-
Milhões de europeus enfrentam temperaturas recordes neste sábado
-
Chapare, a terra da coca que desafia o governo da Bolívia
-
Morre o piloto que colidiu seu avião contra arranha-céu em Pequim
-
OpenAI lança modelo de IA apenas nos EUA, a pedido de Trump
-
Rei Charles III não residirá no Palácio de Buckingham, apesar de reforma
-
Como a família real britânica é financiada e em quê investe seus recursos
-
Como sobreviver aos desfiles de moda de Paris em plena onda de calor
-
Participar de atos religiosos aumenta vínculo social e limiar da dor
-
Bélgica cancela reencenação da batalha de Waterloo devido à onda de calor
-
努莎·奧貝爾與迪特馬爾·沃伊德克 波茨坦如何辜負一名重度殘障幼兒
-
Charles III pagou quase US$ 40 milhões em impostos desde que subiu ao trono
-
Governo Milei sofre revés judicial por cortes de fundos para universidades
-
Ganha força boato sobre casamento de Taylor Swift na próxima semana em NY
-
Parques de Paris viram 'hotéis' na noite mais quente registrada na França
-
Inflação dos EUA sobe a 4,1% em maio, maior nível em três anos
-
Ministra sueca rompe barreiras ao participar de reuniões da UE com seu filho nos braços
-
'Wannabe', sucesso das Spice Girls, completa 30 anos em meio a rumores de reencontro
-
Preço do Brent cai abaixo do nível anterior à guerra no Oriente Médio
-
Novo tipo de vacina permite imunizar contra famílias de vírus (pesquisadores)
-
Onda de calor sufoca Europa e testa redes elétricas
-
Descoberta aproxima cientistas da misteriosa fronteira dos buracos negros
-
Irã apresenta acordo para acabar com a guerra como 'declaração de derrota dos EUA'
-
'Grand Theft Auto VI' abre pré-venda na quinta-feira
-
China defende regulamentação da IA antes de 'perder o controle'
-
Economia argentina mantém ritmo de crescimento no 1T
-
Empresária americana Michele Kang chega a acordo para compra do Lyon
-
Ações de tecnológicas despencam e arrastam principais bolsas mundiais
-
Expedição vai recuperar o corpo de 'Botas Verdes', icônica vítima do Everest
-
Bolsas mundiais operam em queda impactadas pelo setor de tecnologia
-
Brexit completa 10 anos entre dúvidas da população britânica
-
Onda de calor avança na Europa
-
Bolsas na Ásia e Europa operam em queda impactadas pelo setor de tecnologia
-
Wikipedia se opõe ao uso da IA para editar artigos
-
Ex-presidente do Fed Alan Greenspan morre aos 100 anos
-
Hospitais africanos podem ficar sem anestesia para crianças em 2027
-
Cacique Raoni é operado e está sob cuidados intensivos
-
Militares e policiais liberam vias em meio a estado de exceção na Bolívia
-
Museu de IA oferece imersão sensorial na Floresta Amazônica
-
EUA recebe novo Air Force One doado pelo Catar
-
Torcedores africanos viram as costas à África do Sul na Copa do Mundo após violência xenófoba
-
Manuscrito inédito de Mozart encontrado em Paris
-
UE vai criar ferramentas para enfrentar onda de exportações da China
-
Kast ajusta suas promessas após um turbulento início de governo no Chile
-
Secretário de defesa americano anuncia reavaliação da presença militar na Europa
-
Partido Comunista de Cuba aprova reformas para maior economia de mercado
-
Raúl Castro apoia reformas econômicas em Cuba
-
Últimos desdobramentos ligados ao acordo entre Irã e EUA
-
Fed mantém taxas de juros e não descarta aumentá-las até final do ano
-
Rede social W, concorrente europeia do X, lança sua versão pública
-
Dirigentes comunistas cubanos discutem reformas econômicas sob pressão dos EUA
Inflação desacelera em outubro e acalma os mercados nos EUA
A inflação caiu em outubro nos Estados Unidos após vários meses de aceleração, uma boa notícia para o governo de Joe Biden, a um ano da eleição presidencial, para o Federal Reserve (Fed, banco central) e para os mercados.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou 3,2% nos 12 meses terminados em outubro, meio ponto percentual a menos que a taxa anual registrada em setembro (3,7%), informou o Departamento de Trabalho em comunicado.
A inflação se manteve inalterada no comparativo mensal de outubro em relação a setembro, embora tenha-se registrado uma forte queda nos preços da energia.
Tanto o números anuais quanto mensais estiveram abaixo das expectativas gerais dos economistas entrevistados pela consultoria MarketWatch.
Embora a redução do preço da gasolina tenha sido o principal responsável pela moderação nos preços ao consumidor, a queda foi parcialmente compensada pela contínua alta no setor de habitação, informou o Departamento de Trabalho.
Também foram registradas quedas nos preços de diárias em hotéis, aluguéis de carros e passagens aéreas. No entanto, houve alta nos setores de alimentação e habitação, seguros de automóveis e cuidados com a saúde.
O núcleo da inflação, que exclui as variações de preços da alimentação e energia, também teve uma redução importante, para seu nível mais baixo em dois anos, 4% na taxa anual e 0,2% na mensal ante a 0,3% em setembro.
Os analistas esperavam um aumento de 0,1% na taxa mensal e 3,3% na anual, com um núcleo de inflação estável.
Os preços dispararam depois da pandemia nos Estados Unidos, como em todo o mundo, em sua maior alta em 40 anos em junho do ano passado, a 9,1%.
Um ano depois já estava em 3%. Porém, impulsionada pela habitação e gasolina, a inflação voltou a subir durante o verão no hemisfério norte.
Os republicanos acusaram o Executivo de Biden de alimentar a disparada de preços com seus bilionários planos de reativação e pacotes de ajuda, que injetaram trilhões de dólares na economia.
Em resposta aos números da inflação, a bolsa de Nova York abriu em forte alta nesta terça. Nas primeiras operações o índice Dow Jones ganhava 1,08%, o tecnológico Nasdaq 1,79% e o S&P 500 1,40%.
- A visão do Fed -
O Federal Reserve dos Estados Unidos manteve recentemente sua taxa básica de juros nos níveis mais altos em 22 anos (de 5,25% a 5,50%), em sua segunda reunião consecutiva.
Alguns analistas e operadores chegaram a prever que o Fed já havia deixado de lado o endurecimento de sua política monetária.
No entanto, vários funcionários do banco central, entre eles, o presidente do Fed, Jerome Powell, têm indicado que estão dispostos a subir as taxas novamente em caso de necessidade.
"Não hesitaremos" em subir as taxas de juros "se for apropriado" para conter a inflação, advertiu Powell na última quinta-feira.
O aumento das taxas de juros supõe encarecer o crédito, e com isso, desacelerar o consumo e os investimentos, reduzindo a pressão sobre os preços.
A meta do banco central é uma inflação anual de 2%, considerada saudável para a economia.
P.Gonzales--CPN