-
Fed contraria Trump e aumenta juros para conter inflação
-
Justiça argentina ordena interrupção de operações petroleiras nas Malvinas
-
Fed eleva juros para conter inflação, contrariando Trump
-
Fed aumenta juros ante inflação, indo contra linha de Trump
-
Canadá e Alemanha se aliam por uma IA "a serviço da população"
-
'Estamos perdendo o controle', diz à AFP pioneiro da IA Yoshua Bengio
-
IA ameaça aumentar desigualdades de gênero no mercado de trabalho, segundo relatório
-
Seca causada pelo El Niño assola a América Central
-
Renault investirá mais € 319 milhões no Brasil com a chinesa Geely
-
CEO da Meta rejeita apelos para desacelerar o desenvolvimento da IA
-
Helen Mirren mergulha na psicologia de Patricia Highsmith em 'A Talent For Murder'
-
Empresa de IA Mistral critica atores que buscam 'fortalecer sua posição no mercado'
-
Morre aos 85 anos, em Paris, documentarista chileno Patricio Guzmán
-
OpenAI, Anthropic e Google buscam criar órgão de supervisão de riscos da IA
-
Volta às aulas marcada pelo medo em região devastada por terremotos na Venezuela
-
Ex-funcionário do Google afirma que 'a IA tem o potencial de nos matar'
-
Justiça francesa condena auxiliar escolar por abusos sexuais de crianças
-
'Está nos deixando mais burros', população mundial divide opiniões sobre a IA
-
Comércio varejista desacelera em agosto na China
-
Japão tem mais de 100.000 pessoas com mais de 100 anos pela primeira vez
-
Começa o Emmy nos EUA com "O Segredo de Widow's Bay" e "The Pitt" como favoritos
-
Nova York fecha 12 sites de pornografia "deepfake" com imagens de celebridades e políticos
-
Venezuela é convidada para reuniões do G20 nos EUA sobre 'abundância energética'
-
Maior refinaria da África abre seu capital na bolsa
-
Trump diz que há uma 'conspiração doentia' contra a IA
-
Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, encurta nome para 'Novo'
-
Kennedy Center enfrenta risco de falência e fechamento, afirma Washington Post
-
Indonésia retoma busca de desaparecidos após naufrágio de balsa
-
Resultado indefinido nas eleições da Suécia; extrema direita perde terreno
-
Claro lança serviço de filtro de telemarketing e entra na disputa com Vivo
-
Como os semáforos inteligentes com IA estão reduzindo o trânsito em grandes cidades
-
Autonomia de carros elétricos após oito anos: perda média e fatores
-
نوشا آوبل دم از مسئولیت میزند؛ خرابی خیابانهای پوتسدام گواه ضعف مدیریت اوست
-
Esquerda social-democrata lidera eleições na Suécia e extrema direita perde terreno
-
Seis mortos e 129 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Polônia denuncia 'escalada' de Moscou após ataque a trem na fronteira com Ucrânia
-
Governo dos EUA reluta em regulamentar IA
-
Restringir IA em excesso pode beneficiar China, diz presidente da Câmara dos EUA
-
Diretor da Casa Argentina em Paris renuncia ao cargo
-
Suécia vota em eleições acirradas com extrema direita em busca do governo
-
'Segunda chance': sobrevivente do Nepal relata sua odisseia preso em um túnel
-
OpenAI anuncia que não abrirá seu capital este ano
-
iPhone 18預購後出現可疑扣款 四間銀行調查未授權交易
-
Seis mortos e mais de 100 desaparecidos após naufrágio de balsa na Indonésia
-
Enel é autuada por Procon após falha de energia no Shopping Plaza
-
Galaxy Tab S12系列效果圖曝光 Ultra擬配雙鏡頭及瀏海螢幕
-
اليورو يستقر في البنوك المصرية وأعلى سعر للبيع 59.85 جنيه
-
ستاندرد آند بورز تثبت تصنيف السعودية عند A+
-
الأرصاد السعودية تتوقع سيولاً وأمطاراً رعدية في خمس مناطق
-
França minimiza hipótese de ato deliberado após descarrilamento de trem
Presidente do México diz que tem 'mesa de diálogo' com EUA ante ameaça de tarifas
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou nesta sexta-feira (31) que seu governo tem uma "mesa de diálogo" com os Estados Unidos ante a ameaça do presidente americano Donald Trump de impor tarifas aos produtos do país.
"Informo ao povo do México que temos uma mesa de diálogo com o governo dos Estados Unidos, onde abordamos temas diferentes e acordos todos os dias", declarou a presidente um dia antes da data anunciada por Trump para impor tarifas de 25% ao México e ao Canadá, seus aliados no Acordo de Livre Comércio da América do Norte (T-MEC).
A presidente garantiu que tem vários planos de contingência. "Temos plano A, plano B, plano C para o que decidir o governo dos Estados Unidos", disse.
Ela reiterou que seu governo vai aguardar "com a cabeça fria" para tomar decisões em resposta à ameaça tarifária.
No dia 29 de janeiro, Sheinbaum expressou confiança de que Trump não adotaria tarifas contra o México.
"Não acreditamos que vai acontecer, realmente. E se acontecer, também temos nosso plano. Vamos informá-los", declarou.
Na quinta-feira, Trump reiterou a ameaça de impor tarifas de 25% ao México e ao Canadá, países que acusa de não controlar de maneira suficiente a entrada de migrantes sem documentos e de drogas como o fentanil nos Estados Unidos.
Sheinbaum ressaltou que há diálogo constante com a Casa Branca nas questões de migração e de segurança.
"Sempre vamos manter o diálogo, é fundamental na relação entre o México e o governo dos Estados Unidos", disse.
O governo mexicano também disse nesta sexta-feira que as tarifas alfandegárias de 25% sobre as exportações afetariam principalmente os consumidores americanos, que encontrariam vários produtos mais caros nos supermercados.
"Os preços vão ficar mais altos, ou seja, o preço de todos esses produtos vai aumentar em 25%", disse o secretário de Economia, Marcelo Ebrard, na mesma entrevista coletiva.
O secretário disse que se Trump impuser essa medida, "haverá menos disponibilidade de produtos" e "problemas nas redes de abastecimento" na região da América do Norte.
Ebrard deu exemplos de alguns produtos que o México envia para os Estados Unidos, como computadores, automóveis e telas digitais.
"Quem compra o que fabricamos e exportamos? 40 milhões de famílias americanas", disse ele, referindo-se aos computadores.
"Não sei se têm essa informação, mas os preços dos seus computadores e de todos os componentes vão aumentar em 25%".
As tarifas violam o T-MEC, o sucessor do tratado comercial Nafta, que foi alterado em 2020 por exigência do próprio Trump. Também afetam duramente a economia mexicana, que envia 83% de suas exportações para os Estados Unidos.
Os três sócios do acordo tem prevista uma revisão do tratado no próximo ano.
A.Levy--CPN