a China e agradar a Trump
-
Governo italiano garante que ICE não terá nenhum papel 'operacional' nos Jogos de Milão-Cortina
-
EUA põe fim à paralisação parcial do governo federal
-
Espanha quer proibir acesso de menores de 16 anos às redes sociais
-
Congresso dos EUA põe fim ao fechamento do governo
-
Cuba registra recorde de temperatura mínima de 0º C
-
Alemanha tem a maior proporção de trabalhadores com mais de 55 anos da UE
-
Aclamado filme iraquiano mostra jugo de Saddam Hussein da perspectiva infantil
-
Ex-embaixador britânico Mandelson deixará Câmara dos Lordes por vínculos com Epstein
-
ICE é principal ponto de discórdia em votação para acabar com 'shutdown' nos EUA
-
Filho da princesa herdeira da Noruega se declara não culpado por estupro
-
Walt Disney nomeia Josh D'Amaro como seu próximo CEO
-
Reino Unido abre investigação contra a rede X por imagens sexuais falsas
-
Nasa adia missão lunar Artemis 2 após detectar vazamento de combustível
-
Justiça francesa chama Musk para depor e determina buscas em sedes da rede X
-
Filho da princesa herdeira da Noruega é julgado por acusações de estupro
-
Xi defende mundo multipolar 'ordenado'
-
Musk funde xAI com SpaceX em tentativa de desenvolver datacenters espaciais
-
Chefe do instituto que mede a inflação na Argentina renuncia
-
María Corina considera reunião com Delcy para definir 'cronograma de transição' na Venezuela
-
Trump insta Congresso dos EUA a acabar com 'shutdown'
-
Trabalhadores a favor e contra o governo exigem melhorias salariais na Venezuela
-
Portugal se soma a países que querem proibir redes sociais para menores de 16 anos
-
Nasa realizas testes essenciais antes de lançar missão lunar Artemis 2
-
Menino que não tinha dinheiro para passagem de ônibus participará da abertura dos Jogos de Inverno
Trump anuncia novas tarifas no 'Dia da Libertação' dos EUA
O presidente Donald Trump anunciou que esta quarta-feira (2) será o "Dia da Libertação" para os Estados Unidos, mas as novas tarifas que ele pretende anunciar têm o poder de provocar o início da mãe de todas as batalhas comerciais.
"É o Dia da Libertação dos Estados Unidos", escreveu o republicano em sua plataforma Truth Social.
"Não é o dia da libertação. É o dia da recessão", replicou o líder democrata da Câmara dos Representantes, Hakeem Jeffries.
Convencido de que os países "roubam" os Estados Unidos, o republicano apresentará as medidas ao lado de integrantes de seu gabinete no Jardim das Rosas da Casa Branca às 16h00 locais (17h00 de Brasília), logo após o fechamento da Bolsa de Nova York, que está oscilando, assim como o mercado de ações na Europa.
Trump sente fascínio pelo protecionismo do final do século XIX e início do século XX nos Estados Unidos e considera as tarifas quase como uma varinha mágica capaz de reindustrializar o país, reequilibrar a balança comercial e eliminar o déficit fiscal.
O presidente de 78 anos mantém os detalhes de seus planos em segredo.
Ele já ameaçou anunciar tarifas "recíprocas", ou seja, que Washington iguale dólar por dólar as tarifas impostas aos produtos americanos no exterior.
- Gentil -
Mas, na segunda-feira, ele prometeu ser benevolente, "muito gentil" com os parceiros econômicos.
Alguns meios de comunicação americanos sugerem que o republicano cogita adotar uma tarifa única de 20% sobre todas as importações e um tratamento preferencial para alguns países.
"Não será bom para a economia mundial, não será bom para aqueles que impõem tarifas ou para aqueles que respondem. Mudará o mundo comercial como conhecemos", declarou nesta quarta a diretora do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, à rádio irlandesa Newstalk.
Desde que retornou à Casa Branca em janeiro, Trump aumentou as tarifas para produtos procedentes da China, para uma parte dos produtos do México e Canadá, parceiros dos Estados Unidos no Tratado de Livre Comércio da América do Norte (T-MEC), e sobre o aço e o alumínio, independente de sua origem.
Na quinta-feira, um minuto após a meia-noite em Washington (1h01 de Brasília), também adotará uma tarifa adicional de 25% sobre os automóveis e autopeças fabricados no exterior.
Teoricamente, haverá uma exceção: os veículos montados no México ou Canadá serão submetidos a um imposto de 25% somente sobre a parte das peças que não procedem dos Estados Unidos.
As principais economias do planeta prometeram represálias.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, declarou nesta quarta-feira que anunciará "um programa abrangente", embora não tenha fornecido detalhes. O país é um dos mais vulneráveis à taxação, pois envia mais de 80% de suas exportações para os Estados Unidos.
A União Europeia, por exemplo, tomará medidas "antes do final de abril", afirmou a porta-voz do governo francês, Sophie Primas. Isto será feito em duas etapas.
O magnata republicano usa as tarifas, uma de suas palavras preferidas, como uma arma de política externa desde seu primeiro mandato, de 2017 a 2021.
Ele acredita que são a panaceia que impulsionará o "renascimento" da indústria nacional.
Querem evitar as tarifas? Que se instalem nos Estados Unidos, responde Trump a quem o critica pelo impacto que as taxações podem ter para as empresas.
As consequências podem ser gigantescas. Uma única estatística aponta a dimensão: em 2024, as importações americanas alcançaram 3,3 trilhões de dólares (18,7 trilhões de reais), uma quantia superior ao Produto Interno Bruto anual de economias importantes como a da França.
Os críticos afirmam que os consumidores americanos serão afetados à medida que os importadores aumentem os preços. E não se descarta a elevação do risco de uma recessão na maior economia do mundo e em outras.
O nervosismo foi palpável nos últimos dias nas Bolsas e mantém em alerta os parceiros e rivais dos Estados Unidos e trabalhadores do país.
"As pessoas daqui vão ficar mais pobres ou perder seus empregos e terão que buscar lá" nos Estados Unidos, declarou à AFP o caminhoneiro mexicano Alejandro Espinoza, enquanto aguarda em uma fila para cruzar a fronteira.
Na terça-feira, o governo mexicano revisou em baixa a sua previsão de crescimento para 2025 devido à incerteza sobre as "tensões comerciais" com seu vizinho do norte. Espera-se que a economia cresça entre 1,5% e 2,3%, em vez da previsão de 3% anterior.
Y.Tengku--CPN